DHFA - Parte ou Capítulo de um Livro / Part of Book or Chapter of Book
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- (Já) não escutamos nas escolas? Ensinamentos de povos originários para (re) pensar a escuta de pessoas de pouca idadePublication . Costa Carvalho, Magda; Kohan, Walter; Almeida, TiagoDe que precisamos para escutar? O presente livro compõe um conjunto de variações em torno desta pergunta. Trata se de uma inquietação só aparentemente simples, que nos últimos anos se tem insinuado e desdobrado nas conversas, reuniões, vídeos, artigos, mensagens de som e de texto, apresentações dos investigadores e colaboradores do projeto escuto.te. Atrás desta pergunta muitas outras vieram e nos foram habitando, fazendo nos retornar vezes sem conta a um movimento que, de tão evidente e presente, parece que nem sempre recebe a devida atenção: escutar.
- Stretching and sketching playful writing with Companion Creatures: childing professional developmentPublication . Costa Carvalho, Magda; Haynes, J.; Kennedy, D.; Osgood, Jayne; Rijke, Victoria deTantalized by the invitation to join in the creation of this edited collection about post-developmental approaches to play, we felt an opportunity to experiment not only with post-developmental ideas, but also with post-developmental styles and structures, and with emergent approaches to the process of collaborative writing. This was often difficult and sometimes we floundered, unsure of our ground. While more than willing to deviate, it was still not the way we were mostly accustomed to writing in our seemingly mature and structured academic lives. And the three of us had not written something together before, although we had talked a lot about child and philosophy. In writing this chapter, there was a strong feeling of reconnecting with dormant sensibilities. Thus, a permanent sense of tension arose between the wide awake and self conscious process of producing a piece on post-developmental approaches to play according to academic guidelines (the structure of a chapter), and the urge and will to disturb those expectations by running away from tacit, developmentality-shaped ways of working (towards unstructured play). Writing post-developmentally about play could not be a non-playful task. It could not be too serious. We needed to engage in a kind of frolic and, only then, could we respond to the challenge. We wanted to experiment with this shared writing as a somehow tentative, hesitant, especially non-purpose-driven, back-and-forth experience, rather than a sequential and fully planned activity. And this is indeed how it turned out. Unexpectedly. Writing together as playing together.
- sohlepse e satrop ertne odnaicila: osbal sortuo. outros lados: aliciando entre portas e espelhosPublication . Costa Carvalho, MagdaO Ciclo Festa de Desaniversário foi começando muito antes de se dar por isso, devagarinho, pé ante pé... envolto em excitantes latências. Um desses começos deu-se com encontros filosofantes online, durante todo o mês de agosto de 2020, entre crianças açorianas e crianças brasileiras (crianças cronológicas e não cronológicas). Talvez por ter sido um tempo estranhosíssimo em que nos obrigávamos a ficar em casa, no calor do verão dos açores e no frio do inverno no brasil, foi como se abríssemos portas misteriosas no país das maravilhas ou deslizássemos para espelhos de outros mundos.
- José Enes: vida e obraPublication . Luz, José Luís brandão da; Universidade dos Açores; Centro de Estudos HumanísticosApresentação bibliográfica do filósofo açoriano, com referência aos seguintes aspetos: anos de formação inicial, atividade cívica e cultural nos Açores, fundação da Universidade dos Açores, poesia e crítica literária, obra filosófica e reconhecimento que lhe tem sido dispensado.
- O tema da razão em José EnesPublication . Luz, José Luís Brandão da; Centro de Estudos Humanísticos; Universidade dos AçoresA razão opera entre os sentidos e o intuito, elaborando um quadro conceptual que confere aos dados da sensibilidade a ordenação das suas qualidades. Ao mesmo tempo procura certificar-se da sua consistência ou realidade de ser. Esta última exigência ultrapassa o alcance do equipamento conceitual da razão, mas deixa transparecer o brilho de uma luz exterior que o intuito pode explorar.
- Teófilo Braga e os pensadores Judeus Uriel da Costa, Espinosa e António José da SilvaPublication . Luz, José Luís Brandão da; Movimento Internacional Lusófono, MIL; Centro de Estudos Humanísticos da Universidade dos Açores, CEHu; Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, IFLB; DG EdiçõesProcuramos seguir os estudos que Teófilo dedicou a três autores judeus de origem portuguesa: Uriel da Costa (1584-1640); Espinosa (1632-1677) e António José da Silva (1705-1739). O primeiro, com o nome de batismo de Gabriel, nasceu no seio duma família de cristãos-novos do Porto, procurou refúgio na Holanda, onde fixou residência com a sua família, para professar livremente a fé na Lei de Moisés; Espinosa, descendente de judeus portugueses que se estabeleceram na Holanda para se manterem fiéis ao judaísmo, frequentou a escola da nova sinagoga de Amesterdão, onde revelou uma inteligência que o distinguiu dos demais; António José da Silva, dramaturgo e renovador do Teatro Português, é natural do Rio de Janeiro, neto de cristãos-novos de origem portuguesa, e veio aos oito anos de idade para Lisboa, na companhia do pai e da mãe, esta trazida como judaizante para o reino, sob prisão.
- Bartolomeu do Quental e a espiritualidade das Meditações da Infância de CristoPublication . Luz, José Luís Brandão daPretendemos examinar a dinâmica dos exercícios espirituais que o P. Quental propõe no primeiro dos seus três volumes das Meditações que dedicou à vida de Cristo e estabelecer um confronto com os Sermões que pregou na Capela Real e for dela. Antes, porém, atenderemos às linhas de força que constituem a sua «Direção para a oração mental, e mais exercícios espirituais», um guia que ele elaborou para conformar a sua prática quotidiana entre os seus seguidores.
- «Introdução»Publication . Luz, José Luís Brandão daApontamos como temas principais dos ensaios anterianos de Gustavo de Fraga, em primeiro lugar, o estudo das raízes filosóficas do pensamento de Antero, com destaque para Hegel, Proudhon e Eduard von Hartmann, em segundo lugar, as dificuldades criadas pelo sentimento religioso à articulação da sua “filosofia” num sistema ordenado de ideias, por último, o interesse que Antero dispensou ao iberismo e ao federalismo peninsular, bem como a sua ligação aos Açores.
- Francisco M. de Faria e Maia no caminho do pensamento de António Braz TeixeiraPublication . Luz, José Luís Brandão daProcuraremos aproximar a conceção de filosofia do direito os dois autores, centrando-nos no fundamento da ordem jurídica, em que ambos se distanciam da tradição jusnaturalista.
- O krausismo em Francisco Machado de Faria e MaiaPublication . Luz, José Luís Brandão daA crítica de Faria e Maia à conceção eclética de Ferrer Neto Paiva e à dos seus sucessores irá servir-nos de condutor para procurar compreender o seu pensamento sobre o fundamento do direito, em que, apoiado na conceção de Kant, se distancia da solução krausista de índole jusnaturalista dos mestres da Faculdade de Direito.
