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DHFA - Dissertações de Mestrado / Master Thesis

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Dissertação de Mestrado. Nível intermédio de uma dissertação (4 ou 5 anos de estudo). Contempla também dissertações do período pré-Bolonha para graus académicos que agora são reconhecidos como grau de mestre.
(Aceite; Publicado; Actualizado).

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Recent Submissions

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  • O Convento de Nossa Senhora da Conceição em Ponta Delgada. Intervenções arquitetónicas em função das alterações de uso.
    Publication . Franco, Paulo André da Luz; Albergaria, Isabel Soares de
    Este trabalho debruça-se sobre o mosteiro de Nossa Senhora da Conceição, o último mosteiro feminino construído em Ponta Delgada e o único da Ordem da Imaculada Conceição. Após a extinção do mosteiro, os edifícios continuaram a ser utilizados, sofrendo várias intervenções para albergar o Governo Civil do Distrito de Ponta Delgada e os diversos serviços públicos que aí se instalaram. A cerca e alguns edifícios de origem conventual foram sacrificados para dar resposta às novas necessidades da cidade, com a abertura da Rua Formosa no final do século XIX, criando uma frente sul, que deu origem ao Palácio da Conceição. As transformações ocorridas e a importância dos usos instalados fizeram esquecer a memória das suas funções conventuais. Essa memória só foi recuperada com as intervenções do século XXI. Na sequência dessas intervenções, foi realizado este estudo que permitiu, através de análise histórica, concluir sobre a utilização continuada do edifício, o que garantiu que boa parte da estrutura primitiva conventual fosse preservada, apesar das transformações que o edifício sofreu. A mesma análise permitiu perceber como a cerca conventual foi decisiva na dinâmica urbanística de crescimento da cidade no final do século XIX.
  • A expressão e a comunicação verbal na espiral da comunidade de investigação filosófica
    Publication . Silveira, Margarida Rodrigues Viegas da; Silva, Maria Madalena Marcos Carlos Teixeira da; Carvalho, Magda Costa
    Esta Dissertação intitula-se “A expressão e a comunicação verbal na espiral da comunidade de investigação filosófica” e é o resultado do trabalho final elaborado para a conclusão do Mestrado em Filosofia para Crianças da Universidade dos Açores. “Como é que a realização de sessões em comunidade de investigação filosófica que têm como ponto de partida obras de Literatura Infantil pode promover a expressão e a comunicação verbais das crianças?” – foi a pergunta inicial que deu origem à investigação. Esta pergunta foi motivada pelo nosso trabalho enquanto professora do 1.º Ciclo do Ensino Básico numa escola dos Açores (Portugal) e por termos vivenciado a metodologia da comunidade de investigação filosófica, pela primeira vez, quando iniciámos este Mestrado. Essa experiência acrescentou à nossa prática educativa a suspeita de que a Literatura se pode constituir como uma inestimável aliada da Filosofia, na promoção de um ambiente propício à verbalização conjunta de pensamento, e levou-nos a querer investigar alguns dos benefícios que podem ocorrer aquando da junção de ambas. Para tentar dar resposta à pergunta inicial, aprofundámos os nossos conhecimentos de como, quando e onde surgiu o termo comunidade de investigação filosófica, o método escolhido para implementar o Programa original da Filosofia para Crianças. Com as características da comunidade de investigação filosófica identificadas, procurámos situá-las no movimento da chamada Filosofia para/com Crianças e explorámos algumas das implicações da adoção deste método na Educação. Numa tentativa de compreender a possível relação entre a realização de sessões em comunidade de investigação filosófica e a promoção da verbalização, ressaltamos a ligação existente entre a expressão e a comunicação verbais e a leitura de obras de Literatura Infantil no Ensino Básico. Ao longo deste trabalho, procurámos aprofundar os nossos próprios conhecimentos sobre os conceitos relacionados com o tema que escolhemos, recolhendo as informações necessárias no trabalho de alguns dos autores que já se debruçaram sobre o assunto e tentando aplicar esses conhecimentos na prática com a nossa própria comunidade de investigação filosófica. Concluímos que a exploração de obras de carácter literário pode promover um exercício de verbalização imaginativa que permite aos membros da comunidade de investigação, sobretudo quando são crianças, uma disponibilidade e um envolvimento crescentes com os temas do diálogo, fundamental para a exploração filosófica dos mesmos.
  • O Património Cultural nos Manuais Escolares do Estado Novo: O discurso patrimonial como meio educacional de propagação ideológica
    Publication . Puga, Cristina Maria de Magalhães Machado; Albergaria, Maria Isabel Whitton Terra Soares de; Medeiros, Pilar Sousa Lima Damião de
    Esta dissertação analisa a utilização do património cultural como instrumento de disseminação ideológica nos manuais escolares do Estado Novo. Durante o regime ditatorial em Portugal, estes materiais pedagógicos foram meticulosamente elaborados para transmitir e consolidar os valores e diretrizes do governo, assegurando que todas as crianças recebessem uma formação uniforme e controlada pelo regime. Os livros únicos desempenharam um papel central nesse processo, sendo os únicos suportes didáticos autorizados nas escolas. Através destes livros, procurava-se influenciar a mentalidade dos jovens, incutindo-lhes uma perspetiva específica da história, da cultura e da sociedade portuguesa. O património cultural foi explorado de forma estratégica, selecionando-se monumentos, tradições e figuras históricas visando legitimar a identidade nacional e fortalecer a ideologia do regime. A narrativa patrimonial nos manuais escolares transcendia a mera transmissão de conhecimento académico, promovendo um sentimento de identidade coletiva alinhada com os interesses do Estado Novo. Esta investigação analisa a iconografia do património cultural nos manuais escolares, com o intuito de desvendar os mecanismos de controlo e influência implementados pelo regime na educação, bem como os impactos dessa estratégia na formação das gerações que cresceram nesse período. Para tal, estudamos as ilustrações apresentadas nos livros únicos da primeira, segunda, terceira e quarta classes, estabelecendo uma categorização fundamentada teoricamente, para compreender de que forma a construção social foi moldada pelo discurso patrimonial. O estudo visa aprofundar a compreensão das técnicas de manipulação impostas pelo Estado Novo e os seus reflexos na formação da identidade nacional e social dos portugueses.
  • A Política Energética Portuguesa: Um caso de Estudo dentro da União Europeia
    Publication . Cabral, Simão Pedro Dias Ramos Melo; Andrade, Luis Manuel Vieira de; Rocha, Miguel Estanqueiro
    O Estudo centra-se no necessidade de compreender de que forma a Política Energética Portuguesa se tem vindo a alterar ao longo do tempo, procurando enquadrar as mesmas no âmbito da União Europeia e das políticas que esta tem vindo a adotar. Os objetivos procurados são: 1) Compreender a mudança de paradigma a nível Nacional e Europeu; 2) Compreender os fatores que levam ás alterações de comportamento e decisões por parte das lideranças políticas; 3) Perceber de que forma os objetivos de curto e médio prazo estão a ser prosseguidos; 4) e finalmente retirar algumas conclusões das perspetivas de longo prazo para um sector que é essencial para a vivência humana. Pretende seguir uma metodologia teórica, recorrendo a autores consagrados na área da geopolítica e da geoestratégia, com foco na vertente energética e na forma como o sector influência o jogo da Política e das Relações Internacionais, mas olhando também para o âmbito climático e o impacto que o sector da energia tem vindo a ter sobre o mesmo. O estudo será desenvolvido sobretudo com base nos planos oficiais declarados pelo Plano Nacional para a Energia e Clima do decénio 2020-2030, recorrendo ainda a todo um vasto leque de legislação e planos de ação a nível multinacional, sobretudo dentro da União Europeia. A análise dos Planos e dos objetivos traçados, não obstante as alterações de montra provocadas pela mudança súbita de Status Quo no continente Europeu em Fevereiro de 2022, pretende demonstrar que o caminho para uma Europa mais Verde e mais Sustentável está já a ser trilhado e que Portugal pode e deve ter um papel de destaque, por força não apenas da sua posição de destaque a nível geográfico, mas também pela influência que a capacidade Diplomática Portuguesa, no âmbito das diversas comunidades Internacionais das quais faz parte, pode ter na prossecução de objetivos concretos e ambiciosos para alterar profundamente o modo como pensamos, produzimos e consumimos a Energia.
  • João António Gomes Vieira e o Museu das Flores: Uma vida dedicada ao colecionismo e estudo do património cultural açoriano
    Publication . Silveira, Nina Cecília Mendonça; Albergaria, Maria Isabel Whitton Terra Soares de; Vieira, Luís Filipe Nóia Gomes
    A constatação da reduzida produção de estudos e reflexões acerca das personalidades ligadas à museologia açoriana, assim como do papel que desempenharam nas instituições que integraram e da bibliografia que produziram, motivou a escolha do tema da presente dissertação. O estudo de caso centrado em João António Gomes Vieira, colecionador, fundador e primeiro diretor do Museu das Flores, permitiu acompanhar as diversas etapas do seu percurso pessoal e profissional, assim como do processo colecionístico, o que, por sua vez, possibilitou uma maior compreensão da própria trajetória do Museu das Flores, da sua história e museologia. Divulgar e preservar a sua história, transmitindo o seu legado às gerações presentes e futuras foram os principais objetivos deste trabalho. Pretendemos, igualmente, preencher uma lacuna no estudo da museologia açoriana, mas, também, destacar a importância de reconhecer e honrar os contributos individuais para o desenvolvimento cultural e histórico de uma região. Atualmente, importa olhar para o passado como uma fonte de lições valiosas que ajudem a compreender e enfrentar os desafios do presente e a perspetivar o futuro de forma informada e consciente.
  • Sociomuseologia em contexto desportivo: um caso prático de inclusão sociocultural e de desenvolvimento museológico conexo à matriz do desporto infanto-juvenil
    Publication . Furtado, Pedro Miguel Baptista; Medeiros, Pilar Sousa Lima Damião de
    Fará sentido procurar uma relação íntima entre o conceito teórico de Sociomuseologia, a aplicação prática da Museologia Social e o fluxo de públicos e de jovens atletas que exprimem o desporto infanto-juvenil? O trabalho desenvolvido, apresentado na forma de dissertação académica, procura isso mesmo: obter uma resposta pragmática para esta ligação tripartida procurando explorar uma série ampla de caminhos teóricos e de circunstâncias quotidianas com vista à apresentação de uma solução efetiva, prática e exequível, que possa servir de âncora à inclusão social, à educação cultural e ao desenvolvimento do desporto jovem de formação em torno de uma comunidade específica. A investigação centra o seu estudo num caso real, circunscrito ao território geográfico da ilha de São Miguel, nos Açores, com particular incidência para o contexto social, educativo, cultural e desportivo que representa e envolve o maior concelho deste arquipélago, o de Ponta Delgada. As pessoas e as suas circunstâncias do presente são o centro desta investigação, procurando-se através dos caminhos da educação, dos instrumentos da cultura e dos valores do desporto jovem potenciar a inclusão, o crescimento e o desenvolvimento social e humano de todos.
  • O Património Baleeiro na Construção Identitária dos Açores: O Impacto na Comunicação e no Marketing
    Publication . Dâmaso, Carlota Teixeira; Costa, Susana Goulart; Tiago, Teresa Borges
    A notoriedade crescente que se verifica da Região Autónoma dos Açores em contextos regionais, nacionais e internacionais, e a diversidade de públicos que procura os Açores pela proximidade ao mar, levaram-nos a aprofundar o estudo da matéria relacionada com a identidade açoriana. O impacto que a indústria baleeira teve para o arquipélago, por ser uma atividade transversal às nove ilhas, e a condição de ilhéu, permitiram que o açoriano desenvolvesse uma a ligação muito íntima com o mar e, como consequência, adotasse o património baleeiro, e por sua vez o cachalote, como representação da essência de um povo, personificando o animal em produtos, campanhas promocionais, material de divulgação e experiências memoráveis relativas à Região. Este estudo visa entender a influência do património baleeiro açoriano na criação das estratégias de comunicação e marketing para a promoção da Região e propor uma reflexão sobre o papel do património baleeiro regional e respetiva preservação.
  • O ridículo racional: (des)construções com a infância
    Publication . Costa, Ana Cristina Dias da Rocha e; Silva, Maria Madalena M. C. Teixeira da; Silva, Rui Jorge Sampaio; Carvalho, Magda Costa
    O presente estudo procura enquadrar a literatura como promotora de pensamento filosófico no âmbito da comunidade de investigação, sobretudo a partir do que consideramos serem figuras literárias disruptivas de racionalidade. Assim, começamos por debruçar-nos sobre o poder da linguagem na promoção do pensamento e sobre o seu papel na reconstrução de conceitos. A este propósito, analisamos o próprio conceito de literatura infantil. Prosseguimos procurando enquadrar a relação entre filosofia e literatura, enquanto potenciadoras desse pensamento reconstrutor. Abordam-se de seguida as características da literatura que questiona as coerências lógicas do mundo e, neste sentido, que recria conceitos recorrendo a figuras disruptivas de racionalidade, nomeadamente ao nonsense. A dada altura da nossa investigação no âmbito do trabalho filosófico na/da/pela infância, surgiu a necessidade de perspetivar uma capacidade de pensar, problematizar e questionar o mundo, e de o (re)construir, que se pode atribuir com mais frequência às crianças. E, neste sentido, colocam-se várias questões: será a racionalidade um construto idealizado, interdependente daquilo que é considerado como disparate, ridículo e absurdo? Será a racionalidade um conceito passível de ser (des)construído pela infância? Neste âmbito, propomo-nos aprofundar as noções de “disparate”, “ridículo” e “absurdo” ao tentarmos perceber - se podem existir e quais são - as implicações de brincar com as palavras no pensamento filosófico na/da/pela infância. Pelo menos desde a década de 70 do século XX vários autores defendem que as crianças são capazes de elaborar pensamentos filosóficos complexos, que têm o direito de fazer filosofia e, até, de contribuir com as suas ideias para a reconstrução da própria história da filosofia. Assim, o acima mencionado constitui uma provocação do pensamento e um questionamento na comunidade de investigação filosófica a partir da linguagem utilizada e do poder atribuído às palavras. Estas são entendidas como portais para ideias inusitadas e interrogações “pro-vocadoras”, colocando em causa alguns conceitos e questionando os pressupostos em que comummente assentam. Neste contexto, tentamos situar as figuras de desrazão no panorama da literatura infantil portuguesa, enquanto possíveis facilitadoras do pensamento filosófico em comunidade de investigação filosófica, através da análise de duas obras que recorrem a figuras literárias disruptivas de racionalidade: O Brincador, de Álvaro Magalhães, e Posso falar-te em verso?, de António Torrado.
  • Topografias filosóficas dos (des)encontros da comunidade de investigação filosófica e (no) ambiente escolar
    Publication . Carvalho, Nális Torres de; Carvalho, Magda Costa; Kohan, Walter
    O presente trabalho incorpora-se ao Mestrado em Filosofia para Crianças, da Universidade dos Açores, sendo o resultado do ecoar de várias vozes: as das infâncias nas sessões, pensadoras e pensadores que contribuíram com reflexões teóricas, e também de elementos que constituem a acústica do trabalho em oficina de investigação filosófica (o tapete). Ou seja, pelas vivências do tapete filosófico nas oficinas, desde o momento de sua confecção, uso e reflexões posteriores às atividades, observou-se que a educação, o ambiente escolar, a sala de aula, o tapete, as oficinas filosóficas e as infâncias podem ser lugares de (des)encontros. O processo dessa reflexão teve como catalisador a fala do menino Vitor Hugo (7 anos): “Aqui a gente pode falar o que pensa”. Desta forma, a presente Dissertação tem por objetivo investigar e aprofundar filosoficamente algumas topografias que emergem na relação com as oficinas de investigação filosófica em comunidade por meio de uma revisão crítica de literatura relacionada ao tema, tendo como bússola os conceitos de heterotopias (Michel Foucault, 2013a), transgressão e educação como prática da liberdade (bell hooks, 2017), as contribuições de Murris (2016) e seu pensamento crítico sobre (des)colonização da infância e contribuições de um processo de descolonização da educação (Rufino, 2021). No Capítulo 1, serão trabalhadas reflexões sobre o espaço da educação. Um espaço constituído por camadas, tramas e histórias. No Capítulo 2, o foco será refletir sobre a noção de comunidade de investigação filosófica, a noção de oficinas de investigação filosófica em comunidade, bem como o tapete filosófico. No Capítulo 3, ver-se-á que esses espaços, que surgem dos encontros das infâncias com as oficinas de investigação filosófica em comunidade, podem ocorrer sobrepondo-se a espaços já existentes, criando outros ou até transgredindo as normas vigentes. Chamar-se-á a atenção para o fato de que as relações que ocorrem são permeadas de relações de poder e saber e que a tomada de consciência dessa situação conduz a reflexões sobre (des)colonização dos territórios da infância e da educação.
  • Musicando e Filosofando para crianças - das vivências ao pensamento em comunidade de investigação
    Publication . Pacheco, Ana Mónica Silva; Carvalho, Magda Costa; Constância, Ana Paula de Medeiros Andrade
    Nesta Dissertação procuramos indagar sobre a aproximação entre a música e a Filosofia para Crianças, através da abordagem da comunidade de investigação (Sharp, 1987; Kennedy, 2020), desafiando e provocando o diálogo filosófico a partir da composição de 12 propostas de atividades práticas. A música faz pensar uma comunidade de investigação filosófica? É esta a pergunta com que abrimos a nossa investigação e com a qual nos propusemos a questionar o poder que a música pode revelar numa investigação filosófica em comunidade. A nota de abertura da investigação Dó é pautada pelos porquês da música – origem, valor e sentido – e da comunidade de investigação filosófica – modelo filosófico e educativo desenvolvido por Matthew Lipman, Ann Sharp e outros colaboradores do IAPC: Institute for the Advancement of Philosophy for Children (Montclair State University, EUA). A partir deste estudo teórico, experimentamos entrecruzar a música e a filosofia, harmonizando-as com as vivências das crianças e procurando descobrir: o humano (Ana Paula Andrade, 2020; Kohan, 2018), a canção (Silveira & Rebelo, 2012), o silêncio (Lone, 2010; Cage, 1952), o gesto (Beethoven, 1808; Kennedy, 2020), o criar (Sharp, 1987), as vivências escolares (Andrade, s.d.; Costa Carvalho & Santos, 2018) e a presença da música e da filosofia na escola (Andrade, s.d.). Este andamento Dó foi fundamental para que no segundo, Ré, pudéssemos tocar o pensar da música (Huisman, 1984), do poder da vivência ao poder do pensamento (Dewey, 1959b; 1979) e Da capo «mousiké megiste philosophia» (Kohan, 2018; Platão, Fédon, 61a; Bosso, 2016; 2018), pensando as experiências promovidas pela/com a música no contexto da promoção da investigação filosófica em comunidade. Seguiu-se o andamento Mi, marcado pela tonalidade e ritmo das comunidades de investigação filosófica com quem partilhamos este estudo, bem como por “novas melodias” (Santi, 2016) e o que estas nos deram a pensar, mais especificamente a partir de duas perguntas “será o diálogo filosófico arte?” (Splitter & Sharp, 2008) e “será o facilitador músico/maestro?” (Santi, 2016; 2017). Apresentamos, ainda, algumas propostas de atividades práticas que executamos com/em comunidade de investigação. Concluímos a Dissertação com o andamento Coda, procurando ressoar o vivenciar da música em comunidade de investigação, e criando uma sintonia para experienciar a escuta, a voz, o coração, a música, o pensar. Pensamos, assim, que com esta investigação podemos defender que a música pode tocar o pensar da comunidade de investigação filosófica.