Repository logo
 

DBIO - Livro / Book

Permanent URI for this collection

Browse

Recent Submissions

Now showing 1 - 10 of 19
  • UAciência : Ciências da Engenharia, Exatas, Saúde e Biotecnologia, e Sociais e Humanas, 2012-2019
    Publication . Rodrigues, Armindo, ed.; Gomes, Luís Mendes, ed.
    A produção e circulação de conhecimento feita através de “Revistas científicas da especialidade”, necessariamente em inglês, é hoje a principal via para o reconhecimento e obtenção de autoridade e prestígio académico. Esta realidade de “publish or perish” impôs-se em todas as ciências e geografias, conduzindo ao desinvestimento em publicações em outros idiomas e, assim, eliminando canais de comunicação das instituições científicas com as sociedades em que se inserem. O projeto UAciência surge em janeiro de 2012, numa parceria entre a Universidade dos Açores (UAc) e a revista Açores Magazine, com o principal encargo de abrir um espaço de comunicação permanente entre os cientistas e a sociedade. Em nove anos de existência já foram publicados no UAciência cerca de 200 artigos, incluindo trabalhos de todas as áreas científicas da UAc. Entre 2014 e 2016 o UAciência teve também uma versão num programa radiofónico com a duração de 20 minutos, com periodicidade quinzenal, numa parceria com a rádio Açores TSF. Em cada programa um cientista, entrevistado por um jornalista e um colega residente, apresentava o seu percurso e o seu trabalho, bem como o seu impacto e a sua relação com o seu domínio científico e a sociedade. O UAciência tem contribuído, à sua medida, para a abertura de canais de comunicação entre a academia e a sociedade. Este contributo foi reconhecido em 2015 pela Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica – Ciência Viva – com o Prémio Ciência Viva Montepio Media, que distingue um trabalho de mérito excecional na divulgação da ciência e da tecnologia num órgão de comunicação social português. Esta coletânea de textos, publicados entre 2012 e 2019, sobre uma grande variedade de temas científicos nas ciências do Ambiente, da Terra e da Vida, visa: i) conferir caráter duradouro a publicações originalmente efémeras; ii) comunicar à sociedade, através das escolas e das bibliotecas, a ciência que se faz (e quem a faz) na UAc; e iii) contribuir para o incremento da literacia e cultura científicas da sociedade. [da INTRODUÇÃO]
  • UAciência : Ciências Naturais e do Ambiente, 2012-2019
    Publication . Rodrigues, Armindo, ed.; Gomes, Luís Mendes, ed.
    A produção e circulação de conhecimento feita através de “Revistas científicas da especialidade”, necessariamente em inglês, é hoje a principal via para o reconhecimento e obtenção de autoridade e prestígio académico. Esta realidade de “publish or perish” impôs-se em todas as ciências e geografias, conduzindo ao desinvestimento em publicações em outros idiomas e, assim, eliminando canais de comunicação das instituições científicas com as sociedades em que se inserem. O projeto UAciência surge em janeiro de 2012, numa parceria entre a Universidade dos Açores (UAc) e a revista Açores Magazine, com o principal encargo de abrir um espaço de comunicação permanente entre os cientistas e a sociedade. Em nove anos de existência já foram publicados no UAciência cerca de 200 artigos, incluindo trabalhos de todas as áreas científicas da UAc. Entre 2014 e 2016 o UAciência teve também uma versão num programa radiofónico com a duração de 20 minutos, com periodicidade quinzenal, numa parceria com a rádio Açores TSF. Em cada programa um cientista, entrevistado por um jornalista e um colega residente, apresentava o seu percurso e o seu trabalho, bem como o seu impacto e a sua relação com o seu domínio científico e a sociedade. O UAciência tem contribuído, à sua medida, para a abertura de canais de comunicação entre a academia e a sociedade. Este contributo foi reconhecido em 2015 pela Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica – Ciência Viva – com o Prémio Ciência Viva Montepio Media, que distingue um trabalho de mérito excecional na divulgação da ciência e da tecnologia num órgão de comunicação social português. Esta coletânea de textos, publicados entre 2012 e 2019, sobre uma grande variedade de temas científicos nas ciências do Ambiente, da Terra e da Vida, visa: i) conferir caráter duradouro a publicações originalmente efémeras; ii) comunicar à sociedade, através das escolas e das bibliotecas, a ciência que se faz (e quem a faz) na UAc; e iii) contribuir para o incremento da literacia e cultura científicas da sociedade. [da INTRODUÇÃO]
  • Guia de boas práticas para a apanha de algas nos Açores : O projeto ASPAZOR e o caso-estudo de Asparagopsis spp.
    Publication . Faria, João; Navas Noguera, Daniel; Prestes, Afonso L.; Cacabelos, Eva; Moreu, Ignacio; Martins, Gustavo M.; Pereira, Leonel; Neto, Ana I.
    As macroalgas, sendo organismos fotossintéticos, são uma fonte de oxigénio e um recetor de dióxido de carbono. Elas fornecem habitat, refugio de predadores e um ambiente seguro para a desova e viveiro de muitas espécies. São ricas em minerais e vitaminas, proteínas, aminoácidos essenciais, ácidos gordos e fibras alimentares, e por isso usadas na alimentação humana. […]. A colheita manual deve ser favorecida à colheita mecânica. […].
  • A guide for good harvesting practices of macroalgae in Azores (NE Atlantic) : The project ASPAZOR and the case study of Asparagopsis spp.
    Publication . Faria, João; Navas Noguera, Daniel; Prestes, Afonso L.; Cacabelos, Eva; Moreu, Ignacio; Martins, Gustavo M.; Pereira, Leonel; Neto, Ana I.
    Surely, most of the people at large have said or heard that seaweeds are only “plants of the sea”, which can be smelly when lying at the beach, without being aware of how important they are in the marine ecosystem (Mouritsen, 2013). Roughly, seaweeds, also known as macroalgae, are eukaryote, multicellular and macroscopic benthic algae, normally attached to firm substrata, mostly on rocky shores (Adams, 1994; Dawes, 1998; Rosas-Alquicira et al., 2012; Hurd et al., 2014). They are essentially found in the marine environment, although they may occur in brackish or even freshwater environments (Neto et al., 2005; Neto & Pinto, 2018). All seaweeds are algae, but not all algae are seaweeds, e.g. the microscopic algae, known as microalgae and/or phytoplankton (Mouritsen, 2013). Nevertheless, all seaweeds, at some point of their life cycle, are microscopic or unicellular, either as spores or as zygotes (Amsler & Searles, 1980; Lobban & Harrison, 1994). As with higher plants, they are oxygenic photosynthetic organisms, but here most algae cells contain the green pigment chlorophyll a that captures the needed sun’s energy for photosynthesis, the process of building energy-rich compounds (carbohydrates) from CO2 and the macro and micro nutrients available in the water (Mouritsen, 2013; Barsanti & Gualtieri, 2014; Neto & Pinto, 2018). Yet, they differ from plants in the determinant fact that they do not have true tissues, such as leaves, steams, roots or a transporting network, and neither produce flowers or seeds (Mouritsen, 2013; Neto & Pinto, 2018). Instead, they have an undifferentiated vegetative tissue called thallus, which is the plant body and may be simple or composed by a blade or frond (structure similar to a leaf) and a stipe or axis (similar to a stem). Some of them are attached to the substratum by a holdfast, whereas other use rhizoids or stolon-like structures (Neto et al., 2005). Moreover, seaweeds use simple reproductive structures to complete their life cycle by releasing gametes or spores into the environment (Barsanti & Gualtieri, 2014; Neto & Pinto, 2018). […].
  • Guia de campo dos cetáceos dos Açores
    Publication . Fernandez, Marc; Faria, João; Cravinho, Miguel; Neto, Ana I.; Azevedo, José M. N.
    Os Cetáceos (baleias e golfinhos) são um dos 5 grupos de mamíferos marinhos, juntamente com os pinípedes (focas, otárias e morsas), os sirénios (manatins e dugongos), as lontras e os ursos polares. Evidências moleculares e fósseis sugerem que baleias e golfinhos incluem-se dentro dos artiodáctilos, o grupo de mamíferos com cascos em número par, e.g. porcos, vacas e hipopótamos.
  • Guia do Ilhéu de Vila Franca do Campo
    Publication . Faria, João; Álvaro, Nuno V.; Costa, Tarso; Azevedo, José M. N.; Neto, Ana I.
    O ilhéu de Vila Franca do Campo é uma cratera vulcânica afundada e quase circular que está localizada a 400 metros de Vila Franca do Campo, na costa sudeste da ilha de São Miguel. [...]. Em 1983 a área terrestre do Ilhéu foi declarada Reserva Natural pelo Governo Regional dos Açores. Em 2004 a área de reserva foi incrementada para incluir a zona marítima adjacente num perímetro de 350 metros. Atualmente integra o Parque Natural de Ilha de São Miguel como área protegida para a gestão de habitats e espécies. O seu estatuto de conservação prevê a proteção do património florístico (nomeadamente as espécies endémicas), a conservação da fauna (em especial das aves marinhas que utilizam o local para nidificação e rota migratória), a proteção dos valores geológicos e a preservação do património paisagístico e cultural. [...].
  • Graciosa, Açores. A capital do mergulho
    Publication . Neto, Ana I.; Azevedo, José M. N.
    Em qualquer mergulho na costa da Graciosa é visível a complexidade estrutural do ambiente, com pontas rochosas alternando com aglomerados de calhau ou de blocos, grutas, arcos e destroços de navios afundados. Mesmo a monotonia do fundo arenoso é quebrada por recifes e baixas. Esta multiplicidade de ambientes proporciona uma grande riqueza de nichos ecológicos. Os organismos estruturantes são as macroalgas marinhas, que exibem formas e cores luxuriantes, forrando a rocha na sua quase totalidade. Entre as algas podem encontrar-se muitas espécies de invertebrados: das vibrantes estrelas-do-mar vermelhas até aos minúsculos nudibrânquios, autênticas jóias submarinas. Sobre o fundo nadam inúmeros e coloridos peixes das várias espécies, a mansidão e abundância dos meros continuando a encantar hoje como o fizeram nos anos 60 ao Prof. Luiz Saldanha. Em zonas mais sombrias observam-se facilmente corais negros, raros noutras paragens. Nas numerosas baixas passam jamantas, tubarões e tartarugas. O litoral da Graciosa, cheio de vida, apresenta um padrão diversificado de cores e de formas que faz com que o mergulho seja sempre motivo de interesse e satisfação.
  • Guia para definição de biótopos costeiros em ilhas oceânicas
    Publication . Wallenstein, Francisco; Neto, Ana I.; Álvaro, Nuno V.; Tittley, Ian; Azevedo, José M. N.
    Este manual tem como finalidade a descrição de uma série de metodologias para a recolha e análise de dados a utilizar na definição de biótopos costeiros. Estas metodologias foram desenvolvidas para uso lato em ilhas oceânicas, como forma de ultrapassar a inaplicabilidade das abordagens existentes a comunidades de algas dominadas por musgos. A necessidade de comparar comunidades no espaço e no tempo requer que estas sejam monitorizadas de forma comparável, o que só é possível quando se aplicam métodos idênticos. Este manual foi concebido para ajudar a alcançar estes objectivos. O leitor é provido de informação de base sobre os habitats costeiros específicos de ilhas oceânicas, em particular dos Açores, cujas características influenciam a estrutura de comunidades algais e as espécies chave que as caracterizam no contexto da flora global. Ilucida-se o leitor sobre vários problemas taxonómicos que podem surgir aquando da implementação destas metodologias, nomeadamente no manuseamento das principais categorias algais características das comunidades costeiras. A distribuição vertical dos organismos, relativamente ao nível das marés e em profundidade é uma característica importante das costas das ilhas oceânicas e é brevemente abordada, enfatizando a principal forma de expressão das comunidades marinhas açorianas – o musgo algal. Há um vasto historial de estudos ecológicos costeiros, uns meramente descritivos, outros quantitativos, que recorrem a vários métodos estatísticos e numéricos para classificação de comunidades. A informação de base é complementada com a utilização prática da classificação de biótopos e a sua aplicação à gestão de conservação. A secção mais importante do manual expõe o método de levantamento de dados em campo, apresentado como um protocolo de prioridades, começando pela escolha do local, seguida do registo de propriedades físicas do meio ambiente e levantamentos estratificados com registo quantitativo de taxa ao longo de transeptos. Segue-se um protocolo para a análise numérica dos dados e as resultantes fichas técnicas dos biótopos identificados nas ilhas de Santa Maria e São Miguel, onde são listadas as espécies constituintes e apresentadas breves descrições ecológicas.
  • Ilha Graciosa
    Publication . Neto, Ana I.; Azevedo, José M. N.; Wallenstein, Francisco; Álvaro, Nuno V.
    Neste guia propomos ao leitor um passeio pelo litoral da ilha, iniciando o percurso pelos Paúis de Santa Cruz, situados no centro da vila do mesmo nome. No Rossio em frente à Câmara Municipal de Santa Cruz destacam-se hoje dois grandes tanques (Fig. 1), os designados Paúis de Santa Cruz. Estes tanques constituem o que resta de uma primitiva laguna, resultante do prolongamento para terra da Calheta das Fontaínhas, a qual estaria ainda rodeada de uma zona pantanosa com alguma extensão. A presença abundante de água doce terá sido uma das razões determinantes para a fixação de um povoado neste local, logo na década de 1470. Já o cronista Gaspar Frutuoso, cerca de um século mais tarde, refere que a água dos Paúis de Santa Cruz era utilizada tanto para consumo humano como para matar a sede ao gado. Mais tarde a laguna foi protegida das incursões do mar por muros, e escavada de forma a interceptar a nascente do aquífero basal. Este foi o início de uma redução em área e de uma artificialização que culminou no estado actual, em que o fundo foi impermeabilizado, sendo o respectivo abastecimento efectuado por águas pluviais. No entanto, até à data da última intervenção os Paúis continham ainda alguns valores naturais de interesse, como uma população residente de enguias.
  • Santa Maria - Zona Entre-Marés
    Publication . Neto, Ana I.; Wallenstein, Francisco; Silva, Tito; Álvaro, Nuno V.; Tittley, Ian
    Santa Maria é a ilha mais antiga (cerca de 8 Ma) e mais Oriental do arquipélago dos Açores (Fig. 1), situada a cerca de 430 km a Leste da Crista Média Atlântica. A ilha apresenta duas áreas com morfologias distintas: a parte Ocidental é achatada e apresenta extensas plataformas que atingem altitudes de aproximadamente 250 m acima do nível do mar; a parte Oriental é muito irregular e atinge altitudes na ordem dos 450 m. A faixa costeira estende-se ao longo de um perímetro de cerca de 64 km, correspondente a aproximadamente 7,5 % da extensão do litoral açoriano. A tipologia costeira actual resulta da antiguidade da própria ilha e de várias submersões, responsáveis pela aglomeração de rochas sedimentares marinhas (e.g. conglomerados marinhos, calcarenitos fossilíferos e arenitos) em vertentes e arribas costeiras da ilha, dotando-a de um valor geológico particular e inexistente no restante arquipélago.