DBIO - Livro / Book
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Browsing DBIO - Livro / Book by Subject "Azores"
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- Flora marinha do litoral dos AçoresPublication . Neto, Ana I.; Tittley, Ian; Raposeiro, Pedro M.“[…]. O principal objectivo deste livro é fornecer informação útil aos visitantes da zona das marés nos Açores e chamar a sua atenção para estas plantas muitas vezes ignoradas. Existem cerca de 400 espécies de macroalgas marinhas nos Açores. As maiores são fáceis de encontrar, mas muitas só são visíveis à lupa ou microscópio. Neste livro incluem-se descrições e ilustrações de 46 espécies (44 algas, 1 cianobactéria, 1 líquen) relativamente fáceis de encontrar e identificar. Os leitores são elucidados sobre a melhor forma de as encontrar, bem como sobre aspectos básicos da respectiva morfologia e valor natural e/ou comercial. Para os leitores interessados, são ainda sugeridas publicações mais especializadas sobre o assunto. O livro inclui um glossário com os termos técnicos utilizados nas descrições apresentadas.”
- Graciosa, Açores. A capital do mergulhoPublication . Neto, Ana I.; Azevedo, José M. N.Em qualquer mergulho na costa da Graciosa é visível a complexidade estrutural do ambiente, com pontas rochosas alternando com aglomerados de calhau ou de blocos, grutas, arcos e destroços de navios afundados. Mesmo a monotonia do fundo arenoso é quebrada por recifes e baixas. Esta multiplicidade de ambientes proporciona uma grande riqueza de nichos ecológicos. Os organismos estruturantes são as macroalgas marinhas, que exibem formas e cores luxuriantes, forrando a rocha na sua quase totalidade. Entre as algas podem encontrar-se muitas espécies de invertebrados: das vibrantes estrelas-do-mar vermelhas até aos minúsculos nudibrânquios, autênticas jóias submarinas. Sobre o fundo nadam inúmeros e coloridos peixes das várias espécies, a mansidão e abundância dos meros continuando a encantar hoje como o fizeram nos anos 60 ao Prof. Luiz Saldanha. Em zonas mais sombrias observam-se facilmente corais negros, raros noutras paragens. Nas numerosas baixas passam jamantas, tubarões e tartarugas. O litoral da Graciosa, cheio de vida, apresenta um padrão diversificado de cores e de formas que faz com que o mergulho seja sempre motivo de interesse e satisfação.
- Guia de boas práticas para a apanha de algas nos Açores : O projeto ASPAZOR e o caso-estudo de Asparagopsis spp.Publication . Faria, João; Navas Noguera, Daniel; Prestes, Afonso L.; Cacabelos, Eva; Moreu, Ignacio; Martins, Gustavo M.; Pereira, Leonel; Neto, Ana I.As macroalgas, sendo organismos fotossintéticos, são uma fonte de oxigénio e um recetor de dióxido de carbono. Elas fornecem habitat, refugio de predadores e um ambiente seguro para a desova e viveiro de muitas espécies. São ricas em minerais e vitaminas, proteínas, aminoácidos essenciais, ácidos gordos e fibras alimentares, e por isso usadas na alimentação humana. […]. A colheita manual deve ser favorecida à colheita mecânica. […].
- Guia de campo dos cetáceos dos AçoresPublication . Fernandez, Marc; Faria, João; Cravinho, Miguel; Neto, Ana I.; Azevedo, José M. N.Os Cetáceos (baleias e golfinhos) são um dos 5 grupos de mamíferos marinhos, juntamente com os pinípedes (focas, otárias e morsas), os sirénios (manatins e dugongos), as lontras e os ursos polares. Evidências moleculares e fósseis sugerem que baleias e golfinhos incluem-se dentro dos artiodáctilos, o grupo de mamíferos com cascos em número par, e.g. porcos, vacas e hipopótamos.
- Guia do Ilhéu de Vila Franca do CampoPublication . Faria, João; Álvaro, Nuno V.; Costa, Tarso; Azevedo, José M. N.; Neto, Ana I.O ilhéu de Vila Franca do Campo é uma cratera vulcânica afundada e quase circular que está localizada a 400 metros de Vila Franca do Campo, na costa sudeste da ilha de São Miguel. [...]. Em 1983 a área terrestre do Ilhéu foi declarada Reserva Natural pelo Governo Regional dos Açores. Em 2004 a área de reserva foi incrementada para incluir a zona marítima adjacente num perímetro de 350 metros. Atualmente integra o Parque Natural de Ilha de São Miguel como área protegida para a gestão de habitats e espécies. O seu estatuto de conservação prevê a proteção do património florístico (nomeadamente as espécies endémicas), a conservação da fauna (em especial das aves marinhas que utilizam o local para nidificação e rota migratória), a proteção dos valores geológicos e a preservação do património paisagístico e cultural. [...].
- A guide for good harvesting practices of macroalgae in Azores (NE Atlantic) : The project ASPAZOR and the case study of Asparagopsis spp.Publication . Faria, João; Navas Noguera, Daniel; Prestes, Afonso L.; Cacabelos, Eva; Moreu, Ignacio; Martins, Gustavo M.; Pereira, Leonel; Neto, Ana I.Surely, most of the people at large have said or heard that seaweeds are only “plants of the sea”, which can be smelly when lying at the beach, without being aware of how important they are in the marine ecosystem (Mouritsen, 2013). Roughly, seaweeds, also known as macroalgae, are eukaryote, multicellular and macroscopic benthic algae, normally attached to firm substrata, mostly on rocky shores (Adams, 1994; Dawes, 1998; Rosas-Alquicira et al., 2012; Hurd et al., 2014). They are essentially found in the marine environment, although they may occur in brackish or even freshwater environments (Neto et al., 2005; Neto & Pinto, 2018). All seaweeds are algae, but not all algae are seaweeds, e.g. the microscopic algae, known as microalgae and/or phytoplankton (Mouritsen, 2013). Nevertheless, all seaweeds, at some point of their life cycle, are microscopic or unicellular, either as spores or as zygotes (Amsler & Searles, 1980; Lobban & Harrison, 1994). As with higher plants, they are oxygenic photosynthetic organisms, but here most algae cells contain the green pigment chlorophyll a that captures the needed sun’s energy for photosynthesis, the process of building energy-rich compounds (carbohydrates) from CO2 and the macro and micro nutrients available in the water (Mouritsen, 2013; Barsanti & Gualtieri, 2014; Neto & Pinto, 2018). Yet, they differ from plants in the determinant fact that they do not have true tissues, such as leaves, steams, roots or a transporting network, and neither produce flowers or seeds (Mouritsen, 2013; Neto & Pinto, 2018). Instead, they have an undifferentiated vegetative tissue called thallus, which is the plant body and may be simple or composed by a blade or frond (structure similar to a leaf) and a stipe or axis (similar to a stem). Some of them are attached to the substratum by a holdfast, whereas other use rhizoids or stolon-like structures (Neto et al., 2005). Moreover, seaweeds use simple reproductive structures to complete their life cycle by releasing gametes or spores into the environment (Barsanti & Gualtieri, 2014; Neto & Pinto, 2018). […].
- Santa Maria - Peixes litoraisPublication . Azevedo, José M. N.; Álvaro, Nuno V.; Raposeiro, Pedro M.; Neto, Ana I."A zona litoral é a mais rica em espécies de peixe de todas as subdivisões do meio marinho. Este facto não é imediatamente perceptível pelas estatísticas: das 319 espécies de peixes marinhos existentes nos Açores menos de um terço (88) pode ser considerada litoral. No entanto, devemos ter em conta que a área oceânica correspondente à Zona Económica Exclusiva dos Açores é de 1 milhão de km2 e que a ausência de plataforma continental, faz com que a zona litoral compreenda apenas uma estreita faixa em torno das ilhas. Por isso, o número de espécies dividido pela área em que se encontram é proporcionalmente maior na zona litoral. Esta elevada densidade específica está relacionada com dois factores principais: a orrespondente muito elevada diversidade de ambientes, ampliada pela presença nesta zona de juvenis de espécies cujos adultos frequentam outros locais. […]"
- Santa Maria - Zona Entre-MarésPublication . Neto, Ana I.; Wallenstein, Francisco; Silva, Tito; Álvaro, Nuno V.; Tittley, IanSanta Maria é a ilha mais antiga (cerca de 8 Ma) e mais Oriental do arquipélago dos Açores (Fig. 1), situada a cerca de 430 km a Leste da Crista Média Atlântica. A ilha apresenta duas áreas com morfologias distintas: a parte Ocidental é achatada e apresenta extensas plataformas que atingem altitudes de aproximadamente 250 m acima do nível do mar; a parte Oriental é muito irregular e atinge altitudes na ordem dos 450 m. A faixa costeira estende-se ao longo de um perímetro de cerca de 64 km, correspondente a aproximadamente 7,5 % da extensão do litoral açoriano. A tipologia costeira actual resulta da antiguidade da própria ilha e de várias submersões, responsáveis pela aglomeração de rochas sedimentares marinhas (e.g. conglomerados marinhos, calcarenitos fossilíferos e arenitos) em vertentes e arribas costeiras da ilha, dotando-a de um valor geológico particular e inexistente no restante arquipélago.