Percorrer por autor "Cabral, Joana"
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- Análise fatorial confirmatória : Escala de integração comunitária de adultos com problemas psiquiátricosPublication . Cabral, Joana; Carvalho, Célia; Silva, OsvaldoA Escala de Integração Comunitária de Adultos com Problemas Psiquiátricos (EIC-APP) é um instrumento de medida que foi construído com base num modelo multidimensional de integração comunitária. Para verificar a validade da referida escala numa amostra de 183 indivíduos açorianos, com problemas psiquiátricos, foi feita uma análise fatorial confirmatória com o software AMOS. Os resultados obtidos levaram à redução da escala de 34 para 16 itens, apontando alguns aspectos relevantes para o ajustamento do modelo teórico subjacente.
- Atacar será a melhor defesa? A influência das experiencias precoces e da paranoia na agressividade dos jovens açorianosPublication . Carvalho, Célia; da Motta, Carolina; Cabral, Joana; Caldeira, Suzana Nunes[...]. Tendo em conta que a literatura destaca as experiências de vinculação precoces como principais fatores envolvidos no surgimento da ideação paranoide e dos comportamentos agressivos, o presente estudo explorará a influência dos estilos de relação parental e o papel mediador da ideação paranoide na agressividade durante a adolescência. Para tal, foi administrado um protocolo de avaliação contendo a Escala de Memórias de Calor e Afeto, o Questionário de Experiências de Cuidados e Abuso na Infância, a Escala Geral de Paranóia e o Questionário de Agressividade a uma amostra representativa da população de adolescentes em frequência escolar da ilha de S. Miguel, Açores (n =1816). O objetivo principal deste estudo passa pela caracterização e identificação dos principais preditores envolvidos na manifestação da ideação paranoide, o estudo do papel mediador da ideação paranoide e as suas implicações a nível do comportamento e funcionamento interpessoal. [...].
- Characterization and predictors of community integration of people with psychiatric problems : comparisons with the general populationPublication . Cabral, Joana; Carvalho, Célia; Motta, Carolina; Sousa, MarinaCommunity integration is a construct that an increasing body of research has shown to have a significant impact in well-being and recovery of people with psychiatric problems. However, there are few studies that explore which factors can be associated and predict community integration. Moreover, community integration has been mostly studied in minority groups, and currently literature on the definition and manifestation of community integration in the more general population is scarce. Thus, the current study aims to characterize community integration and explore possible predictor variables in a sample of participants with psychiatric problems (PP, N=183) and a sample of participants from the general population (GP, N=211). Results show that people with psychiatric problems present above average values of community integration, but are significantly lower than their healthy counterparts. It was also possible to observe that community integration does not vary in terms of the socio-demographic characteristics of both groups in this study. Correlation and multiple regression showed that, among several variables that literature present as relevant in the community integration process, only three variables emerged as having the most explanatory value in community integration of both groups: sense of community, basic needs satisfaction and submission. These results also shown that those variables have increased explanatory power in the PP sample, which leads us to emphasize the need to address this issue in future studies and increase the understanding of the factors that can be involved in the promotion of community integration, in order to devise more effective interventions in this field.
- Community integration and shame of mental health problems, in a group of psychiatric patients from the Azores, PortugalPublication . Cabral, Joana; Carvalho, CéliaO presente estudo foi desenvolvido com o objetivo de se perceber a influência do estigma na integração comunitária de uma amostra de indivíduos com problemas psiquiátricos da Região Autónoma dos Açores- Portugal.
- Como são vistos os problemas de saúde mental : A perceção de indivíduos com e sem perturbações psiquiátricas sobre o estigma e as atitudes negativas perante os problemas de saúde mentalPublication . Cabral, Joana; Motta, Carolina; Sousa, Marina; Benevides, Joana; Carvalho, CéliaO desconhecimento referente aos problemas de saúde mental levou a que ao longo dos tempos tenham sido alvo de crenças inapropriadas (Corrigan, 2010). À medida que se foram descobrindo e desenvolvendo novos conhecimentos sobre a saúde mental, estas crenças foram-se alterando (Manderscheid, Ryff, Freeman, McKnight-Eily; Dhingra & Strine, 2010), no entanto, o estigma manteve-se (Schomerus, 2012), sendo que as pessoas com problemas desta natureza continuam a estar sujeitas a perceções negativas, geralmente caracterizadas por medo, estigma, rejeição, exclusão e desvalorização (Link, et al., 1997). O estigma para com pessoas com problemas psiquiátricos é considerado um dos principais obstáculos para a procura de apoio médico (Corrigan, 2004; Ghai, Sharma, Sharma & Kaur, 2013); recuperação e integração social (Corrigan, Markowitz and Watson, 2004), produzindo efeitos muito negativos no seu bem-estar (Perlick, 2001), na qualidade de vida (Corrigan, 2010) e nas relações sociais e familiares (Leff & Warner, 2008) destes indivíduos. Devido ao exposto anteriormente, Rüsch e colaboradores (2010) consideram que o estigma poderá ter consequências mais graves do que as dificuldades decorrentes dos sintomas da própria doença. De acordo com os resultados de um estudo longitudinal Whitly e Campbell, 2014) as pessoas com doença mental grave, com o passar o tempo vão aprendendo a lidar com o estigma que lhes é dirigido, tomando várias medidas para antecipar, prevenir e evitar o mesmo. Um dos fatores que favorece as atitudes relativas aos problemas psiquiátricos é a familiaridade e conhecimento da doença mental, visto que vários estudos sugerem que quanto maior o contacto com pessoas com estes problemas, mais positivas tendem a ser as atitudes perante esta problemática (Carigan et al., 2001 e Dessoki & Hifnaw, 2009, Vezzoli et al., 2007). Torna-se, premente continuar a profundar o conhecimento neste âmbito, visto que vários estudos consideram que o conhecimento deste fenómeno é um pré-requisito vital para a criação de programas eficazes de educação em saúde mental e de combate ao estigma (Vezzoli et al., 2007). Deste modo, o presente estudo tem como objetivo analisar a perceção que indivíduos com e sem perturbações psiquiátricas revelam sobre o estigma e as atitudes relacionadas com os problemas desta natureza.
- Development and Validation of the Response to Stressful Situations Scale in the General PopulationPublication . Carvalho, Célia; Motta, Carolina; Sousa, Marina; Cabral, Joana; Carvalho, Ana Luisa; Peixoto, ErmelindoThe aim of the current study was to develop and validate a Response to Stressful Situations Scale (RSSS) for the Portuguese population. This scale assesses the degree of stress experienced in scenarios that can constitute positive, negative and more neutral stressors, and also describes the physiological, emotional and behavioral reactions to those events according to their intensity. These scenario include typical stressor scenarios relevant to patients with schizophrenia, which are currently absent from most scale, assessing specific risks that these stressors may bring on subjects, which may prove useful in nonclinical and clinical populations (i.e. patients with mood or anxiety disorders, schizophrenia). Results from Principal Components Analysis and Confirmatory Factor Analysis of on two adult samples from general population allowed to confirm a three-factor model with good fit indices: χ2 (144)= 370.211, p = 0.000; GFI = 0.928; CFI = 0.927; TLI = 0.914, RMSEA = 0.055, P( rmsea ≤ 0.005) = 0.096; PCFI = 0.781. Further data analysis on the scale revealed that RSSS is an adequate assessment tool of stress response in adults to be used in further research and clinical settings, with good psychometric characteristics, adequate divergent and convergent validity, good temporal stability and high internal consistency.
- Development and Validation of the Response to Stressful Situations Scale in the General PopulationPublication . Carvalho, Célia; Motta, Carolina; Sousa, Marina; Cabral, Joana; Carvalho, Ana Luisa; Peixoto, Ermelindo BernardoThe aim of the current study was to develop and validate a Response to Stressful Situations Scale (RSSS) for the Portuguese population. This scale assesses the degree of stress experienced in scenarios that can constitute positive, negative and more neutral stressors, and also describes the physiological, emotional and behavioral reactions to those events according to their intensity. These scenarios include typical stressor scenarios relevant to patients with schizophrenia, which are currently absent from most scales, assessing specific risks that these stressors may bring on subjects, which may prove useful in non-clinical and clinical populations (i.e. Patients with mood or anxiety disorders, schizophrenia). Results from Principal Components Analysis and Confirmatory Factor Analysis of two adult samples from general population allowed to confirm a three-factor model with good fit indices: χ2 (144)= 370.211, p = 0.000; GFI = 0.928; CFI = 0.927; TLI = 0.914, RMSEA = 0.055, P(rmsea ≤0.005) = .096; PCFI = .781. Further data analysis of the scale revealed that RSSS is an adequate assessment tool of stress response in adults to be used in further research and clinical settings, with good psychometric haracteristics, adequate divergent and convergent validity, good temporal stability and high internal consistency.
- Forms of Self-Criticizing and Self-Reassuring Scale: Adaptation and early findings in a sample of Portuguese childrenPublication . Carvalho, Célia; Benevides, Joana; Sousa, Marina; Cabral, Joana; Motta, CarolinaBackground Self-criticism is characterized by self-blame and negative selfjudgements, often associated with the onset of psychopathology and interpersonal difficulties. Two forms of self-criticism were conceptualized: the inadequate self (feelings of inadequacy or deficiency), and the hated self (more intense feelings of self-disgust and aggressiveness directed towards the self). On the other hand, the reassured self was conceptualized as the acceptance of past failure and mistakes, which is believed to be a protective factor against psychological problems. Objective: This study is aimed at adapting and presenting preliminary findings on the Forms of Self-Criticizing and Self-Reassuring Scale for Portuguese children (FSCSR-C). Methods: A sample of 127 children participated in this study and were administered a research protocol including the FSCSR-C. Results: after deleting items that presented reliability and saturation problems, exploratory factor analysis with orthogonal rotation yielded a 3-factor solution that explained 49.33 % of the total FSCRS-C scores. The measure revealed a good internal consistency of the 3 factors found in the exploratory analysis: Inadequate self (α = 0.66), hated self (α = 0.73), reassured self (α = 0.69). Convergent and divergent validity were established with measures of shame and emotional intelligence. Conclusions: Self-criticism can make individuals more vulnerable to psychopathology in adult life, and that such internal relationship models may arise early in childhood. Findings indicate that the FSCRS-C is and adequate measure to assess self-criticizing and self-reassuring in children with 8 years old or above. The FSCRS-C may constitute an important contribution for future research and in the development of preventive and intervention strategies for children.
- A new beginning : sintomatologia traumática na sobrevivência à doença oncológica : uma revisão de literaturaPublication . Sousa, Marina; Benevides, Joana; Cabral, Joana; Motta, Carolina; Carvalho, CéliaEnquadramento teórico: A saúde mental sofre influência de uma multiplicidade de fatores, dos quais se destaca a doença física. No caso da doença oncológica, a saúde mental dos doentes e dos seus familiares e/ou cuidadores sofre um impacto significativo, mesmo na fase da sobrevivência. Assim, têm sido conduzidas investigações internacionais ao nível do estudo de fatores e sintomas que se podem tornar potencialmente traumáticos para os sobreviventes e para os seus familiares e/ou cuidadores (e.g pensamentos intrusivos, ativação fisiológica, reexperiencimento). Isto pode também perfazer um diagnóstico de Perturbação de Stress Pós-Traumático (PTSD) e comprometer a adaptação psicológica à sobrevivência. Em Portugal Continental e na Região Autónoma dos Açores (RAA), pouco se conhece sobre o papel de sintomas traumáticos na adaptação dos sobreviventes e dos seus familiares/cuidadores à fase da sobrevivência. Objetivos: Assim, este estudo objetiva realizar uma revisão sistemática da literatura sobre a sintomatologia traumática dos sobreviventes oncológicos e dos seus familiares e/ou cuidadores, conhecendo como aquela influi na saúde mental desta população, em termos de adaptação psicológica à sobrevivência e consequente qualidade de vida. Metodologia: Para tal, será feito um levantamento bibliográfico com recurso a bases de dados para recolha de artigos científicos. Nestas bases de dados serão introduzidas as palavras-chave do estudo, sendo depois selecionados e analisados os artigos científicos que se enquadram na temática. Resultados: A sintomatologia traumática entre a população sobrevivente de doença oncológica, os seus familiares e/ou cuidadores é relevante e clinicamente significativa, o que poderá ajudar a definir a intervenção e a investigação que se espera concretizar nos Açores. Crê-se que a vivência da sobrevivência na nossa Região apresenta contornos específicos pela sobrecarga adicional na vivência da doença oncológica, relacionada com os longos períodos de tempo longe dos seus principais contextos de vida e que, por serem indutores de stress potencialmente traumáticos, acredita-se continuarem a manifestar-se aquando da reintegração destas famílias nas suas áreas de vida. Conclusões: Assim, o estudo/avaliação atempada da sintomatologia traumática e até mesmo da PTSD dos sobreviventes e familiares e/ou cuidadores açorianos, que possibilite uma intervenção e investigação adequadas, torna-se urgente e fundamental a nível médico e psicológico para que se reduzam os custos envolvidos ao nível dos cuidados especializados em saúde.
- Test yourself to be the best : implicações do auto-criticismo na ansiedade face aos testesPublication . Benevides, Joana; Sousa, Marina; Cabral, Joana; Motta, Carolina; Carvalho, CéliaEnquadramento teórico: A ansiedade deriva da experiência de medo e apreensão relacionada com a antecipação de um perigo ou a confrontação com estímulos estranhos ou ameaçadores e determina, no individuo, um estado de tensão e desconforto subjetivo. Mais especificamente, a ansiedade face aos testes/avaliações é tida como um estado emocional experienciado na execução de avaliações envolvendo fatores cognitivos, afetivos e comportamentais que explicam a apreensão dos alunos neste contexto, podendo conduzir ao insucesso e abandono escolar. A ansiedade social, onde se insere a ansiedade face aos testes, parece sofrer a influência de várias variáveis psicológicas, das quais se realça o auto-criticismo que se constitui como um fator de vulnerabilidade no desenvolvimento e manutenção deste quadro psicopatológico. Objetivos: A presente investigação tem como objetivo estudar a relação entre a ansiedade face aos testes e o auto-criticismo numa população adolescente da ilha de São Miguel. Participantes: Participaram no estudo 535 alunos do 6.º, 9.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade, com idades compreendidas entre os 10 e os 20 anos. Registou-se um total de 297 participantes do sexo feminino e 238 do sexo masculino. Instrumentos: Ficha de caracterização sociodemográfica; Questionário Face aos Testes; Escala de Formas do Auto-criticismo e Auto-tranquilização. Procedimentos: A escolha das escolas e das turmas a participar no estudo foi realizada de forma aleatória. Os dados foram recolhidos em contexto sala depois de garantidas todas as autorizações necessárias para a realização do estudo. Para o tratamento dos dados recorreu-se à estatística descritiva e inferencial. Resultados: Verificou-se a presença de correlações estatisticamente significativas entre a ansiedade face aos testes e o auto-criticismo. Conclusão: Face aos resultados salienta-se a importância do auto-criticismo no funcionamento do sujeito, bem da importância de se incorporar em contexto psicoterapêutico a aprendizagem e o desenvolvimento de competências ligadas ao coping face ao fracasso.
