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Caetano de Andrade e a justiça como princípio da sociedade liberal

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Resumo(s)

Caetano de Andrade expõe e debate, em 1870, temas que ganharam relevância com as reformas liberais que procuravam libertar o país dos entraves ao desenvolvimento económico. A discussão do direito de reunião e de associação dos trabalhadores, assim como as virtuosidades da cooperação em termos de concertação social, levam o autor a interrogar-se pelos princípios que poderiam conferir um sentido consistente ao aperfeiçoamento das diversas instituições sociais e políticas e que resistisse a todas as incertezas que os pudessem abalar. Iremos procurar apresentar a argumentação do autor e os princípios em que se apoiou, expondo, em primeiro lugar, a experiência de vários países que fizeram evoluir a sua legislação, consagrando o direito de associação dos operários como princípio basilar dos ideais liberais. De seguida, iremos centrar a atenção nos seguintes tópicos: os fundamentos em que se sustenta o direito de associação das classes operárias e o correlativo direito de petição ou de reclamação dos seus interesses; o diálogo com o utilitarismo e com Proudhon para definir uma conceção de valor e de justiça; a importância da educação para o desenvolvimento duma sociedade justa; finalmente, as virtuosidades da cooperação como forma de harmonizar os interesses das diferentes classes, a fim de salvaguardar o bem¬ estar social e o desenvolvimento económico.

Descrição

Palavras-chave

Caetano de Andrade Albuquerque de Bettencourt (1844-1900) Educação Direito de Associação Liberdade Liberalismo Justiça Utilitarismo Valor

Contexto Educativo

Citação

«Caetano de Andrade e a justiça como princípio da sociedade liberal», em Manuel Sílvio Alves Conde, e Susana Serpa Silva (coord.), "História, Pensamento e Cultura. Estudos em homenagem a Carlos Cordeiro", Ponta Delgada, Nova Gráfica, 2016, pp. 321-349.

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