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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Como romper com a mediatização da violĂȘncia? Como interromper o ciclo mimĂ©tico da violĂȘncia, sem retornar ao seu nĂșcleo mĂtico e sacrificial que subjaz Ă maior parte dos nossos mecanismos para regular a violĂȘncia, incluindo a nossa consciĂȘncia e o nosso ordenamento jurĂdico-polĂtico? Como restaurar algum horizonte de sentido e algum contexto interpretativo da violĂȘncia, sem contribuir para algum tipo de justificação ou legitimação da violĂȘncia na histĂłria?
NĂŁo podemos aqui responder a estas perguntas complexas, mas ter consciĂȘncia que a violĂȘncia atravessa a amplitude de assuntos humanos e nĂŁo se detĂ©m apenas mediante a sua imputação ou justificação moral, a sua administração instrumental, sua regulação jurĂdico-polĂtica, na compensação das injustiças, ou na sua espectacularização pseudo-catĂĄrtica. Ao esboçarem-se novos formatos de violĂȘncia recĂproca e de compensação da violĂȘncia mantĂ©m-se a reprodução da violĂȘncia de uma forma simbĂłlica.
[âŠ].
Descrição
Palavras-chave
ViolĂȘncia VĂtima
Contexto Educativo
Citação
Fontes, Paulo Vitorino (2017). "Repensar a violĂȘncia desde a voz da vĂtima". «DiĂĄrio dos Açores: opiniĂŁo», 28 de novembro de 2017, p. 8.
Editora
Empresa Diårio dos Açores, Lda.
