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Abstract(s)
Bartolomeu do Quental (Fenais da Luz,1626 - Lisboa,1698) tornou-se sobretudo conhecido pela Congregação do Oratório que fundou em Portugal, em 1668. Nos Sermões, em 2 volumes, sobressai a importância de conduzir a relação com os outros segundo critérios de justiça, e são frequentes as denúncias de jogos de influência na distribuição dos cargos públicos, de falta de equidade na administração da justiça, castigando os fracos e protegendo os poderosos, de ocultação da verdade pelo medo de se perder o lugar, de corrupção dos serviços da corte que exploram quem a eles recorre.
Com a preocupação de vencer a indiferença dos ouvintes, a argumentação discursiva procura mostrar-se atrativa por meio de uma certa intensidade dramática. O pregador empenha-se em fazer nascer no auditório a descrença no valor dum mundo ilusório e enganador, colocando-o perante o cenário duma realidade mais recuada que o deverá mobilizar. Há que prender a atenção do público e colocar ao seu dispor exemplos e esquemas práticos de atuação que o façam mudar de vida.
Description
Keywords
Justiça Morte Mundo Poder Reforma de Vida
Pedagogical Context
Citation
Luz, José Luís Brandão da, «Bartolomeu do Quental, pregador da redenção do homem», em Samuel Dimas, Renato Epifânio e Luís Lóia (coord.), “Redenção e Escatologia: Estudos de Filosofia, Religião, Literatura e Arte”, Lisboa: Universidade Católica Editora, 2018, v. II, t. 2, pp. 433-458.
Publisher
Universidade Católica Editora