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  • PRISMAC – Análise, mitigação e gestão do risco de movimentos de vertente potenciados pelas alterações climáticas na Macaronésia.
    Publication . Marques, Rui; Silva, Rui; Silva, Maria João
    O projeto PRISMAC – Análise, Mitigação e Gestão do Risco de Movimentos de Vertente Potenciados pelas Alterações Climáticas na Macaronésia (ref.ª 1/MAC/2/2.4/0112) enquadra-se na necessidade de promover o desenvolvimento sustentável de regiões ultraperiféricas, nas quais fatores meteorológicos adversos, frequentemente agravados pelas alterações climáticas, contribuem para desequilíbrios ambientais e para a ocorrência de catástrofes naturais.
  • Até onde podem chegar as cinzas dos vulcões dos Açores?
    Publication . Ramalho, Margarida; Pimentel, Adriano; Pacheco, José; Coordenação e edição de Armindo Rodrigues (FCT-UAc)
    As erupções vulcânicas explosivas são um dos fenómenos naturais que podem causar maior impacto económico, social e ambiental, pois possuem potencial para afectar vastas áreas terrestres, marinhas e aéreas. Estas erupções podem emitir grandes quantidades de tefra (isto é, fragmentos rochosos de origem vulcânica) e gases para a atmosfera, originando plumas eruptivas verticais que se podem elevar até cerca dos 50 km de altitude.
  • Dia Internacional do Asteroide
    Publication . Gomes, Cláudio; Coordenação e edição de Armindo Rodrigues (FCT-UAc)
    No dia 30 de junho, celebra-se o Dia Internacional do Asteroide, uma data de particular relevância para a Humanidade. Tudo começou em 2014 por uma iniciativa conjunta de Brian May (guitarrista da banda Queen e Doutor em Astrofísica), Grigorij Richters (cineasta conhecido pelo filme “51 Degrees North” sobre a queda de asteroides na Terra), Danica Remy (presidente da Fundação B612 que procura proteger a Terra de impactos destes corpos rochosos) e Russel L. Schweickart (cientista, astronauta da NASA e cofundador da Fundação B612).
  • A água envergonhada
    Publication . Cruz, José Virgílio; Coordenação e edição de Ana Teresa Alves (FCSH-UAc)
    Em algum momento já jogaste às escondidas? Se sim, sabes bem o esforço que os teus amigos fizeram para te encontrar. Com a água subterrânea é similar: está no subsolo, muitas vezes a grande profundidade e ao longo de um tempo apreciável, e só a podemos usar para matar a sede quando a trazemos à superfície. Ou então, quando perde a timidez e brota à superfície em nascentes.
  • Emissões de gases com efeito de estufa: o lado negro das belas lagoas dos Açores
    Publication . Cruz, J. Virgílio; Andrade, César; Coordenação e edição de Armindo Rodrigues (FCT-UAc)
    Nas últimas décadas têm vindo a ser observados níveis crescentes de dióxido de carbono (CO2) e metano (CH4) na atmosfera, muito acima dos valores pré-industriais, resultantes de emissões provenientes de fontes como, entre outras, a combustão de combustíveis fósseis, a desflorestação, as práticas agrícolas ou processos industriais.
  • A tendência crescente da ocorrência de movimentos de vertente na ilha de São Miguel nas últimas décadas
    Publication . Silva, Rui Fagundes
    Os movimentos de vertente (vulgarmente designados por derrocadas ou deslizamentos de terras) são o tipo de perigo natural mais frequente no arquipélago dos Açores, essencialmente devido à natureza vulcânica e às características geomorfológicas das ilhas. Desde o povoamento da ilha de São Miguel, em meados do século XV, há registos da ocorrência de movimentos de vertente, alguns com elevado impacto socioeconómico.
  • impressão digital do vulcanismo sobre a água da chuva
    Publication . Ferreira, Letícia; Andrade, César
    Nas últimas décadas a água da chuva tem sido o objeto de um intenso estudo hidrogeoquímico. A determinação da sua composição possibilita a identificação dos diversos componentes que influenciam as suas propriedades químicas, contribuindo para uma melhor compreensão da dispersão local e regional de elementos, naturais ou poluentes, bem como o seu potencial impacto nos sistemas hidrológicos através de processos de deposição. A formação da água da chuva ocorre através da evaporação de massas de água (oceanos, rios, lagos) que condensam na atmosfera, formando nuvens. A sua composição química resulta da interação entre gotas de água, gases e partículas sólidas presentes na atmosfera, conhecidas como aerossóis. Essa composição exibe uma grande variação tanto geográfica quanto temporal, influenciada por padrões de circulação atmosférica e, principalmente, por emissões locais para a atmosfera, sejam elas de origem natural ou antropogénica.
  • Quando a Terra treme
    Publication . Silva, Rita
    O arquipélago dos Açores está localizado numa região muito particular, onde as placas tectónicas Norte-Americana, Eurasiática e Africana se contactam, definindo um ponto de intersecção designado por Junção Tripla dos Açores. As placas tectónicas são grandes blocos de rocha rígida que correspondem à camada superficial da terra. Elas movimentam-se tão lentamente que não damos por isso e com diferentes velocidades umas das outras, o que potencia a acumulação diferenciada de tensão e, consequentemente, de deformação do material rochoso. Às vezes, quando há grande tensão acumulada, a deformação ultrapassa a resistência do material rochoso, ocorrendo então a sua rotura e a consequente libertação de energia sob a fonte de ondas elásticas, a que chamamos ondas sísmicas. Este momento de rotura é designado de sismo.
  • O estudo de inclusões fluidas como chave para a monitorização quase em tempo real da ascensão magmática durante uma erupção
    Publication . Vittorio, Zanon
    As erupções vulcânicas em ilhas oceânicas como os Açores são pouco frequentes, contudo podem ocorrer quase inesperadamente (caso da erupção ao largo da ilha Terceira, 1998-2001), ou com pouco tempo de aviso (caso da erupção do Fogo em Cabo Verde, 2014-2015), comprovando a existência de elevado risco potencial.
  • Cientistas aos Quadradinhos (II)
    Publication . Cruz, J.V.
    E se nas vinhetas de uma história em banda desenhada se desenrolasse um conflito entre forças opostas assentes no desenvolvimento da ciência e da técnica? De um lado a ciência que suporta benignamente o desenvolvimento da sociedade e, do outro, o progresso científico que atropela sem escrúpulos os limites éticos. Numa das mais famosas séries de banda desenhada franco-belga, As Aventuras de Blake e Mortimer, esta tensão entre o bem e o mal está sempre presente. Criada pelo artista Edgar-Pierre Jacobs (1904-1987), belga de nascimento, a primeira história da série começou a ser publicada em 1946 na revista Tintim. Jacobs produziu oito aventuras, a últimas das quais ficou inacabada, traduzidas em quase 20 línguas e com milhões de livros vendidos. Para sempre considerada um dos marcos históricos da nona arte, ainda hoje a série é continuada por outros desenhadores e argumentistas.