Browsing by Author "Maciel, Graciete Belo"
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- Contribuição para o estudo da flora e vegetação da ilha de S. Jorge (Açores).Publication . Oliveira, José N. B.; Maciel, Graciete Belo; Pereira, Maria João; Moura, Mónica; Furtado, Duarte; Medeiros, Margarida C.Segundo PEREIRA (1982), a superfície agrícola ou utilizada que compreende as culturas anuais, arvenses, frutícolas ou outras em subcoberto é de 8%; a superfície florestal principal dizendo respeito a todo o coberto lenhoso com finalidade produtiva ou de protecção à natureza é de 1.4%; a área de incultos e baldios, na qual se incluem leitos e ribeiras hidrográficas em zonas não habitadas é de 0,6 % e a superfície social ocupada pelos aglomerados populacionais, espaços públicos, arruamentos, aeroportos, orla marítima e molhes, bem como lagos e lagoas é de 0,4%. A flora indígena, i. e. a existente à data do descobrimento da ilha é hoje muito difícil de precisar, sendo certo que, até aos nossos dias, muitas são as espécies vegetais que, voluntária ou involuntariamente foram introduzidas. Ao longo dos anos, as comunidades vegetais foram assim sendo progressivamente constituídas em equilíbrio dinâmico com os factores do meio ambiente e com intervenção Humana. Com ecossistemas muito frágeis e uma diversidade florística bastante variável, estas comunidades vegetais indígenas quase desapareceram, encontrando-se restritas a locais de difícil acesso e ameaçadas pela crescente invasão de exóticas, manifestando por conseguinte uma maior ou menor degradação da sua composição. Observações acerca da distribuição, status e fenologia dos espermatófitos endémicos.
- Contribuição para o estudo da flora e vegetação da ilha do Pico (Açores)Publication . Oliveira, José N. B.; Pereira, Maria João; Maciel, Graciete Belo; Brum, Raul J.; Furtado, Duarte[...]. As comunidades vegetais indígenas dos Açores foram sendo constituídas progressivamente ao longo de milhares de anos em equilíbrio dinâmico com os factores do meio. Com uma diversidade florística bastante variável mas extraordinariamente frágeis estas comunidades vegetais indígenas insulares desapareceram por completo na sua maior parte apenas subsistindo em certos locais de difícil acesso, sem alternativas culturais e onde a agressividade das espécies exóticas ainda não chegou e mesmo nesses locais geralmente manifestando uma maior ou menor degradação da sua composição e estrutura.
- Inventariação, caracterização morfológica e análise da capacidade germinativa de variedades tradicionais de milho (Zea mays L.) cultivadas nas ilhas das Flores e do CorvoPublication . Maciel, Graciete Belo; Silva, Luís; Moura, Mónica; Cid, Manuel; Costa, PauloA XIII Expedição Científica do Departamento de Biologia às ilhas das Flores e do Corvo, teve como principal objectivo dar continuidade aos trabalhos que esta equipa tem vindo a desenvolver, designadamente na ilha de S. Miguel, no âmbito da conservação e preservação das variedades agrícolas tradicionais cultivadas no Arquipélago dos Açores, estendo assim o estudo ao grupo ocidental. Para além da inventariação das variedades tradicionais com maior expressão nestas ilhas, da localização das explorações agrícolas no terreno, da aplicação de um inquérito aos produtores, pretendeu-se também recolher amostras, afim de efectuar a sua caracterização morfológica, a análise da sua capacidade germinativa e, finalmente, conservá-las no Banco de Germoplasma da Universidade dos Açores (*PORBGUA), instalado no Departamento de Biologia, quer na colecção passiva, para a sua preservação, quer na colecção activa, para futuros estudos. De mencionar, que toda a informação recolhida se encontra introduzida na base de dados do referido Germobanco.
- Putting biogeography's cart back behind taxonomy's horse: a response to Triantis et al.Publication . Carine, Mark A.; Jones, Katy; Moura, Mónica; Maciel, Graciete Belo; Rumsey, Fred J.; Schaefer, HannoIn a recent paper, two of us discussed diversity patterns and diversification processes in the Azores flora. Triantis et al. (2012, Journal of Biogeography, 39, 1179-1184) challenged our hypothesis that palaeoclimatic differences had an effect on diversification rates and suggested that area, island age and isolation explain diversity patterns. They did not, however, fully address the results from our subsequent paper, in which we showed that diversity patterns evident from phylogeographic studies differ markedly from those suggested by checklists. Checklists are working hypotheses and we suggest that the discrepancies evident between molecular data and checklists may be indicative of deficiencies in our taxonomic understanding of the Azores flora. Patterns of molecular and morphological diversity need to be better understood, and the discrepancies between checklists and molecular data accounted for, before we can establish the relative importance of factors such as palaeoclimate, area, island age or isolation in generating endemic diversity patterns in the Azores flora.