DBIO - Livro / Book
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Browsing DBIO - Livro / Book by Author "Álvaro, Nuno V."
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- Guia do Ilhéu de Vila Franca do CampoPublication . Faria, João; Álvaro, Nuno V.; Costa, Tarso; Azevedo, José M. N.; Neto, Ana I.O ilhéu de Vila Franca do Campo é uma cratera vulcânica afundada e quase circular que está localizada a 400 metros de Vila Franca do Campo, na costa sudeste da ilha de São Miguel. [...]. Em 1983 a área terrestre do Ilhéu foi declarada Reserva Natural pelo Governo Regional dos Açores. Em 2004 a área de reserva foi incrementada para incluir a zona marítima adjacente num perímetro de 350 metros. Atualmente integra o Parque Natural de Ilha de São Miguel como área protegida para a gestão de habitats e espécies. O seu estatuto de conservação prevê a proteção do património florístico (nomeadamente as espécies endémicas), a conservação da fauna (em especial das aves marinhas que utilizam o local para nidificação e rota migratória), a proteção dos valores geológicos e a preservação do património paisagístico e cultural. [...].
- Guia para definição de biótopos costeiros em ilhas oceânicasPublication . Wallenstein, Francisco; Neto, Ana I.; Álvaro, Nuno V.; Tittley, Ian; Azevedo, José M. N.Este manual tem como finalidade a descrição de uma série de metodologias para a recolha e análise de dados a utilizar na definição de biótopos costeiros. Estas metodologias foram desenvolvidas para uso lato em ilhas oceânicas, como forma de ultrapassar a inaplicabilidade das abordagens existentes a comunidades de algas dominadas por musgos. A necessidade de comparar comunidades no espaço e no tempo requer que estas sejam monitorizadas de forma comparável, o que só é possível quando se aplicam métodos idênticos. Este manual foi concebido para ajudar a alcançar estes objectivos. O leitor é provido de informação de base sobre os habitats costeiros específicos de ilhas oceânicas, em particular dos Açores, cujas características influenciam a estrutura de comunidades algais e as espécies chave que as caracterizam no contexto da flora global. Ilucida-se o leitor sobre vários problemas taxonómicos que podem surgir aquando da implementação destas metodologias, nomeadamente no manuseamento das principais categorias algais características das comunidades costeiras. A distribuição vertical dos organismos, relativamente ao nível das marés e em profundidade é uma característica importante das costas das ilhas oceânicas e é brevemente abordada, enfatizando a principal forma de expressão das comunidades marinhas açorianas – o musgo algal. Há um vasto historial de estudos ecológicos costeiros, uns meramente descritivos, outros quantitativos, que recorrem a vários métodos estatísticos e numéricos para classificação de comunidades. A informação de base é complementada com a utilização prática da classificação de biótopos e a sua aplicação à gestão de conservação. A secção mais importante do manual expõe o método de levantamento de dados em campo, apresentado como um protocolo de prioridades, começando pela escolha do local, seguida do registo de propriedades físicas do meio ambiente e levantamentos estratificados com registo quantitativo de taxa ao longo de transeptos. Segue-se um protocolo para a análise numérica dos dados e as resultantes fichas técnicas dos biótopos identificados nas ilhas de Santa Maria e São Miguel, onde são listadas as espécies constituintes e apresentadas breves descrições ecológicas.
- Ilha GraciosaPublication . Neto, Ana I.; Azevedo, José M. N.; Wallenstein, Francisco; Álvaro, Nuno V.Neste guia propomos ao leitor um passeio pelo litoral da ilha, iniciando o percurso pelos Paúis de Santa Cruz, situados no centro da vila do mesmo nome. No Rossio em frente à Câmara Municipal de Santa Cruz destacam-se hoje dois grandes tanques (Fig. 1), os designados Paúis de Santa Cruz. Estes tanques constituem o que resta de uma primitiva laguna, resultante do prolongamento para terra da Calheta das Fontaínhas, a qual estaria ainda rodeada de uma zona pantanosa com alguma extensão. A presença abundante de água doce terá sido uma das razões determinantes para a fixação de um povoado neste local, logo na década de 1470. Já o cronista Gaspar Frutuoso, cerca de um século mais tarde, refere que a água dos Paúis de Santa Cruz era utilizada tanto para consumo humano como para matar a sede ao gado. Mais tarde a laguna foi protegida das incursões do mar por muros, e escavada de forma a interceptar a nascente do aquífero basal. Este foi o início de uma redução em área e de uma artificialização que culminou no estado actual, em que o fundo foi impermeabilizado, sendo o respectivo abastecimento efectuado por águas pluviais. No entanto, até à data da última intervenção os Paúis continham ainda alguns valores naturais de interesse, como uma população residente de enguias.
- Santa Maria - Peixes litoraisPublication . Azevedo, José M. N.; Álvaro, Nuno V.; Raposeiro, Pedro M.; Neto, Ana I."A zona litoral é a mais rica em espécies de peixe de todas as subdivisões do meio marinho. Este facto não é imediatamente perceptível pelas estatísticas: das 319 espécies de peixes marinhos existentes nos Açores menos de um terço (88) pode ser considerada litoral. No entanto, devemos ter em conta que a área oceânica correspondente à Zona Económica Exclusiva dos Açores é de 1 milhão de km2 e que a ausência de plataforma continental, faz com que a zona litoral compreenda apenas uma estreita faixa em torno das ilhas. Por isso, o número de espécies dividido pela área em que se encontram é proporcionalmente maior na zona litoral. Esta elevada densidade específica está relacionada com dois factores principais: a orrespondente muito elevada diversidade de ambientes, ampliada pela presença nesta zona de juvenis de espécies cujos adultos frequentam outros locais. […]"
- Santa Maria - Poças de MaréPublication . Neto, Ana I.; Wallenstein, Francisco; Silva, Tito; Álvaro, Nuno V.; Tittley, IanO litoral da ilha de Santa Maria apresenta formações geológicas mistas com predominância de línguas de escoada lávica. Nestes locais, devido à natureza compacta e estanque do substrato, formam-se poças litorais resultantes da retenção prolongada de pequenas massas de água em depressões de dimensão e forma variáveis. Existem locais com poças litorais em quase todos os quadrantes da ilha, nomeadamente na Baía dos Anjos e nos Emissores (costa Norte), na Baía de São Lourenço (costa Este), na Ponta do Castelo, na boca da Ribeira Seca e no Ilhéu da Vila (costa Sul). A costa Oeste apresenta-se como uma excepção, devido a processos de formação geológica que originaram uma faixa de arribas costeiras mergulhantes com declive acentuado, que não são favoráveis à ocorrência de poças litorais.
- Santa Maria - Zona Entre-MarésPublication . Neto, Ana I.; Wallenstein, Francisco; Silva, Tito; Álvaro, Nuno V.; Tittley, IanSanta Maria é a ilha mais antiga (cerca de 8 Ma) e mais Oriental do arquipélago dos Açores (Fig. 1), situada a cerca de 430 km a Leste da Crista Média Atlântica. A ilha apresenta duas áreas com morfologias distintas: a parte Ocidental é achatada e apresenta extensas plataformas que atingem altitudes de aproximadamente 250 m acima do nível do mar; a parte Oriental é muito irregular e atinge altitudes na ordem dos 450 m. A faixa costeira estende-se ao longo de um perímetro de cerca de 64 km, correspondente a aproximadamente 7,5 % da extensão do litoral açoriano. A tipologia costeira actual resulta da antiguidade da própria ilha e de várias submersões, responsáveis pela aglomeração de rochas sedimentares marinhas (e.g. conglomerados marinhos, calcarenitos fossilíferos e arenitos) em vertentes e arribas costeiras da ilha, dotando-a de um valor geológico particular e inexistente no restante arquipélago.
- Santa Maria - Zona SubmersaPublication . Neto, Ana I.; Wallenstein, Francisco; Álvaro, Nuno V.; Raposeiro, Pedro M.; Azevedo, José M. N.À semelhança das restantes ilhas do arquipélago dos Açores, em Santa Maria, predomina o substrato rochoso. Os fundos rochosos até aos 30 m de profundidade apresentam morfologias variadas, alternando entre calhau rolado, blocos e escoada lávica compacta, predominando esta última. Há apenas duas baías onde ocorre acumulação de substrato arenoso (Praia Formosa na costa Sul e São Lourenço na costa Leste), com afloramentos pontuais de escoada lávica. Este tipo de fundo ocorre em vários outros locais à volta da ilha, a profundidades que variam entre os 20 e os 30 m, e.g. Baía de Salto dos Cães e junto do Ilhéu das Lagoinhas (costa Norte), Baía do Aveiro e Baía da Maia (costa Leste).