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Filosofia e religiosidade na obra de Manuel de Arriaga

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Para Manuel de Arriaga, o homem e a sociedade obedecem a uma ordem racional, puramente humana, que organiza o espaço interior das consciências individuais e as relações interpessoais à margem da tutela reguladora que a autoridade eclesiástica consagra. A fé não poderá ser entendida como a aceitação passiva e maciça do que a ortodoxia da religião instituída impõe, mas constitui antes um compromisso, em que cada um é chamado a tomar posição, de acordo com os ditames da sua consciência e os princípios do conhecimento e da ciência. Começaremos por procurar compreender a acção reformadora de Manuel de Arriaga a partir dos ideais de verdade e de justiça, firmados no saber das ciências positivas e no direito moderno, para, de seguida, tentar enquadrar a sua crítica à acção da Igreja e a sua visão da religião na atmosfera do deísmo que certamente as impregnava.

Description

Participou no colóquio «O Tempo de Manuel de Arriaga», organizado pelo Centro de História da Universidade de Lisboa, de 24 a 26 de Setembro de 2003, na Faculdade de Letras, com uma comunicação sobre o tema «Filosofia e religiosidade na obra de Manuel de Arriaga».

Keywords

Ciência Clericalismo Conhecimento Consciência Deísmo Direito Homem Igreja Justiça Panteísmo Sociedade

Pedagogical Context

Citation

«Filosofia e religiosidade na obra de Manuel de Arriaga», em Sérgio Campos Matos (coord.), "O Tempo de Manuel de Arriaga", Actas do colóquio organizado pelo Centro de História da Universidade de Lisboa e pela Associação dos Antigos Alunos do Liceu da Horta, Lisboa, 2004, pp. 269-284.

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Centro de História da Universidade de Lisboa e Associação dos Antigos Alunos do Liceu da Horta

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