| dc.contributor.author | Meneses, Avelino de Freitas de | |
| dc.date.accessioned | 2011-01-26T11:04:06Z | |
| dc.date.available | 2011-01-26T11:04:06Z | |
| dc.date.issued | 2005 | |
| dc.description | XI Expedição Científica do Departamento de Biologia - Graciosa 2004. | por |
| dc.description.abstract | A tradição administrativa insular dos séculos XIX e XX - consubstanciada na divisão do arquipélago em três distritos, entre 1836 e 1976, mas igualmente na repartição do poder político por três ilhas, após a institucionalização da autonomia constitucional em 1976 - constitui a motivação e o sustentáculo da tripolaridade da Universidade dos Açores, que se acha repartida por Ponta Delgada, Angra do Heroísmo e Horta, os centros urbanos de maior significação política. Porém, até o carácter da geografia e o sentido da história convertem a organização tripolar em inevitabilidade e em solução, o mesmo é dizer, em modelo obrigatório e justo, que garante o desenvolvimento regional em harmonia, por facultar a promoção do avanço e a salvaguarda do equilíbrio, contribuindo para a construção do progresso do todo, que é o arquipélago, e para a redução das assimetrias das partes, que são as ilhas. Nos Açores, a acção universitária contribui para o progresso de todas as ilhas sem excepção. Todavia, mais do que uma universidade tripolar, importa a construção de uma universidade multipolar, isto é, mais do que a defesa da tripolaridade, importa a defesa da multipolaridade, que corresponde à omnipresença. Com efeito, se é certo que o carácter do arquipélago desaconselha a concentração dos serviços numa só ilha, também é certo que não obriga à sua repartição por três ilhas, nem à sua acomodação nos três centros urbanos tradicionais. Aliás, o que mais urge é a aproximação da actividade universitária a mais ilhas e a mais lugares, porque os Açores são o império da diversidade, porque só assim avulta verdadeiramente a utilidade da Universidade, enquanto meio de desenvolvimento regional. A concretização de um tal desiderato não implica a construção de novas infraestruturas, nem o acréscimo de despesas de funcionamento, mas obriga à obtenção do apoio dos poderes locais e à utilização de novas tecnologias, que são conjuntamente agentes indispensáveis da extensão universitária hodierna. A 11ª expedição científica do Departamento de Biologia, realizada em 2004 à Graciosa, desempenha um papel fundamental, no propósito de aproximação da Universidade dos Açores a mais ilhas e a mais lugares. Além disso, fruto do dinamismo do Doutor João Tavares, corresponde à retoma de uma tradição louvável, que se iniciou em 1977, com uma ida ao Pico, que se interrompeu em 1997, depois de uma viagem à Madeira, mas que conheceu uma época de ocorrência contínua entre 1988 e 1994, com incursões na Graciosa, Flores, Santa Maria, Formigas, Pico, S. Jorge, Faial e Terceira. Quer isto dizer que, após sete anos de suspensão, se recupera uma prática meritória, que oxalá reconquiste a regularidade. Quer isto dizer que, após dezasseis anos de ausência, acontece o regresso à Graciosa que, na acepção científica, constitui uma oportunidade de reanálise e de comparação. | por |
| dc.identifier.citation | Meneses, A.F.M. (2005). O Significado de uma Expedição. "Relatórios e Comunicações do Departamento de Biologia", 32: 9-10. | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.3/926 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Universidade dos Açores | por |
| dc.relation.ispartofseries | Relatórios e Comunicações do Departamento de Biologia;32 | |
| dc.subject | Expedição Científica | por |
| dc.subject | Departamento de Biologia | por |
| dc.subject | Universidade dos Açores | por |
| dc.subject | Arquipélago dos Açores | por |
| dc.subject | Fauna | por |
| dc.subject | Flora | por |
| dc.title | O Significado de uma Expedição. | por |
| dc.type | report | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | por |
| rcaap.type | report | por |
