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A Reorientação Estratégica da NATO - um futuro para a Aliança Atlântica

datacite.subject.fosCiência Política e Cidadaniapt_PT
dc.contributor.advisorRocha, Miguel Estanqueiro
dc.contributor.advisorSénica, Sónia
dc.contributor.authorOliveira, Gonçalo Manuel Soares
dc.date.accessioned2024-07-29T13:35:18Z
dc.date.available2024-07-29T13:35:18Z
dc.date.issued2024-04-08
dc.descriptionDissertação de Mestrado, Relações Internacionais: O Espaço Euro-Atlântico, 08 de abril de 2024, Universidade dos Açores.pt_PT
dc.description.abstractO fim da Guerra Fria conduziu a uma renovação da NATO, consagrada numa postura revigorada no sistema securitário internacional. A reconfiguração da Aliança Atlântica foi realizada de forma profunda, razão pela qual importa analisar de que modo a NATO se tem adaptado desde o fim da Guerra Fria e as vertentes nas quais se concretizou a sua evolução. Impulsionada pela orientação hegemónica norte-americana, a NATO desenvolve um projeto ambicioso de globalização securitária, sustentada no seu poder normativo e militar. Neste contexto, atribui enorme importância a relação que a Aliança dispõe com a Rússia e com a ambiciosa União Europeia. No que à Federação Russa diz respeito, é o alargamento do aparelho político-militar da NATO que perpetua a divergência de visões sobre a arquitetura securitária europeia, tornando-se num obstáculo a uma verdadeira parceria estratégica. No caso da relação transatlântica permanece também uma divisão de perspetivas centrada na tipologia de autonomia europeia a adotar. O fracasso do projeto global da NATO, em parte, criou condições para para a degradação do sistema unipolar norte-americano, aspeto oportunizado pela política revisionista e militarista russa e pelo crescimento chinês, e respetivas considerações estratégicas. A emergência de potências revisionistas acompanha a tendência de transição de um sistema internacional unipolar para um multipolar. É essencialmente a transição do sistema internacional que configura a adaptação político-militar da NATO. O apogeu da contestação do modelo euro-atlântico verificou-se com a invasão das Forças Armadas Russa à Ucrânia, fator de revitalização e projeção da Aliança, quer a nível político, quer a nível militar, pela mobilização dos aliados perante um perigo bem definido, representado por Moscovo e pelo regime de Putin, e pelas implicações estratégicas da eventual adesão da Finlândia e da Suécia. Contudo, o caráter multipolar da nova ordem internacional admite uma aproximação mais próxima das margens do Atlântico de forma a colmatar as adversidades impostas por um cenário geopolítico diverso e desconhecido em toda a história da Aliança Atlântica.pt_PT
dc.description.abstractABSTRACT: The end of the Cold War led to a renewal of NATO, enshrined in a reinvigorated stance in the international security system. The Atlantic Alliance has been profoundly reconfigured, which is why it is important to analyze how NATO has adapted since the end of the Cold War and the ways in which it has evolved. Driven by US hegemony, NATO is developing an ambitious project of security globalization, based on its normative and military power. In this context, the Alliance's relationship with Russia and the ambitious European Union is of great importance. As far as the Russian Federation is concerned, it is the enlargement of NATO's political-military apparatus that perpetuates the divergence of visions on the European security architecture, becoming an obstacle to a true strategic partnership. In the case of the transatlantic relationship, there is also a division of perspectives centered on the type of European autonomy to be adopted. The failure of NATO's global project has, in part, created the conditions for the degradation of the US unipolar system, an aspect made possible by Russia's revisionist and militaristic policy and by the rise of China and its strategic considerations. The emergence of revisionist powers accompanies the trend of transition from a unipolar to a multipolar international system. It is essentially the transition of the international system that shapes NATO's political and military adaptation. The height of the contestation of the Euro-Atlantic model came with the invasion of Ukraine by the Russian Armed Forces, a factor in the revitalization and projection of the Alliance, both politically and militarily, due to the mobilization of the allies in the face of a well-defined danger represented by Moscow and the Putin regime, and the strategic implications of the possible accession of Finland and Sweden. However, the multipolar nature of the new international order allows for a closer rapprochement on the shores of the Atlantic in order to overcome the adversities imposed by a geopolitical scenario that is diverse and unknown throughout the history of the Atlantic Alliance.pt_PT
dc.identifier.citationOliveira, Gonçalo Manuel Soares. (2023). "A Reorientação Estratégica da NATO: um futuro para a Aliança Atlântica". 133 p. (Dissertação de Mestrado em Relações Internacionais: O Espaço Euro-Atlântico). Ponta Delgada: Universidade dos Açores, 2023. Disponível em http://hdl.handle.net/10400.3/7103
dc.identifier.tid203661788pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.3/7103
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectNATOpt_PT
dc.subjectRússiapt_PT
dc.subjectUnião Europeiapt_PT
dc.subjectEstados Unidospt_PT
dc.subjectMultipolaridadept_PT
dc.titleA Reorientação Estratégica da NATO - um futuro para a Aliança Atlânticapt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado em Relações Internacionais: o Espaço Euro-Atlânticopt_PT

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