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Abstract(s)
Tem sido preocupação da filosofia certificar o terreno em que o nosso conhecimento se poderá constituir de forma incorrigível. Historicamente, a questão manteve-se polarizada por duas soluções que oscilaram entre a evidência apodíctica das ideias, à maneira de Descartes e de Husserl, e a imediatez intuitiva da experiência, conforme a exigência de Locke, Hume e Berkeley, tendo também passado pelo compromisso kantiano, que situava no juízo a mediação entre a apreensão intuitiva e a compreensão conceptual. O neopositivismo, que teria representado a última tentativa decidida a abordar o problema, em termos definitivos, optou por eleger o campo da experiência sensível como patamar de ligação entre o pensamento e a realidade. Porém, a forma como concebeu esta ligação, que parecia não oferecer sinais de contestação, tornou-se obscura, deixando escapar toda a esperança epistemológica que a experiência prometia oferecer.
Description
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Keywords
Berkeley Carnap Duhem Hume Husserl Karl Popper Locke Otto Neurath Poincaré Schlick Círculo de Viena Convencionalismo
Pedagogical Context
Citation
«Experiência e conhecimento», em "Phainomenon. Revista de Fenomenologia", Homenagem a João Paisana (1945-2001), Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, 5/6 (2002/2003), pp. 469-476. Incluído no "The Philosopher's Index".
Publisher
Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
