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A Imaginação como Ilusão. Apontamentos para o cotejo Ricoeur/Freud

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Paul Ricoeur é o filósofo contemporâneo que de um modo muito especial conseguiu dialogar com quase todas as correntes filosóficas e interligá-las em questões fulcrais para o pensamento filosófico actual. Uma delas, e aquela que desde 1991 elegemos como nosso quesito principal, é a questão da imaginação. Paradoxalmente é uma temática que o filósofo não desenvolveu. Mas é também aquela que, em nosso entender, subjaz a todo o entrelaçado do seu riquíssimo pensamento nomeadamente no impressionante trabalho sistematizador que faz da obra de Freud, no livro intitulado De l'interprétation, essai sur Freud, publicado em 1965. De l'interprétation, essai sur Freud organiza os conceitos e examina, tanto o detalhe como as linhas mestras do pensamento freudiano, pelo comentário de importantes passagens da obra de Freud, de entre as quais salientamos: a passagem da teoria da sedução para as teorias que valorizam a fantasia. Nesta obra Ricoeur destaca o amor de Freud pelas artes e o seu preconceito contra a religião, sendo nesse amor e nessa rejeição que interceptamos a possível inteligibilidade da imaginação, na psicanálise, como ilusão.

Descrição

Palavras-chave

Freud Paul Ricoeur Ilusão Imaginação Poética

Contexto Educativo

Citação

Castro, Gabriela (2011). "A Imaginação como Ilusão. Apontamentos para o cotejo Ricoeur/Freud". In Poética da razão: Homenagem a Leonel Ribeiro dos Santos, ed. Adriana Veríssimo Serrão e outros, 357-362. ISBN: 978-989-8553-29-4. Lisboa: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa.

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