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A prevenção como método de conservação: O caso da Youngia japónica (crepe-do-japão) na ilha de São Miguel

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Uma espécie quando vive fora da sua área de distribuição nativa é denominada de espécie exótica (do grego exotikós, “de fora”). Algumas destas espécies coexistem com as espécies nativas de forma equilibrada, no entanto quando causam impactes ambientais e económicos negativos estas são designadas de espécies invasoras. No arquipélago dos Açores mais de 60% da flora vascular corresponde a espécies exóticas. Estas plantas foram introduzidas de forma consciente ou inconsciente, propagando-se e desenvolvendo-se espontaneamente, podendo impactar o nosso dia a dia quando afetam os serviços dos ecossistemas, com consequências negativas no fornecimento de água, regulação do clima, saúde pública, valor estético e cultural das paisagens, entre outras.

Descrição

A secção UAciência é coordenada pelo Professor Universitário Armindo Rodrigues.

Palavras-chave

Espécies Exóticas Asteraceae Ilha de São Miguel (Açores)

Contexto Educativo

Citação

Roxo, G., Silva, L., Silva, L. B., Rego, R., Resendes, R., & Moura, M. (2024, 14 de abril). A prevenção como método de conservação: O caso da Youngia japónica (crepe-do-japão) na ilha de São Miguel. “Açoriano Oriental, Açores Magazine, UAciência”, pp. 6-7

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