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Criatividade científica, imaginação e metáfora

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Resumo(s)

Apesar de a coordenação lógico-dedutiva ser fundamental na construção do conhecimento científico, vários autores têm sublinhado a importância de outros factores que escapam ao controlo estrito da razão. A percepção de um significado novo que está na origem da criatividade científica encontra grandes afinidades com a formação da metáfora, como foi teorizado por Aristóteles, mais tarde, por Paul Ricoeur, David Bohm, G. Holton, Th. Kuhn e, entre nós, por José Enes.

Descrição

Comunicação apresentada no Colóquio Literário Franco-Português «Poesia da Ciência. Ciência da Poesia», organizado pelo Departamento de Línguas e Literaturas Modernas da Universidade dos Açores, nos dias 19 a 21 de Março de 1990.

Palavras-chave

Aristóteles Carl Gustav Hempel David Bohm Ernest Nagel Gerald Holton José Enes Paul Ricoeur Thomas Kuhn Criatividade Metáfora

Contexto Educativo

Citação

«Criatividade científica, imaginação e metáfora», em Marc-Ange Graff (org.), "Poesia da ciência, ciência da poesia", Lisboa, Escher, 1991, pp. 219-242.

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