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Investigação-ação sobre questões curriculares: Quem define a agenda?

dc.contributor.authorSousa, Francisco
dc.date.accessioned2013-12-15T14:02:03Z
dc.date.available2013-12-15T14:02:03Z
dc.date.issued2012-09
dc.descriptionX Colóquio sobre questões curriculares & VI Colóquio luso-brasileiro de currículo: Desafios contemporâneos no campo do currículo. 04 de setembro a 06 de setembro de 2012 - Universidade Federal de Minas Gerais Belo Horizonte.por
dc.descriptionANAIS ISBN 978-85-8007-053-8 Belo Horizonte Brasil Setembro 2012.por
dc.description.abstractEm grande parte da literatura dedicada à investigação-ação educacional assume-se o pressuposto de que a concretização desta abordagem é necessariamente liderada por "práticos", isto é, professores ou outros profissionais do ensino não superior. A participação de investigadores profissionais é, nalguns casos, explícita ou implicitamente considerada dispensável. Noutros casos, é referida como característica de projetos de investigação-ação colaborativa nos quais os referidos investigadores assumem o papel de facilitadores externos, ficando a iniciativa de conceber o projeto, a identificação do problema a investigar e a realização das principais tarefas a cargo dos "práticos". No entanto, há também relatos de projetos de investigação-ação iniciados por universitários, apesar de centrados em preocupações sentidas por profissionais do ensino não superior relativamente a problemas que surgem nas suas salas de aula. É o caso do projeto discutido nesta comunicação, que foi implementado entre 2007 e 2012 em salas de aula de seis escolas portuguesas nas quais foram assinalados determinados problemas de natureza curricular, que foram sendo enfrentados através da investigação-ação por uma equipa que incluiu professores do ensino básico e do ensino superior. Ao longo da comunicação, discutiremos uma série de questões relativas ao equilíbrio entre a agenda dos professores do ensino básico que participaram no referido projeto e a agenda dos investigadores universitários que o coordenaram. A análise da implementação do projeto evidencia alguma autonomização dos professores do ensino básico. A sua responsabilização pela identificação dos problemas a investigar e pela conceção de estratégias de abordagem aos mesmos aumentou bastante no último ano do projeto. Além de discutirmos questões relativas à legitimidade do elevado grau de envolvimento dos investigadores universitários na fase inicial do projeto, apresentaremos e comentaremos evidências do aumento do grau de participação e responsabilização dos professores do ensino básico. Concluiremos a comunicação com algumas reflexões sobre a indução externa da investigação-ação e de outras formas de investigação em determinados contextos.por
dc.identifier.citationSousa, F. (2012). "Investigação-ação sobre questões curriculares: Quem define a agenda?". In L. Santos et al. (Orgs.), «X Colóquio sobre questões curriculares & VI Colóquio luso-brasileiro de currículo: Desafios contemporâneos no campo do currículo». Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais (Comunicação oral).por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.3/2472
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Geraispor
dc.subjectCurrículopor
dc.subjectInvestigação-acçãopor
dc.titleInvestigação-ação sobre questões curriculares: Quem define a agenda?por
dc.typeconference object
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceBelo Horizonte. Brasil.por
oaire.citation.titleX Colóquio sobre questões curriculares & VI Colóquio luso-brasileiro de currículo: Desafios contemporâneos no campo do currículo.por
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typeconferenceObjectpor

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