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  • A divulgação de ciência através das vidas dos seus agentes: biografias de cientistas
    Publication . Alves, Ana Teresa; Coordenação e edição de Ana Teresa Alves (FCSH-UAc)
    A divulgação de ciência pode ser e é, de facto, feita de muitas formas: através de artigos que os cientistas escrevem para revistas especializadas, através de comunicações que apresentam em congressos e outros eventos científicos, através de livros de divulgação que escrevem para públicos menos especializados, através de rubricas publicadas em jornais, como esta que estás a ler, entre muito outras possibilidades. Uma delas é através das biografias de cientistas. As biografias são textos que relatam a vida de uma pessoa, geralmente desde a sua infância até, se escritas depois de a pessoa em causa já tiver morrido, à sua morte.
  • O restaurante de um só prato: riscos de seguir influenciadores digitais sem questionar
    Publication . Grafolin, Tâmela; Coordenação e edição de Ana Teresa Alves (FCSH-UAc)
    Já ouviste dizer que as redes sociais são alimentadas por algoritmos? Que, quanto mais acompanhas um certo tipo de conteúdo, mais aplicações como o YouTube, o Instagram ou o TikTok te mostram variações desse mesmo tema?
  • Muitas vozes, uma língua: o português com sotaques e histórias
    Publication . Amaral, Diana; Coordenação e edição de Ana Teresa Alves (FCSH-UAc)
    Já reparaste como a língua que falamos, o português, soa de forma diferente conforme a região do país? Um açoriano não fala como um algarvio, que não fala como um transmontano. E todos estão a falar português. As variações regionais da língua podem ocorrer em qualquer área da gramática e originam os diferentes dialetos (falares típicos de uma região). Estes são uma das provas mais fascinantes de que a língua é viva, dinâmica e está sempre a mudar.
  • Poesia com animais, micróbios, plásticos: ecopoesia
    Publication . Marques, Nuno; Coordenação e edição de Ana Teresa Alves (FCSH-UAc)
    A poesia cria e passa conhecimentos sobre as coisas. Ela pode ser cantada, dita ou escrita. A poesia pode passar receitas, conhecimento sobre agricultura, animais e plantas, sobre o clima, sobre sítios e regiões. Quando as poetas escrevem sobre a natureza, por exemplo sobre o mar, os peixes, as plantas, as aves, os vulcões, diz-se que fazem poesia da natureza.
  • Inteligência Artificial: usar bem para aprender melhor
    Publication . Giacomelli, Fábio; Coordenação e edição de Ana Teresa Alves (FCSH-UAc)
    A Inteligência Artificial já faz parte da vida de quase todos nós. Está nos telemóveis, nos videojogos, na Netflix ou Spotify e até nas tarefas que fazemos na escola. Pode ser muito útil, mas é importante percebermos que ela é apenas uma ferramenta. Não foi criada para substituir o teu esforço, a tua atenção ou a atua capacidade de pensar.
  • Células com superpoderes
    Publication . Calado, Sofia; Coordenação e edição de Ana Teresa Alves (FCSH-UAc)
    Todas as células do nosso corpo, desde as células da pele aos neurónios, vêm originalmente de uma única célula: o zigoto. O zigoto é formado através da fusão de uma célula sexual feminina – o óvulo – e de uma célula sexual masculina – o espermatozoide – durante a fecundação. O zigoto é assim chamado de célula totipotente, ou todo-poderosa.
  • Dewey, a escola como espaço de democracia.
    Publication . Fonseca, Josélia; Coordenação e edição de Ana Teresa Alves (FCSH-UAc)
    Em setembro e outubro, viste certamente pelas ruas as campanhas eleitorais dos vários partidos para as eleições autárquicas. Distribuíram panfletos, canetas, t-shirts e pediram o voto de todos para o dia 12 de outubro.
  • Os vulcões e a importância dos períodos de repouso.
    Publication . Silva, Catarina; Coordenação e edição de Ana Teresa Alves (FCSH-UAc)
    Os vulcões em erupção geram um conjunto de sentimentos contraditórios em quem assiste ou até em quem estuda o fenómeno. Por um lado, as imagens extremamente atrativas e impressionantes, por exemplo, da emissão de lava incandescente (Fig.1) e, por outro, o seu poder altamente destrutivo cobrindo o mais variado tipo de infraestruturas (edifícios, estradas…) e conduzindo, por vezes, à ocorrência de vítimas mortais. Em períodos de repouso, os vulcões, quer pela sua beleza natural (Fig. 2) quer pelos seus solos férteis, correspondem a zonas muito apelativas para as pessoas se instalarem e viverem.
  • Lisboa, 1755: o dia em que tudo mudou
    Publication . Camarinhas, Nuno; Coordenação e edição de Ana Teresa Alves (FCSH-UAc)
    No dia 1 de novembro de 1755, Lisboa viveu uma manhã que mudou a sua história. Era Dia de Todos-os-Santos e a cidade estava cheia de fiéis nas igrejas quando, pouco antes das dez, a terra começou a tremer violentamente.
  • Viva a República!
    Publication . Pires, Ana Paula; Coordenação e edição de Ana Teresa Alves (FCSH-UAc)
    A implantação da República portuguesa em 5 de outubro de 1910 foi o culminar de um processo que remonta ao final do século XIX e, em especial, aos seus últimos anos.