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- A expressão e a comunicação verbal na espiral da comunidade de investigação filosóficaPublication . Silveira, Margarida Rodrigues Viegas da; Silva, Maria Madalena Marcos Carlos Teixeira da; Carvalho, Magda CostaEsta Dissertação intitula-se “A expressão e a comunicação verbal na espiral da comunidade de investigação filosófica” e é o resultado do trabalho final elaborado para a conclusão do Mestrado em Filosofia para Crianças da Universidade dos Açores. “Como é que a realização de sessões em comunidade de investigação filosófica que têm como ponto de partida obras de Literatura Infantil pode promover a expressão e a comunicação verbais das crianças?” – foi a pergunta inicial que deu origem à investigação. Esta pergunta foi motivada pelo nosso trabalho enquanto professora do 1.º Ciclo do Ensino Básico numa escola dos Açores (Portugal) e por termos vivenciado a metodologia da comunidade de investigação filosófica, pela primeira vez, quando iniciámos este Mestrado. Essa experiência acrescentou à nossa prática educativa a suspeita de que a Literatura se pode constituir como uma inestimável aliada da Filosofia, na promoção de um ambiente propício à verbalização conjunta de pensamento, e levou-nos a querer investigar alguns dos benefícios que podem ocorrer aquando da junção de ambas. Para tentar dar resposta à pergunta inicial, aprofundámos os nossos conhecimentos de como, quando e onde surgiu o termo comunidade de investigação filosófica, o método escolhido para implementar o Programa original da Filosofia para Crianças. Com as características da comunidade de investigação filosófica identificadas, procurámos situá-las no movimento da chamada Filosofia para/com Crianças e explorámos algumas das implicações da adoção deste método na Educação. Numa tentativa de compreender a possível relação entre a realização de sessões em comunidade de investigação filosófica e a promoção da verbalização, ressaltamos a ligação existente entre a expressão e a comunicação verbais e a leitura de obras de Literatura Infantil no Ensino Básico. Ao longo deste trabalho, procurámos aprofundar os nossos próprios conhecimentos sobre os conceitos relacionados com o tema que escolhemos, recolhendo as informações necessárias no trabalho de alguns dos autores que já se debruçaram sobre o assunto e tentando aplicar esses conhecimentos na prática com a nossa própria comunidade de investigação filosófica. Concluímos que a exploração de obras de carácter literário pode promover um exercício de verbalização imaginativa que permite aos membros da comunidade de investigação, sobretudo quando são crianças, uma disponibilidade e um envolvimento crescentes com os temas do diálogo, fundamental para a exploração filosófica dos mesmos.
- O Espaço Exterior como Recurso para a AprendizagemPublication . Melo, Eva César de; Santos, Ana Isabel da SilvaO presente relatório, desenvolvido nas unidades curriculares de Estágio Pedagógico I e II, do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico, centra-se no potencial educativo dos espaços exteriores em contexto escolar, destacando a sua crescente relevância como um meio para promover uma aprendizagem diversificada e integradora tanto na Educação Pré-Escolar, como no 1.º Ciclo do Ensino Básico. Tento em conta que o espaço exterior providencia experiências estimuladoras para além da sala de aula, pode ser visto como ferramenta que promove a interação aluno/natureza, podendo abranger um elevado leque de possibilidades de ensino. Assim, por meio de uma abordagem pedagógica globalizada, é possível valorizar o espaço exterior como ambiente propício ao desenvolvimento social, cognitivo e emocional das crianças, sendo fundamental o uso equilibrado entre espaço interior e exterior. Para organização das práticas pedagógicas desenvolvidas em ambos os contextos de estágios foram adotados como procedimentos metodológicos a observação direta participante, a consulta documental de referenciais curriculares e de escola, o diário de bordo para registo das observações, as produções das crianças/alunos e os registos fotográficos das intervenções educativas. Ainda, como abordagem metodológica de intervenção optou-se por considerar a criança como centro da sua aprendizagem, promovendo de forma integrada aprendizagens nos domínios de saber-fazer-estar/ser. Com o intuito de complementar o relatório, efetuamos um pequeno estudo sobre a forma como os Educadores de Infância e os Professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico perspetivam a utilização do Espaço Exterior na sua prática educativa. Deste modo, o presente relatório parte da constatação de que este recurso educacional é, de facto, subutilizado num mundo cada vez mais voltado para a tecnologia, devendo os profissionais de educação encontrar, na sua prática educativa, soluções que integrem o espaço exterior no processo de aprendizagem ao longo de todo o percurso escolar.
