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- O regime de trabalho no pré e no póscovid e a sua relação com a satisfação no trabalho e com o burnoutPublication . Pacheco, João Manuel Vicente; Batista, Maria da Graça Câmara; Carvalho, Célia Maria de Oliveira Barreto CoimbraA COVID-19 veio acentuar, cada vez mais, o problema da Saúde Mental, porque as pessoas ficaram mais expostas, tornando-se mais vulneráveis ao esgotamento. As dificuldades laborais vivenciadas nessa altura vieram agudizar a Síndrome de Burnout, sendo esta síndrome bem notória e inquietante. Por isso mesmo, a necessidade de ser estudada nos dias de hoje. Assim, a presente investigação teve como objetivo analisar os níveis de burnout e satisfação no trabalho nos três regimes laborais que ainda se aplicam nos dias de hoje (presencial, híbrido e teletrabalho), ou seja, indagar quais as características sociodemográficas e profissionais dos inquiridos que afetam o aparecimento do burnout nos três tipos de regime laboral e entender se a evolução do burnout é influenciado pelas dimensões da satisfação no trabalho, quer seja durante como no pós pandemia. A presente investigação procurou comparar os níveis de burnout no período pandémico e pós-pandémico, nos três regimes laborais (presencial, teletrabalho e híbrido), seguindo o método quantitativo, teve os seus dados recolhidos através de questionário. Foram recolhidos 746 questionários, em que 373 foram obtidos durante o período pandémico e 373 no momento presente. Dos dados obtidos no período pandémico, 250 dos inquiridos estavam em regime de trabalho presencial e 123 nos regimes de teletrabalho ou regime híbrido. Nos dados recolhidos no momento presente, 358 dos participantes estavam em regime de trabalho presencial e apenas 15 se encontravam em teletrabalho ou regime híbrido. Os resultados indicam que os profissionais em regime presencial demonstram ter níveis mais elevados de burnout em comparação com os profissionais em regime de teletrabalho ou híbrido. Podemos também afirmar que não se obtiveram diferenças estatisticamente significativas entre as dimensões do burnout e a maioria das características sociodemográficas e profissionais. Apenas no grupo pós-pandemia e na variável “Género” se observaram diferenças estatisticamente significativas e apenas na dimensão “Exaustão Emocional”.
