Browsing by Issue Date, starting with "2014-01-30"
Now showing 1 - 3 of 3
Results Per Page
Sort Options
- Organizações positivas e qualidade do serviço prestado: Uma análise empíricaPublication . Silveira, Marisa Melo; Batista, Maria da Graça CâmaraNo mercado competitivo em que as organizações atuam hoje em dia, prestar um serviço de qualidade é essencial para a sua sobrevivência e permanência junto dos clientes. Os colaboradores têm um papel fulcral em todo este processo. São o rosto da organização. O clima organizacional e o seu nível de positividade influenciam todo este sistema. Esta dissertação aborda precisamente esta temática. Poderá o clima organizacional ter uma influência na prestação de um serviço de qualidade? Quais são as perspetivas dos colaboradores sobre o serviço que prestam? São estas perguntas que procuram resposta nesta investigação. Foi desenvolvido um estudo de caso numa organização micaelense onde se procurou testar qual a relação existente entre o nível de positividade e a perceção da qualidade do serviço. A prática veio associar-se à teoria mostrando, neste caso, uma relação significativa entre o nível de positividade da organização e a perceção da qualidade do serviço prestado pelos colaboradores. O nível de positividade encontrado revelou-se bastante satisfatório assim como, a perceção da qualidade do serviço.
- Organizações positivas: análise de três escolas da ilha de São MiguelPublication . Costa, Tânia Andrea Reis; Batista, Maria da Graça CâmaraEste estudo foi efetuado numa época de crise na qual é necessário inovar para que se obtenham melhores resultados e uma maior competitividade. Usando como exemplo organizações consideradas as melhores para trabalhar, decidimos efetuar um estudo em 3 escolas de Ponta Delgada para verificar a positividade das mesmas e a influência que as características das organizações autentizóticas têm nas emoções, bem-estar e significado do trabalho para os colaboradores destas instituições. Este estudo foi efetuado através de um questionário anteriormente validado e testado (Cunha, Rego, Lopes e Ceitil, 2008). Neste questionário foram agrupados 4 questionários dos autores, ao qual inserimos a parte identificativa. Tendo em consideração que utilizamos questionários de outros autores, para além da análise estatística efetuada em SPSS, foi efetuada a análise proposta pelos autores com base nas médias globais (todas as escolas) e individuais (cada escola). Verificou-se que obtivemos uma taxa de participação muito inferior ao inicialmente desejado, dos 800 inquéritos que seriam necessários para as 3 escolas apenas 214 estavam válidos para análise no SPSS e 227 puderam ser utilizados na análise proposta pelos autores. Verificou-se que existem diferenças na positividade encontrada em cada escola e que cada escola apresenta diferentes resultados em termos de emoções, bem-estar e significado do trabalho. Por outro lado também foi possível verificar que as variáveis idade, sexo, habilitações literárias e estado civil de modo geral não influenciam a forma como os colaboradores respondem aos diferentes grupos do questionário.
- Contando infinitos ou de como Cantor enganou o próprio SísifoPublication . Martins, Maria do Carmo[...]. Seguindo o senso comum, em particular que o todo é maior (ou igual) do que a soma das partes, não haverá dúvidas em afirmar que existem mais números inteiros do que números pares e que mais janelas do que quartos. Assunto resolvido! Mas, se pensarmos com um pouco mais de cuidado, há uma infinidade de números pares e uma infinidade de números inteiros positivos. Para o comprovar podemos fazer o seguinte jogo: por maior que seja o número par que eu indique, o leitor consegue sempre fornecer-me um número par maior do que aquele que referi. Para tal basta adicionar dois ao número que indiquei. O mesmo acontece para os número inteiros positivos e por isso dizemos que estes conjuntos são infinitos. Mas como determinar qual destes infinitos é maior? Fará sequer sentido comparar dois infinitos? Neste artigo irei apresentar alguns argumentos que ajudarão o leitor a raciocinar sobre este tipos de questões. [...].