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- Plano de Actividades e Orçamento do Departamento de Biologia para o ano 2011 - regulamentos.Publication . Tavares, João; Furtado, DuarteO Departamento de Biologia, adiante designado abreviadamente por Departamento ou DB, é uma unidade orgânica da Universidade dos Açores (UAc), nos termos do disposto nos artigos 26.º, 29.° e 30.º dos Estatutos da Universidade dos Açores (Estatutos), publicados através do Despacho Normativo nº 65-A/2008 de 22 de Dezembro. O Departamento, participando no objectivo, na missão e nas atribuições da UAç, definidos pelos artigos 2º, 3º e 4º dos respectivos Estatutos, desenvolve actividades de ensino, investigação e prestação de serviços à comunidade em diversos domínios da Biologia, das Ciências da Saúde, das Ciências do Ambiente e da Geografia. Considerando o despacho do Magnífico Reitor da UAc de 9-06-2010 (Int-UAç/2010/5579), deverão as diferentes Unidades Orgânicas enviar os seus Planos de Actividade e Orçamento para 2011, até ao próximo dia 30 de Junho, com vista à sua integração no Plano de Actividades e Orçamento da Universidade dos Açores para 2011, a submeter pelo Reitor à aprovação do Conselho Geral, com base nas alíneas b) e c) do nº 2º do artº 39º do Despacho Normativo nº 65-A/2008 de 22 de Dezembro; Considerando que o curto prazo determinado para a apresentação do Plano de Actividade e Orçamento do DB para 2011, num momento particular de final de ano escolar, com múltiplas actividades académicas agendadas superiormente; Considerando a reorganização em curso da unidade orgânica, resultante da homologação pelo Magnífico Reitor a 4-05-2010 do Regulamento do Departamento de Biologia, a recente homologação pelo Magnífico Reitor a 17-06-2010 dos Coordenadores das Secções e o prolongamento dos prazos solicitados pelos responsáveis dos Centros para procederem à adequação destas unidades de investigação ao abrigo do Regulamento de Constituição e Funcionamento dos Centros de Investigação da UAc (Despacho Reitoral nº 54/2010 de 8-04-2010); Considerando ainda o Regulamento do Departamento de Biologia - alínea b) do nº 3º do artº 5º - que compete ao Director do Departamento “Promover a elaboração do relatório anual de actividades do Departamento, com base nos apresentados por cada secção e centro do Departamento, e a sua apresentação ao conselho de departamento de acordo com os prazos regulamentares estabelecidos”; Considerando o artigo 77º dos Estatutos "compete ao director do departamento:... d) Propor a estratégia de médio e longo prazo; e) Propor o Plano de médio prazo; f) Promover a elaboração das propostas de orçamentos anuais." e que o Plano de Actividade e Orçamento do DB para 2010, apresentado em Setembro de 2009 e submetido ao Conselho Geral em Março de 2010, já teve em conta os objectivos enumerados do citado artigo 77º, para cumprir o solicitado pelo Magnífico Reitor a 9-06-2010, a única hipótese dada ao Departamento foi de proceder a uma revisão/actualização do Plano de Actividades e Orçamento do DB apresentado para o ano anterior. De acordo com o artigo 75º dos Estatutos da Universidade dos Açores "compete ao conselho de departamento: ... alínea c) Aprovar as propostas de planos de actividades anuais e plurianuais e os projectos de orçamento", foi submetida e aprovada, por unanimidade, as propostas de Plano de Actividades e Orçamento para o ano de 2011, no Conselho de Departamento de Biologia de 30-06-2010.
- Caracterização do green business no sector do turismo na Região Autónoma dos AçoresPublication . Ponte, João Crispim Borges da; Cunha, Regina Tristão da; Couto, GualterO turismo é a maior indústria do mundo e assumiu-se como fundamental para o desenvolvimento socioeconómico de muitos países e regiões. A contínua expansão da actividade turística, na busca de novos locais que possam satisfazer as necessidades de consumidores cada vez mais numerosos e exigentes, representa muitas vezes o surgimento de desequilíbrios no desenvolvimento de ilhas, de locais remotos e de pequenas comunidades. A nível ambiental, o consumo e a sobre exploração de recursos naturais coloca em causa a sustentabilidade não só desses mesmos recursos, mas também da própria actividade turística. A Região Autónoma dos Açores definiu o turismo como pilar estratégico do seu desenvolvimento, mas, simultaneamente, assumiu a sustentabilidade como factor essencial no seu progresso. Para esse efeito, foram definidos rumos de acção que dinamizassem o sector turístico, potenciando a criação contínua de riqueza, de forma articulada com perspectivas de desenvolvimento sustentável. As características naturais do arquipélago têm representado um factor de diferenciação nos mercados internacionais e, de um ponto de vista estratégico, o turismo de natureza e as actividades marítimo-turísticas assumem um papel essencial na valorização do destino. Esta situação induz a necessidade de promover a preservação e protecção do ambiente em todas as actividades, garantindo que, a longo prazo, se mantenha a capacidade de atracação turística. Neste contexto, torna-se premente perceber qual o posicionamento das empresas a operar neste sector e qual o seu comportamento face a esta problemática, uma vez que são elas que, na maioria das vezes, contactam mais directamente com os recursos naturais e que produzem mais e maiores impactes sobre eles. A presente investigação realizou-se centrada neste cenário, procurando não só identificar princípios de cultura empresarial, mas também verificar que tipo de práticas e acções são adoptadas no sentido de promover a preservação e a protecção ambiental. A informação recolhida resultou da aplicação de um questionário às empresas do sector turístico da Região Autónoma dos Açores. Através da análise dos dados, verificou-se que a maioria das empresas participantes eram pequenas e médias empresas. Foi possível constatar que efectivamente as características naturais do arquipélago são um factor de diferenciação nos mercados internacionais e que o ambiente é considerado um elemento importante no desenvolvimento socioeconómico da Região. Contudo, verificou-se que a adopção de práticas ambientais é, sobretudo, promovida com motivos economicistas, uma vez que existe uma correlação positiva entre o investimento previsto e o retorno esperado. Verificou-se, ainda, que existem dificuldades na percepção da linguagem utilizada no que concerne ao ambiente, o que limita bastante a sua aplicação e poderá justificar a baixa adesão a instrumentos de gestão ambiental.
