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A importância do estudo da Morfologia das Plantas Superiores resulta, em grande parte, do facto do seu conhecimento estar na base da identificação das espécies, contribuir significativamente para a interpretação das relações filogenéticas e ainda constituir o ponto de partida para os estudos da morfo-funcionalidade. Muito embora a moderna Sistemática procure cada vez mais fundamentar-se também noutras áreas científicas, a Morfologia continua a ser o ramo científico mais importante para a Sistemática. Ao ocupar-se dos processos de adaptação dos órgãos a morfologia relaciona-se, por outro lado, de muito perto com a ecologia. Os estudos morfológicos iniciam-se já, em parte, no estudo da célula(Citologia) e dos tecidos (Histologia), mas só atingem uma dimensão e importância consideráveis quando se trata do arranjo dos tecidos internamente no corpo do vegetal (Anatomia ou Morfologia Interna) e das formas exteriores dos órgãos (Morfologia Externa ou Organografia). A experiência docente do autor permite-lhe reconhecer que o estudo da morfologia externa, pela riquíssima terminologia que comporta, exige um grande esforço cuja utilidade nem sempre é bem compreendida. Importa por isso no ensino da Morfologia, não menosprezar os aspectos evolutivos, aqueles que dizem respeito às inter-relações forma-função (embora estes muitas vezes sejam desconhecidos) e privilegiar a docência na forma de aulas teórico-práticas, aplicando os conhecimentos de Morfologia à identificação de espécimes vegetais. O presente trabalho insere-se sobretudo no âmbito da morfologia externa, mas sempre que possível, referem-se os aspectos morfo-funcionais relacionados com a adaptação do órgão e até o seu significado em termos evolutivos.
Description
Keywords
Plantas Superiores Morfologia Identificação das espécies Relações Filogenéticas Sistemática
Pedagogical Context
Citation
Oliveira, J.N.B. (1991). "Aspectos pouco comuns da morfologia das plantas superiores", Universidade dos Açores, Ponta Delgada, 176 p.