dc.contributor.author | Maduro-Dias, Francisco | |
dc.contributor.author | Borges, Paulo A. V. | |
dc.contributor.author | Gaspar, Clara | |
dc.contributor.author | Silva, Luís | |
dc.date.accessioned | 2013-06-13T14:30:46Z | |
dc.date.available | 2013-06-13T14:30:46Z | |
dc.date.issued | 2009 | |
dc.description.abstract | "[…]. A ocupação deu-se pela costa e implicou a largada de animais domésticos para desbravar o sub-bosque da densa vegetação que caracterizava a cobertura vegetal dos Açores. No entanto, muitos dos povoados iniciais dos Açores são mais interiores que costeiros ou, pelo menos, colocam-se no cimo de rochas, junto ao mar mas sobranceiras e difíceis de atingir. Nesta situação estão ainda hoje Vila do Porto em Santa Maria, o Topo em São Jorge, o vale dos Flamengos no Faial, São Sebastião, herdeira de Santana de Porta Alegre, na Terceira, as Lajes nas Flores. A segurança de terra e o receio do mar levavam a isso, mas a necessidade de um porto para comunicar obrigava à proximidade do oceano. Esse esforço de aproveitar as capacidades produtivas do território e garantir, ao mesmo tempo, as comunicações, tem um bom exemplo, ainda hoje disponível, no modo como Santa Cruz das Flores completa, junto à água, os pequenos povoados altaneiros, situados nas montanhas em redor. Visite-se ainda, como outro exemplo disso, o magnífico diálogo entre a Povoação, na ilha de São Miguel, bem próxima do mar e encaixada na foz de uma ribeira caudalosa, e as suas sete Lombas, terra adentro, onde, já longe do perigo e sobre melhores espaços de cultivo, asseres humanos se instalaram, vigiando. Assim, entre o mar, por um lado, e as cordilheiras e planaltos centrais selvagens no sentido que mantinham uma densa floresta subtropical (designada por Laurissilva), por outro, os primeiros Açorianos estabeleceram-se, procurando sempre cotas abaixo dos 400 metros de altitude, onde começam os nevoeiros e mares de nuvens mais frequentes. Aliás, os registos históricos mais antigos apontam para que apenas abaixo da cota dos 350 metros estivessem instaladas as terras de cultivo e habitações. São locais preferencialmente voltados a Sul e a Nascente para aproveitar o calor do Sol, evitar os vendavais mais frequentes, acautelar distâncias entre pontos necessários, garantir, em suma, o melhor conforto possível. […]". | por |
dc.description.sponsorship | CITA-A; Governo Regional dos Açores. | por |
dc.identifier.citation | Maduro-Dias, F. & Borges, P.A.V. (2009). "Áreas Urbanas". In P. Cardoso, C. Gaspar, P.A.V. Borges, R. Gabriel, I.R. Amorim, A.F. Martins, F. Maduro-Dias, J.M. Porteiro, L. Silva & F. Pereira (Eds.), «Azores : a natural portrait = Açores : um retrato natural». Ver Açor, Ponta Delgada: pp. 216-235. | por |
dc.identifier.isbn | 989-8123-16-9 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.3/2057 | |
dc.language.iso | por | por |
dc.peerreviewed | no | por |
dc.publisher | Ver Açor | por |
dc.subject | Ocupação do Espaço | por |
dc.subject | Povoamento | por |
dc.subject | Açores | por |
dc.title | Áreas Urbanas | por |
dc.type | book part | |
dspace.entity.type | Publication | |
oaire.citation.conferencePlace | Ponta Delgada | por |
oaire.citation.endPage | 235 | por |
oaire.citation.startPage | 216 | por |
oaire.citation.title | Azores - a natural portrait / Açores - um retrato natural | por |
rcaap.rights | restrictedAccess | por |
rcaap.type | bookPart | por |