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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A actividade da consciência não se limita a ser uma visão ingénua e imediatista dos actos que testemunha e de que se apropria. Para além desta função receptiva, ela procede à integração dos dados em referências que lhes conferem sentido e alargam o domínio da sua compreensão. Como tornar mais maleáveis os nossos esquemas de significação, abrindo-os na direcção doutras interpretações e fazendo eclodir neles novas áreas de significação?
Correspondendo a uma preocupação de índole pedagógica mais directa, iremos considerar, em primeiro lugar, algumas das análises piagetianas que põem em evidência o processo criativo de constituição das estruturas nocionais e operativas da razão, condição indispensável de toda a aprendizagem. De seguida, propomo-nos analisar o fenómeno da criatividade ao nível mais amplo da produção artística, apoiando-nos na exposição de Paul Ricœur sobre o eclodir de novos significados que o discurso metafórico produz.
Descrição
Comunicação apresentada no colóquio «A Criatividade na Educação», organizado pelo Centro de Estudos Filosóficos da Universidade dos Açores, a 8 de Março de 2002, em Ponta Delgada.
Palavras-chave
Descartes Feyerabend Francisco Bacon Holton Kant Piaget Ricoeur Criatividade Desenvolvimento Psicogenético Metáfora Necessário Possível
Contexto Educativo
Citação
«A criatividade ou o eclodir de novas significações», em "Actas do Colóquio A Criatividade na Imaginação", Ponta Delgada, Universidade dos Açores, 2006, pp. 15-35.
Editora
Universidade dos Açores - Centro de Estudos Filosóficos
