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Publicação

Quem nós somos na Infância: Um caminho de autodescoberta

datacite.subject.fosHumanidades::Filosofia, Ética e Religião
dc.contributor.advisorSilva, Rui Jorge Sampaio da
dc.contributor.advisorMendonça, Dina Serra da Luz
dc.contributor.authorClementino, Margarida de Jesus Ferreira dos Santos Sousa
dc.date.accessioned2026-02-26T10:33:57Z
dc.date.available2026-02-26T10:33:57Z
dc.date.issued2025-09-26
dc.descriptionDissertação de Mestrado, Filosofia para Crianças, 26 de setembro de 2025, Universidade dos Açores.
dc.description.abstractAo longo da dissertação, pretende-se comprovar que é possível trabalhar filósofos como Ricoeur na comunidade de investigação filosófica, recorrendo a jogos de perguntas filosóficas através do diálogo colaborativo. Assim, definiram-se três vértices do triângulo da questão da identidade: primeiramente, apresenta-se a escuta, questionando-se se os professores tendem a ver-se como autoridades epistémicas, o que, desde o início, cria uma barreira para escutar as vozes infantis, mesmo que o ambiente de sala de aula esteja organizado para acolher as suas ideias. De seguida, aborda-se o tema da voz infantil, a qual anseia ser verdadeiramente escutada e pretende obter destaque num espaço como a CIF. Por fim, desenvolve-se a questão da identidade da filosofia Ricoeuriana, considerando-se que a identidade narrativa se constrói entre o passado e o futuro. A partir deste triângulo invertido, pretende-se realçar a necessidade da criança, na comunidade de investigação filosófica se reencontrar e atribuir (re)significações a Si Própria, aos Outros e ao mundo, o qual escolhe construir ao longo do tempo, questionando-se: O que fui? (um enigma), O que sou? (à descoberta ainda) e Quem serei no futuro? (uma (in)finitude de hipóteses).por
dc.description.abstractABSTRACT: Throughout the dissertation, the aim is to show that it is possible to work with philosophers like Ricoeur in the context of the community of philosophical inquiry, using philosophical question games through collaborative dialogue. Thus, three vertices of the identity question triangle were defined: firstly, we approach the listening, questioning whether teachers tend to see themselves as epistemic authorities, which, from the outset, creates a barrier to listening to children's voices, even if the classroom environment is organized to welcome their ideas. Then, we will present the child's voice which longs to be truly heard, aiming for a space like CPI to give them that voice. Finally, there is the question of the identity of Ricoeurian philosophy, which considers that narrative identity is constructed between the past and the future. From this inverted triangle, the aim is to highlight the child's need within the community of philosophical inquiry to rediscover and (re)signify Themselves, Others, and the world they choose to build over time, by questioning: What was I? (a riddle), What am I? (still in discovery) and Who will I be in the future? (an (in)finitude of possibilities).eng
dc.identifier.citationCLEMENTINO, Margarida de Jesus Ferreira dos Santos Sousa. (2024). "Quem nós somos na Infância: Um caminho de autodescoberta". Ponta Delgada: Universidade dos Açores, 2024, 123 p. Dissertação de Mestrado em Filosofia para Crianças. Disponível em http://hdl.handle.net/10400.3/8886
dc.identifier.tid204020131
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.3/8886
dc.language.isopor
dc.rights.uriN/A
dc.subjectIdentidade
dc.subjectNarrativa
dc.subjectComunidade de Investigação Filosófica (CIF)
dc.subjectEscuta
dc.subjectVozes Infantis
dc.titleQuem nós somos na Infância: Um caminho de autodescobertapor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
thesis.degree.nameMestrado

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