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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Certas doenças genéticas exibem uma representação anomalmente elevada em
determinadas populações. Exemplos bem conhecidos de genes deletérios, ou seja, de
genes prejudiciais, que implicam o aparecimento de patologias ou até mesmo que
conduzem à morte, incluem a fibrose quística na população de canadianos franceses
(Daigneault et al., 1992), e o síndrome de Ellis-Van-Creveld, um tipo de nanismo
associado à polidactilia, na população de Old Order wish, um isolado cultural dos
Estados Unidos (Mange & Mange, 1990).
Apesar dos mecanismos explicativos da elevada representação das patologias hereditárias tem sido investigados em alguns casos particulares, as causas da variação étnica para as doenças genéticas permanecem largamente desconhecidas. Com o avanço externamente rápido da genética molecular criou-se uma confiança demasiado excessiva numa "solução tecnológica" para as doenças genéticas; como consequência, pouco progresso se tem feito em termos da investigação dos factores responsáveis pela distribuição destas últimas. Neste sentido, torna-se cada vez mais pertimente enquadrar o estudo das doenças genéticas numa matriz de factores biológicos, demográficos, sociológicos e até mesmo históricos.
Descrição
Primeira Jornada de Antropologia Biológica.
Palavras-chave
Genes Deletérios Epidemiologia Genética Genética Populacional
Contexto Educativo
Citação
LIMA, M., (1999). Difusão de genes deletérios : epidemiologia genética e genética populacional. "Relatórios e Comunicações do Departamento de Biologia", 31: 1-16.
