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Leitura social de três poemas de António Gedeão

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Orientador(es)

Resumo(s)

“A obra de António Gedeão encontra-se repartida em quatro livros – Movimento Perpétuo; Teatro do Mundo; Máquina de Fogo e Linhas de Força, publicados respectivamente em 1956, 1958, 1961 e 1967. No seu conjunto não se trata duma intensa produção poética, o que em nada põe em dúvida o valor literário e estético dos seus poemas. […]. Aparentemente, nada indicava que no professor de físico-química, borbulhasse um poeta preocupado e inquieto pelo destino dos outros: «Penso no ser poeta, e andar disperso / na voz de quem a não tem; / no pouco que há de mim em cada verso, / no mundo que há de tudo e de ninguém», inexplicavelmente silencioso anos a fio na aparente indiferença da descrição das experiências científicas. […]”

Descrição

Palavras-chave

António Gedeão (1906-1997) Literatura Portuguesa (séc. XX)

Contexto Educativo

Citação

"ARQUIPÉLAGO. Série Ciências Humanas". Nº. 3 (Jan. 1981): 261-290

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