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A poesia de Alberto de Serpa : a ordem das coisas

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“Não é segredo para ninguém que se vive um tempo caracterizado, em grande medida, pela invenção a todo o custo, um tempo onde o Homem, morto e enterrado Deus, parece baralhar o jogo e distribuir as cartas. Do cosmos possível se faz o caos, numa disputa em que, senhores da guerra, somos muitos, apostamos forte e vencemos nunca. Mas, nem por isso – anima certa, animus incerto, – desanimamos. Na humana e insaciável mira dos falanstérios, desfiguramos o real envolvente, retalhamo-lo, após o que, numa operação de saldo nem sempre claro, lhe passamos o respectivo atestado de menoridade. Com efeito, a mimesis, conforme múltiplas gerações, na esteira sobretudo da dupla Aristóteles/Horácio, a entenderem no Ocidente, ao estar sujeita, desde a segunda metade do século XVIII, a golpes de progressiva eficácia, tem-se acantonado, tímida e envergonhada, num fundo de cena cada vez menos discernível. […]”

Descrição

Palavras-chave

Alberto de Serpa (1906-1992) Poesia Portuguesa (séc. XX)

Contexto Educativo

Citação

"ARQUIPÉLAGO. Série Ciências Humanas". Nº. 5 (Jan. 1983): 95-112

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