| Name: | Description: | Size: | Format: | |
|---|---|---|---|---|
| 239.27 KB | Adobe PDF |
Authors
Advisor(s)
Abstract(s)
[…].
Nos Açores as macroalgas marinhas são tradicionalmente usadas na alimentação humana. No livro “Flora Marinha do Litoral dos Açores” publicado em 2005, os autores referem que a alga castanha Fucus spiralis, de nome comum “tremoço do mar”, é consumida como um petisco; a alga vermelha Porphyra, de nome comum “erva patinha”, é consumida frita e usada na confeção de sopas, omeletes ou tortas; as algas vermelhas Laurencia e Osmundea, de nome comum “erva malagueta”, são conservadas em vinagre e consumidas ao longo de todo o ano em algumas ilhas. Por outro lado, algumas espécies de macroalgas foram comercializadas até ao início da década de 1990. As algas vermelhas Pterocladiella capillacea e Gelidium microdon eram recolhidas manualmente ou por mergulho, posteriormente secas ao ar (era comum observar-se longos tapetes de algas a secar ao longo dos passeios em Vila Franca do Campo e em outras localidades) e preparadas para exportação, sendo depois utilizadas na produção industrial de agar. Num trabalho realizado nos anos 1980, solicitado pelo Governo Regional dos Açores, foram estudados vários aspetos sobre a apanha e a biologia desta alga agarófita Pterocladiella capillacea. Os dados da época, mostravam que nos Açores estavam a ser recolhidas 1800 toneladas (peso seco), o que representava 325 toneladas de agar de grande qualidade.
[…].
Description
A secção Biologia é coordenada pelo Professor Universitário Armindo Rodrigues.
Keywords
Macroalgas Marinhas
Pedagogical Context
Citation
Patarra, R. F. (2014, 19 de janeiro). Cultivo de macroalgas… Que futuro?. “Açoriano Oriental, Açores Magazine, UAciência”, pp. 28-29.
