Loading...
10 results
Search Results
Now showing 1 - 10 of 10
- The Azorean edible abalone Haliotis tuberculata, an alternative heavy metal-free marine resource?Publication . Torres, Paulo; Rodrigues, Armindo; Prestes, Afonso L.; Neto, Ana I.; Álvaro, Nuno V.; Martins, Gustavo M.Abalones are considered a delicacy and exploited for food worldwide. In many places, overfishing has led to the decimation of wild stocks and many are now reared in aquaculture systems. In the Azores, there is no tradition of eating abalones and Haliotis tuberculata stocks are still virtually untouched. However, as tourism in the islands grows and the stocks of other shellfish diminish, there is an increasing pressure to find alternative edible resources, leading to a rising interest in abalones. According to previous studies performed in the region, other edible species, including the local highly appreciated limpets and the giant barnacle, present high concentration levels of some heavy metals, which has been attributed to the volcanic origin of the islands. Here we analysed the metal content in the edible tissue of Haliotis tuberculata from São Miguel Island, Azores. The potential human health risks due to its consumption was assessed by estimating the average daily intake (EDI) and target hazard quotient (THQ) of metals. Similarly to other organisms in the Azores, abalones have higher than normal levels of some heavy metals, particularly cadmium, reflecting a local natural source that should be closely monitored from a public health point of view.
- História e evolução do mergulho científico : Parte 1Publication . Torres, Paulo[...]. Em 1967, o zoólogo Rupert Riedl (1925-2005) propôs uma classificação para o desenvolvimento do mergulho científico em biologia marinha em cinco fases. O primeiro, de 1780 a 1840, antes do estabelecimento de centros de investigação do oceano e do desenvolvimento de questões ecológicas. As fases dois e três sobrepõem-se parcialmente e datam de 1942, a partir da introdução do equipamento de mergulho com escafandro autónomo SCUBA (Self Contained Underwater Breathing Apparatus). Atualmente, e de acordo com este autor, estamos no início da fase quatro. A fase cinco é caracterizada pelo uso de sistemas de mergulho não tripulados e controlados remotamente. Esta classificação ainda hoje é usada como referência para a história do mergulho científico. Riedl viu o mergulho científico como um novo método para obter conhecimento biológico marinho, principalmente nas regiões mais costeiras. Entretanto, os conceitos e objetivos do mergulho científico tornaram-se significativamente mais amplos. Hoje, o mergulho científico é uma abordagem metodológica bem estabelecida, internacionalmente valorizada, e reconhecida em eco, bio e geociências ou arqueologia. […].
- História e evolução do mergulho científico - Parte 2Publication . Torres, PauloA partir do século XVII, o desenvolvimento do mergulho foi, fundamentalmente, impulsionado por interesses económicos e científicos. A “corrida” ao ouro tomou conta da Europa à medida que cargas cada vez mais valiosas eram recuperadas de galeões espanhóis afundados no Caribe. Por outro lado, o mergulho começou a ter um papel importante no resgate de navios na Europa, especialmente na Suécia. O exemplo mais famoso é o trabalho no naufrágio do navio de guerra sueco Vasa, perto de Estocolmo, em 1662. […].
- Mergulho com tubarões nos Açores : uma alternativa sustentável?Publication . Torres, Paulo[…]. No início deste ano, foi publicado o primeiro artigo científico que se concentra em temáticas especificamente relacionadas com esta nova actividade. De acordo com este trabalho, desenvolvido por investigadores da Universidade dos Açores (PDL), esta indústria tem vindo a crescer significativamente e, só em 2014, gerou cerca de 2.000.000€, montante que facilmente poderá já ter sido ultrapassado, tendo em conta o aumento substancial do turismo a que se tem assistido na região. Os participantes desta experiencia são maioritariamente Europeus e a grande maioria (97%) não sentiu qualquer forma de intimidação ou receio durante todo o mergulho. Todos estariam dispostos a pagar mais pelo privilégio de usufruir desta actividade, desde que esse valor extra fosse utilizado na proteção destas magnificas espécies. […].
- Pliocene and Late Pleistocene actinopterygian fishes from Santa Maria Island, Azores (NE Atlantic Ocean) : palaeoecological and palaeobiogeographical implicationsPublication . Ávila, Sérgio P.; Azevedo, José M. N.; Madeira, Patrícia; Cordeiro, Ricardo; Melo, Carlos S.; Baptista, Lara; Torres, Paulo; Johnson, Markes E.; Vullo, RomainFossil fishes are among the rarest in volcanic oceanic islands, their presence providing invaluable data for the understanding of more general (palaeo)biogeographical patterns and processes. Santa Maria Island (Azores Archipelago) is renowned for its palaeontological heritage, with representatives of several phyla, including the Chordata. We report on the fossil fishes, resulting in an increase in the number of Pliocene fishes from the Azores to 11 taxa: seven Chondrichthyes and at least four Actinopterygii. The genus Sparisoma is reported for the first time in the fossil record. The presence of fossil remains of the parrotfish Sparisoma cretense in Last Interglacial outcrops is significant, because it posits a setback for the theory that most of the present-day Azorean marine species colonized the area after the last glacial episode. Our multidisciplinary approach combines palaeontological data with ecological and published genetic data, offering an alternative interpretation. We suggest that most of the Azorean shallow-water subtropical and temperate marine species living in the archipelago during the Last Interglacial were not affected by the decrease in sea surface temperatures during the last glacial episode. We also predict low genetic diversity for fish species presently living in the Azores and ecologically associated with fine sediments, as a result of the remobilization and sediment transport to abyssal depths, during the Last Glacial episode; these are viewed as post-glacial colonizers or as ‘bottleneck’ survivors from the Last Glaciation
- The big five : espécies costeiras emblemáticas com estatuto de proteçãoPublication . Torres, PauloOs Açores são conhecidos por possuírem condições ideais para observação de espécies marinhas junto à costa. A sua localização no Atlântico Norte, entre as correntes ricas em nutrientes vindas do Norte e as águas quentes da corrente do Golfo, reflecte-se num autêntico santuário para muitas espécies, reflectindo uma riqueza e biodiversidade marinhas únicas. Porém, algumas dessas espécies são também alvo da pesca comercial e/ou recreativa, uma potencial ameaça, particularmente, para espécies com elevado estatuto de conservação como o peixe-cão, badejo, mero, cavaco e lagosta. Essas cinco espécies vulneráveis apresentam desafios diferentes de sustentabilidade, considerando as suas características biológicas, valor socioeconómico e acesso. […].
- Bathoidea (raias e jamantas) : recursos vivos ao serviço do Homem e da saúde dos OceanosPublication . Torres, Paulo[…]. Nos Açores, estão registadas cerca de 13 espécies de raias e jamantas, pertencentes a 3 grupos (ordens): os Torpediniformes (raias eléctricas), os Rajiformes (as raias mais comuns) e os Myliobatiformes (ratões, uges e jamantas). Algumas espécies têm uma inegável importância socioeconómica local como recurso alimentar e são capturadas durante todo o ano como pesca acessória do goraz (Pagellus bogaraveo), como a Raja clavata ou a Raja maderensis. Contudo, muitas espécies são também bastante procuradas pela indústria marítimo-turística e por todos os entusiastas e amantes do meio marinho, nomeadamente, o ratão Dasyatis pastinaca ou Dasyatis centroura, o ratão-águia Myliobatis aquila e, principalmente, a emblemática jamanta Mobula tarapacana, que todos os anos atrai milhares de turistas a região. […].
- Tubarões e raias : um recurso dos Açores a proteger?Publication . Torres, Paulo[…]. A pesca nos Açores existe desde que as ilhas foram colonizadas, o que reflete a sua importância histórica, cultural, social e económica. A frota regional tem mantido métodos de pesca tradicionais, artesanais e sustentáveis, baseados em anzois, linhas de mão e isco vivo. Não existe uma pesca comercial dirigida a tubarões e raias, apesar de algumas espécies serem capturadas como pesca acessória (tubarão azul ou o tubarão mako) ou através de artes de pesca multiespecíficas (cação ou a raia). Dada a localização do Arquipélago, no meio do Atlântico, algumas espécies (exemplo, tubarão azul) são também capturadas, periodicamente, por embarcações estrangeiras. […].
- Programa MoniCO – de olhos postos na ecologia costeiraPublication . Gomes, Inês; Torres, Paulo; Afonso, PedroO programa de monitorização MoniCO (programa de monitorização de espécies e habitats costeiros dos Açores) abrange um plano integrado a longo prazo de monitorização da biodiversidade e dos recursos costeiros para apoiar a avaliação periódica do estado de conserva- ção, num contexto de gestão articulada e integrada das pescas e AMPs (Áreas Marinhas Protegidas) costeiras. Este programa é liderado pelo IMAR Instituto do Mar, e o centro Oceanos da Universidade dos Açores.
- Microplásticos: Uma Ameaça Silenciosa.Publication . Amorim, Luísa; Torres, PauloTodos os anos milhões de toneladas de lixo de origem antropogénica, são despejados para o oceano, afetando ecossistemas, seres vivos, e eventualmente o próprio Homem. O plástico é o componente maioritário desses detritos que usamos no nosso dia-a-dia há mais de 100 anos. Os microplásticos são o resultado da libertação ou fragmentação de pedaços de plástico em partículas menores que 5 milímetros. Estes detritos são omnipresentes em todo o ambiente marinho, como praias, estuários, superfície da água e fundo do mar. Esta problemática põe em perigo inúmeros organismos marinhos, incluindo zooplâncton e ovos, embriões e larvas de peixes, contaminados quer por ingestão de partículas microscópicas, quer pela sua adesão às carapaças e apêndices dos organismos. (…)
