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- Quando os Dados Falam: Estatística ao Serviço da Sustentabilidade e da Gestão do TerritórioPublication . Silva, Osvaldo; Gráfica AçoreanaVivemos numa sociedade em que o acesso imediato à informação evidencia — e torna indubitáveis — os efeitos das alterações climáticas: furacões, secas, cheias, incêndios, a subida do nível do mar e a erosão costeira são apenas alguns dos fenómenos que ocupam os noticiários. A estes juntam-se desastres agravados pela ação humana, como deslizamentos de terra e inundações em áreas urbanas, que continuam a provocar perdas humanas, danos ambientais e destruição de infraestruturas. Apesar das inúmeras promessas de governos e organizações internacionais, a resposta global permanece insuficiente. Por isso, é essencial que os cidadãos se tornem agentes informados e conscientes, capazes de exigir políticas públicas eficazes e de adotar práticas que contribuam para reduzir os impactos ambientais, tanto a nível local como global. A informação fiável é, assim, um recurso estratégico: permite-nos compreender melhor o meio em que habitamos, reconhecer os efeitos da atividade humana e identificar soluções sustentáveis que protejam a vida e os ecossistemas...[...]...O valor da Estatística depende do rigor ético na recolha e interpretação dos dados. Informação de má qualidade compromete decisões e distorce a realidade, tornando indispensável assegurar métodos sólidos e transparentes. É, por isso, cada vez mais importante uma colaboração estreita entre os investigadores das áreas ligadas ao ambiente e afins e os estatísticos, para que continuem a ser desenvolvidos métodos estatísticos e computacionais adequados, que permitam dar uma resposta continuada aos desafios presentes e futuros. O contributo de cada cidadão também é decisivo. Informar-se, participar e exigir políticas baseadas em evidência são passos essenciais para garantir um futuro ambientalmente equilibrado. A construção de um planeta sustentável começa com decisões conscientes, e cada ação conta. Agora não se esqueça de dar o seu contributo ativo nesse sentido! O planeta precisa de si. Vamos a isso!
- As Expressões Artísticas na infância: Uma viagem entre o Estágio Pedagógico e as vivências artísticas da Ilha MontanhaPublication . Pinto, Rita Fernandes; Fialho, Adolfo Fernando da FonteO presente Relatório tem como principal intuito apresentar, analisar e refletir acerca das práticas educativas que decorreram em contexto dos Estágios Pedagógicos em Educação Pré-escolar (Estágio Pedagógico I) e em Ensino do 1º. Ciclo do Ensina Básico (Estágio Pedagógico II), integrados no Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico, promovido pela Faculdade de Ciências Socais e Humanas da Universidade dos Açores. Neste sentido e em consonância com a análise acerca dos nossos estágios, decidimos investigar um tema que nos é muito caro, que se prende com o potencial das Expressões Artísticas na Infância. Considerando o nosso percurso escolar, bem como as memórias que guardamos dos nossos tempos de menina, entendemos aprofundar tal estudo considerando os contextos formais e informais de aprendizagem, no caso, tendo por base as vivências artísticas da Ilha do Pico, lugar onde vivemos a nossa infância. Baseado neste pressuposto, o nosso trabalho tem por título “As Expressões Artísticas na infância: uma viagem entre o Estágio Pedagógico e as vivências artísticas da Ilha Montanha”. Neste contexto, complementamos a análise realizada à ação educativa dos nossos estágios pedagógicos com um estudo efetuado na nossa ilha natal, que teve com primordial técnica de recolha de dados a entrevista, realizada a 10 picarotos: 2 Educadores de Infância, 2 Professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico, 2 Professores reformados, 1 Professor de Música do 2.º Ciclo, 1 elemento de uma Filarmónica, 1 elemento de um Grupo Folclórico e 1 formadora da Escola Regional de Artesanato de Santo Amaro. Cruzando as nossas experiências de estágio com os resultados do estudo que realizamos na ilha do Pico, estamos em condições de realçar o potencial das Expressões Artísticas no desenvolvimento da criança, tanto no contexto escolar, como em contextos informais de aprendizagem, nos quais as mesmas ganham múltiplos sentidos e significados e se cruzam com a identidade cultural do local onde vivem. Os dados recolhidos permitem-nos ainda concluir que a cultura e a arte picarota se têm vindo a desvanecer ao longo dos anos; que o vasto currículo e que os alargados horários escolares têm vindo a tirar lugar às Expressões Artísticas e que a avançada tecnologia tem vindo ocupar os mais pequenos de forma desmedida afastando-os dos cenários lúdicos tradicionais. Ainda assim, realçamos a importância dos contextos não formais de aprendizagem que continuam a ter um poder transformador na vida da criança.
