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- Tratamento fiscal e aplicação da NCRF 12 : imparidade de ativos em Portugal, Espanha e Reino UnidoPublication . Brandão, Vasco Soares de Albergaria Ivens; Couto, Gualter Manuel Medeiros; Pimentel, Pedro Miguel Silva GonçalvesCom o decorrer do tempo e, por consequente, com o crescente desenvolvimento da economia a nível global, houve, por parte das empresas, a necessidade de atuarem de forma internacional. Dada esta globalização, tornou-se interessante perceber como evoluiu a contabilidade e quais as diferenças e semelhanças das leis fiscais entre os diversos países. Estas comparações levaram a perceber se um país é mais competitivo que outro, aumentaram o conhecimento sobre o funcionamento de cada país e deram a possibilidade de sugerir ideias para aplicar no nosso país. Esta evolução crescente levou à imposição de se conhecerem e interpretarem as leis fiscais de cada país, e assim tentar igualar a forma como a informação é tratada. Claramente, esta uniformidade de tratamento e comparação da informação útil a cada empresa veio facilitar a atuação destas a nível geral. Este estudo abordou dois tipos de pesquisa, a qualitativa e a quantitativa, sendo que a inferência estatística não foi necessária, visto que foi analisado o tratamento fiscal e a aplicação de Imparidades de Ativos Fixos Tangíveis (AFT) em Portugal, Espanha e Reino Unido. Da dissertação, concluiu-se que Portugal e Espanha apresentavam semelhanças no que toca à aceitação fiscal de imparidades de ativos fixos tangíveis, apesar de Espanha restringir mais esta aceitação que Portugal. O Reino Unido, tendo origem Anglo Saxónica, teve um comportamento diferente dos outros dois países, onde não aceitava a dedução fiscal de imparidades de AFT. Este país tem trabalhado com uma taxa de equilíbrio denominada por balancing charge. Este trabalho contribuiu, sem dúvida, para um melhor entendimento da norma NCRF 12 – Imparidade de Ativos Fixos Tangíveis, em Portugal. O mesmo foi útil, também, para se fazer uma comparação entre a aceitação fiscal destas imparidades em 3 países distintos. Assim, aprofundou-se o conhecimento entre as leis fiscais de Portugal, Espanha e Reino Unido, tendo-se tirado ideias de melhoria para o nosso país.
- Os materiais pedagógicos como potenciadores do interesse das crianças pela Linguagem Oral e EscritaPublication . Arruda, Susana; Santos, Ana IsabelO presente relatório apresenta a ação pedagógica experienciada ao longo dos estágios realizados em contexto de Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico. Neste trabalho refletimos e analisamos de forma mais profunda os contributos e as potencialidades dos recursos didáticos na aprendizagem e desenvolvimento da linguagem oral e escrita na infância, tendo em conta os documentos orientadores para a Educação Pré-Escolar e para o 1.º Ciclo do Ensino Básico, bem como as práticas educativas desenvolvidas no âmbito dos estágios. Em ambos os contextos de estágio contribuímos para o desenvolvimento da linguagem oral e escrita das crianças, maioritariamente, através da exploração de diversos recursos didáticos, como jogos, livros, cartazes, materiais manipuláveis, entre outros, que permitiram uma maior interação oral por parte das crianças e promoveram um maior contacto com a escrita. As atividades desenvolvidas na Educação Pré-Escolar permitiram às crianças expressarem-se com maior facilidade, através da exploração de materiais e recontos de histórias. Para além disso, as crianças contactaram com a escrita através de diversas atividades e materiais que auxiliaram no reconhecimento e identificação de letras, identificação de palavras do seu quotidiano, formação de palavras, identificação de rimas, entre outros. Quanto ao 1.º Ciclo do Ensino Básico, as atividades realizadas possibilitaram aos alunos, a nível da escrita, redigir diversos textos com recurso a materiais didáticos, bem como explorar textos e conteúdos através de jogos. No que concerne à oralidade, os alunos apresentaram trabalhos à turma, expressaram ideias e dialogaram com os colegas sobre as temáticas abordadas na sala de aula. O trabalho desenvolvido demonstrou que os recursos didáticos usados ao longo das práticas educativas contribuíram para a promoção de atividades mais diversificadas e, dado o seu caráter lúdico, suscitaram bastante interesse nas crianças e fizeram com que elas se integrassem facilmente nas atividades, tirando proveito das mesmas. Por fim, concluímos que os objetivos que definimos como orientadores da nossa ação educativa, em ambos os contextos de estágio, foram alcançados e, neste sentido, esperamos incentivar os docentes para o uso de materiais pedagógicos na sala de aula, uma vez que estes são potenciadores do interesse das crianças e permitem o desenvolvimento de competências ao nível da linguagem oral e escrita.
