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- A falar é que a gente se entende : a linguagem oral na Educação Pré-Escolar e no 1.º Ciclo do Ensino BásicoPublication . Sousa, Andreia de Fátima Madeira; Santos, Ana IsabelO presente relatório resulta de todo o trabalho desenvolvido nas disciplinas de Estágio Pedagógico I e II, inseridas no Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico, incidindo sobre uma das áreas de conteúdo abordadas ao longo dos estágios na Educação Pré-Escolar e no 1.º Ciclo do Ensino Básico, mais concretamente a linguagem oral. Aquando da definição das linhas que iriam nortear este trabalho, a prática pedagógica em contexto pré-escolar foi de extrema importância, uma vez que as lacunas detetadas no grupo de crianças suscitaram o interesse por enveredar por esta área e a necessidade de intervenção no âmbito da linguagem oral. Este constituiu o ponto de partida para apostar numa intervenção que enfatizasse a linguagem oral, com vista a contribuir positivamente para o desenvolvimento e aperfeiçoamento da linguagem oral em ambos os contextos de estágio. Neste sentido, apostou-se na conceção e na implementação de diferentes estratégias atendendo às características das crianças, com o propósito de favorecer o desenvolvimento da linguagem oral. Para tal, foi importante conhecer as crianças e criar um clima propício à comunicação, como forma de ir ao encontro das suas necessidades e de adequar a prática pedagógica. Assim sendo, foi nossa intenção que as estratégias contribuíssem não só para o desenvolvimento de competências ao nível da oralidade, mas que fossem também um incentivo ao crescimento pessoal e relacional das crianças. Paralelamente, tornou-se fundamental considerar não só as dinâmicas que estavam previamente planificadas, mas também rentabilizar as situações imprevistas que surgiam aquando da interação com as crianças e que eram propensas ao desenvolvimento da linguagem. Ao longo dos estágios pedagógicos a informação foi recolhida através da observação participante das dinâmicas da sala, bem como do desenvolvimento e aprendizagem das crianças. Em ambos os contextos de estágio, as crianças manifestaram interesse em participar no que lhes era proposto e verificou-se uma evolução no domínio da linguagem oral, nas vertentes da compreensão e expressão oral. Para além disso, foi evidente a adoção de uma postura interventiva com pertinência e qualidade nas crianças, uma vez que manifestavam interesse em expor a sua opinião mobilizando ideias e vivências individuais e conhecimentos diversos. Considera-se, ainda, que a experiência pedagógica e a elaboração deste relatório foram fundamentais para o crescimento pessoal e profissional da estagiária.
