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- Matemática Recreativa : dados para todos os gostosPublication . Teixeira, Ricardo Emanuel Cunha(...) Os dados tradicionais de 6 faces, numeradas de 1 a 6, são os mais comuns. Têm a forma de um cubo e os números de 1 a 6 são representados por pintas com uma disposição específica para cada número. A disposição das pintas é comum, por exemplo, às peças do dominó tradicional e às cartas do baralho de cartas tradicional. Uma configuração fixa para cada conjunto de pintas permite o rápido reconhecimento de uma quantidade, sem ser necessário contar as pintas. De facto, quando lançamos um dado tradicional, rapidamente reconhecemos o número que saiu nesse lançamento sem necessidade de contarmos as pintas. A capacidade de reconhecer o número de objetos em pequenas coleções, sem efetuar uma contagem, designa-se por subitização (do latim subitus - súbito). (...) Se o leitor investigar um pouco sobre a origem dos dados, ficará surpreendido com a sua já longa história. (...) No jogo Senet, de origem egípcia, também se utilizavam dados, mas num formato mais “primitivo”. (...) Os dados do Senet eram astrágalos (ossos do tarso de alguns animais) ou estiletes de duas faces (uma curva e outra plana). Cada jogada consistia em lançar quatro estiletes (cada um com uma face curva e outra plana) e movimentar uma peça de acordo com o resultado obtido no lançamento dos quatro estiletes: apenas uma face plana para cima (avançava-se uma casa no tabuleiro); duas faces planas para cima (avançava-se duas casas no tabuleiro); três faces planas para cima (avançava-se três casas no tabuleiro); quatro faces planas para cima (avançava-se quatro casas no tabuleiro); nenhuma face plana para cima, ou seja, quatro faces curvas para cima (avançava-se seis casas no tabuleiro). É interessante esta versão prévia ao dado tradicional. (...) Voltamos ao dado tradicional de 6 faces. Há algumas propriedades interessantes a ter em conta. Por exemplo, se adicionarmos os valores das faces opostas obtemos sempre 7. Isto significa que os números das faces opostas devem ser 1-6, 2-5, 3-4. Além disso, se olharmos para as faces com os números 1-2-3 ou 4-5-6, as três faces encontram-se num vértice e os três números estão ordenados no sentido dos ponteiros do relógio ou no sentido contrário aos ponteiros do relógio. (...)
- Fatores e estratégias promotores do interesse pela leitura na Educação Pré-Escolar e no 1.º Ciclo do Ensino BásicoPublication . Sousa, Susana Cristina Aguiar; Leal, Susana da Conceição Miranda Silva MiraNo presente Relatório de Estágio procurámos analisar criticamente as práticas pedagógicas desenvolvidas na Educação Pré-Escolar e no 1.º Ciclo do Ensino Básico, em particular no que respeita à compreensão dos fatores que aproximam as crianças da leitura, tendo em vista a seleção das melhores estratégias de ensino para promover esse interesse e o desenvolvimento das competências de leitura das crianças. Neste sentido, desenvolvemos um trabalho de natureza predominantemente qualitativa, numa perspetiva de investigação-ação, pelo que os dados e as conclusões obtidas não podem ser alvo de generalização para outros grupos de indivíduos. Assim, na Educação Pré-Escolar verificou-se uma complementaridade entre os fatores e as estratégias, visto que através destas conseguimos descobrir os fatores de (des)interesse pela leitura do nosso grupo de crianças e, consequentemente, selecionar novas estratégias adequadas a esses interesses. De uma forma geral, apercebemo-nos no início do estágio que este grupo não utilizava a biblioteca no Tempo de Atividades Autónomas. Contudo, através das estratégias aplicadas as crianças começaram a aproximar-se da leitura, chegando a afirmar que aprenderam a ler. Quanto ao 1.º Ciclo do Ensino Básico, aplicou-se o questionário de Wigfield e Guthrie (1997) com o intuito de perceber quais os fatores que aproximam os alunos da leitura e em função dos mesmos selecionar as estratégias de ensino. Apesar de os alunos da turma, no geral, gostarem de ler, através da segunda aplicação do questionário, no final do estágio, verificámos as nossas estratégias terão influenciado positivamente esse interesse, fazendo subir os resultados mais baixos. Relativamente a ambos os contextos de Estágio procurou-se também desenvolver a compreensão leitora, de acordo com os vários níveis proposto por Viana et al. (2010), segundo estratégias de pré-leitura, leitura e pós-leitura. Foi notório que prevaleceram as questões de compreensão literal, à semelhança dos estudos de Ramos (2012) e Pereira (2015). O percurso de intervenção e investigação que culmina neste trabalho foi de crucial importância para a minha formação, na medida que me permitiu refletir sobre as minhas ações e, assim, evoluir como profissional.
