Percorrer por data de Publicação, começado por "2013-06-27"
A mostrar 1 - 2 de 2
Resultados por página
Opções de ordenação
- As receitas pedagógicas e o ensino da MatemáticaPublication . Cabral, JoãoO artigo apresenta uma visão crítica sobre as receitas pedagógicas no ensino da Matemática.
- Isolamento e caracterização de uma proteína tóxica produzida por um isolado açoriano de Bacillus weihenstephanensisPublication . Sardinha, Renato Alves; Simões, Nelson José de Oliveira; Toubarro, Duarte NunoNeste trabalho, estudaram-se os isolados S122D, S150E e S168A do banco de Bacillus spp do grupo de entomoparasitologia do Centro de Investigação de Recursos Naturais da Universidade dos Açores, nos quais se tinha previamente verificado a presença de inclusões, mas que não amplificavam genes cry: S122D, S150E e S168A. A análise dos genes 16S destes isolados apresentou uma grande homologia com isolados do grupo B.cereus. A observação detalhada deste gene revelou a presença de uma assinatura psicotrófica em todos os isolados, com uma timina e uma adenina numa posição característica da espécie Bacillus weihenstephanensis. Através da análise filogenética do gene aroE, confirmou-se que os isolados S122D, S150E e S168A pertencem à espécie B. weihenstephanensis. Testou-se a toxicidade destes isolados em Ephestia kuehniella e selecionou-se o isolado S122D que registou maior mortalidade, apresentando um LD50 próximo dos 100mg de proteína bruta, para isolamento da toxina. Este isolado contém uma inclusão associada ao esporo, apresentando uma forma trapezóide quando separado do esporo, diferente da estrutura bipiramidal dos Bacillus thuringiensis. Após a lavagem das inclusões com triton X-100 e separação dos esporos dos cristais verificou-se uma drástica redução da toxicidade dos mesmos. A maior toxicidade em E. kuehniella foi detetada na fase solúvel em triton X-100, resultante da lavagem das inclusões. A toxina presente nesta fração solúvel em triton X-100 foi fracionada e purificada através de uma sequência de cromatografias num sistema FPLC. A purificação da fração tóxica foi acompanhada de ensaios de toxicidade em E. Kuehniella, apresentando a fração semi-pura uma toxicidade de 40% em 15 µg de proteína. Numa fase seguinte à purificação, foi obtida uma única banda de 63 kDa em SDS-PAGE em condições não desnaturantes e uma banda de 42 kDa quando corrida em condições desnaturantes. Esta toxina foi identificada por espetrometria de massa como sendo uma proteína homóloga a uma Phosphate-binding protein (com um número de acesso de NCBI gi|152032648) a qual designámos Bw-PDB (Bacillus weihenstephanensis- Phosphate-binding protein) A Phosphate-binding protein é, pela primeira vez, descrita em B. weihenstephanensis e identificada como sendo tóxica em Lepidópteros. Esta proteína constitui um promissor novo biopesticida.
