Browsing by Issue Date, starting with "2013-04-08"
Now showing 1 - 2 of 2
Results Per Page
Sort Options
- Influência da data de fecho na primavera, do intervalo de crescimento e da adubação azotada, na produtividade e qualidade da erva produzida para silagem por uma pastagem consociada de Lolium perenne, Trifolium repens e Trifolium pratensePublication . Lopes, Carla Sofia do Couto; Gomes, Anabela ManceboFoi implementado um ensaio de campo, numa zona de altitude média na ilha Terceira, para estudar a produtividade e qualidade da erva obtida em três datas de fecho na Primavera (5 de Abril, 20 de Abril e 20 de Maio), de uma pastagem semeada no Outono com Lolium perenne L., Trifolium pratense L. e Trifolium repens L. Para cada data de fecho, dois intervalos de crescimento (6 e 8 semanas) e cinco níveis de adubação azotada por hectare e dia (0, 1,0; 1,5; 2,0 e 2,5 kg) foram estudados. Para respectivamente a primeira, segunda e terceira datas de fecho, as produções médias de matéria seca (MS) por hectare para os intervalos de crescimento de 6 semanas foram 4962, 4543 e 5395 kg. Para o intervalo das 8 semanas as produções foram 6019, 6411 e 5746 kg. As produções de MS ha-1 aumentaram significativamente com o aumento da adubação azotada, excepto no intervalo de 6 semanas na terceira data de fecho. O conteúdo de trevo aumentou à medida que a temperatura aumentou, tendo aumentado também a produção de MS ha-1 nos canteiros que não foram adubados e o conteúdo de proteína bruta e de minerais da forragem. Contudo, o conteúdo de trevo diminuiu com o aumento da adubação azotada nas três datas de fecho. A qualidade da forragem diminuiu quando se aumentou o intervalo de crescimento das 6 para as 8 semanas, nas três datas de fecho, tendo aumentado as concentrações de NDF, ADF e ADL e diminuído a digestibilidade.
- As percepções dos alunos do ensino secundário acerca da toxicodependência : um estudo em duas escolas de São MiguelPublication . Carvalho, Carlos Alexandre da Câmara; Rego, Isabel EstrelaPerceptível no domínio social e documentado a nível científico, existem concelhos na ilha de São Miguel onde o consumo de substâncias psicoactivas parece atingir níveis muito elevados. Exige-se, desta forma, uma reorganização das estratégias de prevenção, a fim de minimizar os danos na saúde pública. Sendo a escola reflexo do meio social onde está inserida e a população adolescente um grupo de risco no que concerne ao contacto com diferentes substâncias psicoactivas, pretendeu-se averiguar que percepções têm os alunos acerca de realidades associadas à toxicodependência. Delineado numa abordagem essencialmente quantitativa, o presente estudo teve por base a aplicação de um inquérito a 300 alunos, 150 da Escola Secundária das Laranjeiras, concelho de Ponta Delgada e 150 da escola Secundária do concelho da Ribeira Grande. Os dados obtidos foram analisados em função da escola e do sexo dos alunos. Os resultados permitiram concluir que os jovens dos dois concelhos, neste domínio, apresentam graves lacunas nos seus conhecimentos. Além disso, destacam mais facilmente os efeitos psicológicos em detrimento dos efeitos físicos. Em termos de factores de risco e factores de protecção, apontam, com maior facilidade, os relacionados com o domínio individual e familiar. Os alunos reconhecem que existem problemas de saúde relacionados com a toxicodependência, mas não conseguem identificar quais. Esta identificação é mais bem conseguida na relação entre toxicodependência e criminalidade. O perfil do consumidor identificado pelos alunos corresponde ao perfil publicamente difundido. No que concerne à reabilitação, reconhecem que é um processo complicado, mas evidenciam apenas a ida para uma clínica como a solução única para este tratamento. Ao nível de estratégias para diminuição do consumo que possam ser desenvolvidas a nível escolar e no contexto da freguesia de residência, enfatizam as palestras e o reforço policial. Quando questionados acerca do porquê dos jovens serem uma população de risco para a toxicodependência, salientam a curiosidade própria desta faixa etária como a explicação para este risco.
