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Orientador(es)
Resumo(s)
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Nos Açores, o incenso (Pittosporum undulatum), espécie nativa da Austrália, foi introduzido no arquipélago no século XIX, para a edificação de sebes em pomares de laranjeira.
Durante os últimos 100 anos, o incenso dispersou por uma vasta gama de habitats, ocupando atualmente cerca 24.000 ha do total de 62.981 ha da cobertura florestal Açoreana. Presentemente, não existem recursos disponíveis para controlar a invasão. No entanto, tem estado a decorrer um projeto que tem como intuito valorizar o potencial da biomassa como um instrumento de gestão do incenso. Este projeto de doutoramento orientado pelos professores Luis Silva, Rui Elias e Mário Alves da Universidade dos Açores foi financiado pela NaturalReason Lda, empresa que se dedica a produção de pellets de madeira, um combustível sólido gerado a partir de biomassa florestal.
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Descrição
A secção Biologia é coordenada pelo Professor Universitário Armindo Rodrigues.
Palavras-chave
Pittosporum undulatum Dendrocronologia Incenso Açores
Contexto Educativo
Citação
Silva, L. B. (2017, 16 de abril). A aplicação da dendrocronologia na gestão de florestas invadidas pelo incenso (Pittosporum undulatum). “Açoriano Oriental, Açores Magazine, UAciência”, pp. 26-27.
