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Ratos : bioindicadores da qualidade do ar

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Orientador(es)

Resumo(s)

[…]. Das 3 espécies, a mais infetada pela bactéria leptospira e o rato domestico (murganho). De acordo com dados do Manual de boas práticas de controlo de roedores para a Região Autónoma dos Açores, da autoria da Comissão de Gestão Integrada de Pragas - Roedores (2012), mais de 50% dos roedores das ilhas de S. Miguel e Terceira estão infetados pelas bactérias causadoras da leptospirose. Se juntarmos a esta realidade o facto de, devido ao seu pequeno tamanho, os ratos ocuparem frequentemente os mesmos locais que o Homem (comensais), deparamo-nos com uma situação altamente preocupante em termos de saúde. A elevada humidade relativa do meio ambiente nos Açores agrava ainda mais esta situação, uma vez que prolonga a viabilidade das bactérias na urina do rato, aumentando a probabilidade de transmissão ao Homem. Estes são alguns dos lados “lunares” dos ratos! Mas o grupo de investigação em saúde pública e ecotoxicologia (PHERG) do Departamento de Biologia da Universidade dos Açores tem explorado o lado “solar” destes pequenos mamíferos. Em 2006 este grupo de investigação decidiu testar os murganhos como espécie bioindicadora da qualidade do ambiente na ilha de S. Miguel, particularmente nas Furnas. O facto de se tratar de um mamífero, ser uma espécie abundante e amplamente distribuída, e ocupar os mesmos espaços que a população humana, indiciava que poderia reunir as condições necessárias para servir estes propósitos científicos e, por consequência, sociais. […].

Descrição

A secção Biologia é coordenada pelo Professor Universitário Armindo Rodrigues.

Palavras-chave

Ambiente Bioindicator Qualidade do Ar

Contexto Educativo

Citação

Camarinho, R., Garcia, P. & Rodrigues, A. (2014, 30 de março). Ratos: bioindicadores da qualidade do ar. “Açoriano Oriental, Açores Magazine, UAciência”, pp. 26-27.

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