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A freguesia de Santa Maria de Alcáçova de Santarém : a comunidade eclesiástica
dc.contributor.author | Botão, Maria de Fátima | |
dc.date.accessioned | 2009-11-13T15:45:49Z | |
dc.date.available | 2009-11-13T15:45:49Z | |
dc.date.issued | 2004 | |
dc.description.abstract | [...] Situemo-nos no adro da igreja de Santa Maria. Ousemos atravessar o portal, avançar pelo claustro e ir ao encontro da comunidade colegial. Aí encontramos, sobretudo se se trata de um dia de cumprimento de culto para os leigos, homens e mulheres que a procuram para conviver e negociar, primeiro com o divino, depois com o terreno... Ali se reza e se trabalha; ali se constrói uma história, produzida pela acção dos homens que alicerçam as estruturas da igreja, desde a sua fundação, nos primórdios da nacionalidade, dos que a administram, que fazem dela um núcleo de dinamização religiosa e económica de prestígio, apoiando- se numa comunidade laica, também ela, em grande parte, responsável pela sua sobrevivência material e espiritual. A freguesia de Santa Maria de Alcáçova de Santarém nasce em torno deste templo que através da acção dos protagonistas da sua história, da própria comunidade de dignidades e cónegos, galvaniza uma parte substancial das vivências sociais, económicas e espirituais de muitos fiéis, que extravasam os limites da própria freguesia e a procuram oriundos de Lisboa e do Porto, Lamego ou Almada1. A igreja polariza pelo seu prestígio, pela sua própria estrutura material, a fé e o poder económico de muitos fregueses escalabitanos e não só procuram uma comunidade eclesiástica que, desde sempre, além de zelar pelo o culto da fé, remissão dos pecados e salvação das almas dos fieis, assegura o ensino e a cultura. O templo funciona, ainda, como centro administrativo de um espaço económico amplo, dando continuidade às suas relações com a sociedade, estabelecendo, com esta, laços que lhe permitem assegurar a sua sobrevivência económica, quer proporcionando concessões para a exploração do património, quer usufruindo dos legados e das doações, que, finda a vida terrena, os fiéis lhe deixam. [...] | pt |
dc.identifier.citation | "ARQUIPÉLAGO. História". ISSN 0871-7664. 2ª série, vol. 8 (2004): 207-219 | pt |
dc.identifier.issn | 0871-7664 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.3/401 | |
dc.language.iso | por | pt |
dc.publisher | Universidade dos Açores | pt |
dc.relation.ispartofseries | História. 2ª série;vol. 8 | |
dc.subject | Concelho de Santarém | pt |
dc.subject | Freguesia de Santa Maria de Alcáçova | pt |
dc.subject | História da Igreja | pt |
dc.subject | História de Portugal (séc. XII-XIV) | pt |
dc.title | A freguesia de Santa Maria de Alcáçova de Santarém : a comunidade eclesiástica | pt |
dc.type | journal article | |
dspace.entity.type | Publication | |
oaire.citation.endPage | 219 | pt |
oaire.citation.startPage | 207 | pt |
oaire.citation.title | ARQUIPÉLAGO - Revista da Universidade dos Açores | pt |
rcaap.rights | openAccess | pt |
rcaap.type | article | pt |