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A honra, o serviço e o proveito : os capitães da Praia

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Resumo(s)

O fenómeno político e administrativo das capitanias na expansão portuguesa tem sido sobejamente estudado, mas quase sempre de um prisma jurídico e generalista, merecendo, contudo, também uma abordagem mais pormenorizada que é aquela que me proponho fazer aqui. Julgo, até, que com fins didácticos é possível estabelecer um esquema em três períodos que facilite a sua compreensão e depois aplicá-lo no estudo de cada uma das capitanias açorianas. Assim, tal esquema divide-se num primeiro período que abrange a criação das capitanias e a formação das casas senhoriais e sua consolidação e que cronologicamente se estende entre 1450 a 1580, correspondente grosso modo à dinastia de Aviz. Um segundo período que abrange a política dos Áustrias, entre 1580 e 1640 o que se traduz numa manutenção das capitanias existentes, mas também na sua concentração num número mais reduzido de capitães, que são agora grandes validos da coroa, titulados e absentistas. Por último, um terceiro período entre a Restauração e a política pombalina (1640-1766) caracterizado pelo fim das casas senhoriais e a doação ocasional do cargo de capitão. [...]

Descrição

Palavras-chave

Capitanias Expansão Portuguesa História dos Açores

Contexto Educativo

Citação

"ARQUIPÉLAGO. História". ISSN 0871-7664. 2ª série, vol. 6 (2002): 11-31

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