FCSH - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
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- 1.º de Maio, memórias de uma lutaPublication . Pires, Ana Paula; Coordenação e edição de Ana Teresa Alves (FCSH-UAc)Coragem e resistência são duas palavras que sintetizam bem o significado histórico das lutas que levaram à criação do Dia Internacional do Trabalhador. Desde as primeiras mobilizações, não se tratava apenas de reivindicar melhores salários ou horários mais curtos – como a emblemática luta pelas 8 horas de trabalho, quando a média rondava as 12 horas –, mas de afirmar a dignidade humana e recusar, de forma coletiva, a exploração como destino inevitável.
- As Bibliotecas Itinerantes da Fundação Calouste GulbenkianPublication . Pereira, José Carlos da Silva; Coordenação e edição de Ana Teresa Alves (FCSH-UAc)Hoje, a Cê de Ciência apresenta uma relação quase improvável que envolve petróleo, arte, carrinhas e livros. Achas possível? Sim, e vamos começar por relacionar o petróleo com a maior revolução cultural de acesso aos livros e à leitura em Portugal. Como? A partir da figura de Calouste Sarkis Gulbenkian, um magnata que nasceu na Arménia em 1869 e adquiriu nacionalidade britânica em 1902.
- Eleições PresidenciaisPublication . Moniz, João; Fontes, Paulo Vitorino; Coordenação e edição de Ana Teresa Alves (FCSH-UAc)Recentemente os portugueses foram mais uma vez chamados a escolher o mais alto magistrado da Nação, isto é, o Presidente da República. Sabes o que é que isto significa?
- Escolas que também são laboratórios.Publication . Sousa, Francisco; Coordenação e edição de Ana Teresa Alves (FCSH-UAc)Muitas escolas têm laboratórios. Mas pode uma escola ser, toda ela, um laboratório? Sim, pode. Não uma escola com microscópios, reagentes, provetas e pipetas em todas as salas, mas uma escola em que os professores experimentam diferentes maneiras de ensinar… Sabias que alguns professores estão sempre a tentar aperfeiçoar o seu trabalho? Para conseguirem isso, refletem sobre possíveis formas de ensinar melhor e verificam se resultam bem.
- Férias, feiras e festas.Publication . Lalanda, Margarida Sá Nogueira; Coordenação e edição de Ana Teresa Alves (FCSH-UAc)Férias! Pensamos logo em dias de descanso, prazer, festas, atividades diferentes do tempo de trabalho ou estudo. Já os antigos Romanos pensavam assim, e até iam mais longe: nos dias de férias devidas a festas religiosas, as guerras eram suspensas, os inimigos faziam em conjunto sacrifícios às mesmas divindades, realizavam-se feiras e mercados aproveitando tais ocasiões de pausa e convívio.
- Inteligência Artificial: usar bem para aprender melhorPublication . Giacomelli, Fábio; Coordenação e edição de Ana Teresa Alves (FCSH-UAc)A Inteligência Artificial já faz parte da vida de quase todos nós. Está nos telemóveis, nos videojogos, na Netflix ou Spotify e até nas tarefas que fazemos na escola. Pode ser muito útil, mas é importante percebermos que ela é apenas uma ferramenta. Não foi criada para substituir o teu esforço, a tua atenção ou a atua capacidade de pensar.
- A linguagem antes do primeiro choro: como a ciência a revela ao nascerPublication . Amaral, Diana; Coordenação e edição de Ana Teresa Alves (FCSH-UAc)Sabias que começaste a aprender a tua língua meses antes de nasceres? Custa a acreditar, mas é a ciência.
- As LínguasPublication . Alves, Ana Teresa; Coordenação e edição de Ana Teresa Alves (FCSH-UAc)Celebrou-se no dia 5 de maio, o dia mundial da língua portuguesa, e, eu, que tenho por objeto de estudo as línguas, homenageio-a aqui, a ela e a todas as outras, que se estima sejam mais de 7000 em todo o mundo.
- Os meus e euPublication . Pereira, Sofia Morgado; Coordenação e edição de Ana Teresa Alves (FCSH-UAc)Já deves ter ouvido a frase “diz-me com quem andas e eu dir-te-ei quem és”. Será que é mesmo assim?
- Muitas vozes, uma língua: o português com sotaques e históriasPublication . Amaral, Diana; Coordenação e edição de Ana Teresa Alves (FCSH-UAc)Já reparaste como a língua que falamos, o português, soa de forma diferente conforme a região do país? Um açoriano não fala como um algarvio, que não fala como um transmontano. E todos estão a falar português. As variações regionais da língua podem ocorrer em qualquer área da gramática e originam os diferentes dialetos (falares típicos de uma região). Estes são uma das provas mais fascinantes de que a língua é viva, dinâmica e está sempre a mudar.
