Percorrer por data de Publicação, começado por "2014-10"
A mostrar 1 - 10 de 25
Resultados por página
Opções de ordenação
- Professores investigadores e formação inicial : o modelo formativo da licenciatura em educação básica, Universidade dos AçoresPublication . Sousa, FranciscoA formação inicial de professores, tal como a formação contínua, pode contribuir para uma maior infusão de uma cultura investigativa na educação. À semelhança de muitas outras instituições de ensino superior que formam professores e outros profissionais da educação, a Universidade dos Açores (UAc) tem incluído nos planos curriculares dos seus ciclos de estudos em educação unidades curriculares focadas na investigação educacional. Mas a formação de professores investigadores exige mais do que essa inclusão. Uma formação de qualidade na área da educação básica exige elevados níveis de participação dos formandos na construção de conhecimento próprio dessa mesma área, indispensável à consolidação da sua profissionalidade. Neste sentido, o plano de estudos da licenciatura em educação básica foi elaborado na UAc à luz de um modelo de formação em que a investigação assume um papel central. Assim, os promotores do referido curso destacam nesse modelo o envolvimento dos estudantes em dinâmicas de investigação associadas a problemas identificados nas instituições educativas em que realizam a sua iniciação à prática profissional. Além de explicar o modelo, esta comunicação refere algumas dificuldades relativas à sua implementação e apresenta notas de observação de práticas letivas já realizadas por estudantes. Na discussão destes dados empíricos, será enfatizado o potencial das situações observadas enquanto pontos de partida para o desenvolvimento de pequenos projetos de investigação à luz do referido modelo de formação e serão discutidos vários desafios relativos a esse mesmo desenvolvimento.
- As escolas como espaços de investigação e desenvolvimento : questões emergentes em duas escolas açorianasPublication . Sousa, FranciscoOs apelos à indução de uma cultura de investigação em escolas do ensino não superior remontam, pelo menos, à década de 70 do século XX, destacando-se, nessa altura, os trabalhos de Lawrence Stenhouse e a sua defesa de "uma ciência educativa em que cada sala de aula é um laboratório e cada professor um membro da comunidade científica". Com o seu trabalho pioneiro, Stenhouse não só apela a que os professores investiguem mas também promove a ideia de que a investigação ação é o método por excelência do professor investigador. Mais recentemente, têm emergido novas abordagens à investigação realizada por professores do ensino não superior ou então com a participação destes. É o caso da investigação do design educacional, que tem várias características em comum com a investigação ação – designadamente o seu enfoque em problemas práticos, o facto de ser conduzida em contextos reais de ensino e depender da participação efetiva (não apenas da disponibilidade para fornecer dados) dos professores que trabalham nesses contextos – mas distingue-se desta última por visar a produção de princípios de design generalizáveis e integráveis na construção de uma base de conhecimento. Procurando explorar estas possibilidades de participação de docentes do ensino não superior em processos de investigação, foram recentemente criados em duas escolas dos Açores Gabinetes de Investigação e Desenvolvimento (GID), no contexto dos quais equipas constituídas por professores dessas mesmas escolas, com a participação de investigadores universitários, se debruçam sobre problemas da sua prática educativa, procurando resolvê-los ou atenuá-los através de processos investigativos. Esta comunicação relata o percurso já realizado nessas escolas: identificação de problemas a abordar prioritariamente – elevada taxa de insucesso escolar num caso e alheamento de vários alunos em relação à escola no outro caso –, definição de planos de caracterização rigorosa dos problemas e início da recolha dos dados que fundamentam essa caracterização. Além de descrever e discutir estas etapas do trabalho já realizado ou em curso, a comunicação apresenta uma previsão do trabalho a realizar nas próximas etapas.
- Professores investigadores e formação contínua : no rescaldo do projeto ICRPublication . Sousa, FranciscoO projeto Investigação para um Currículo Relevante (ICR) decorreu entre 2007 e 2013 nos Açores. Foi conduzido por uma equipa que incluiu investigadores da Universidade dos Açores e professores do ensino básico ao serviço de várias escolas da Região. A equipa recorreu a processos de investigação ação colaborativa para abordar problemas sentidos pelos referidos professores, especialmente o desinteresse manifestado por muitos alunos em relação à escola e ao currículo. Pressupondo que a investigação ação possui uma dimensão formativa, o projeto possibilitou aos participantes um maior domínio de fundamentos, métodos e técnicas de investigação, investida na resolução ou atenuação de problemas relacionados com as suas práticas educativas. No ano escolar de 2011/12 ocorreu uma maior formalização da vertente formativa do projeto, através da creditação de uma ação de formação contínua de professores a ele associada. Com base na análise de dados recolhidos no contexto dessa ação de formação e no contexto de práticas formativas menos formais, esta comunicação discute a relação entre investigação ação e formação contínua, prestando especial atenção a questões de protagonismo relativo de investigadores universitários e professores do ensino não superior na condução do processo investigativo. A referida análise revela uma autonomização progressiva dos professores do ensino básico, tendo a sua responsabilização pela identificação de problemas a investigar, pela caracterização dos mesmos e pela conceção de estratégias de abordagem aumentado bastante na fase final de implementação do projeto.
- A violência de realizar um exame de MatemáticaPublication . Cabral, JoãoO documento apresenta algumas dicas sobre como estudar para um exame de Matemática.
- Solos vulcânicos : vulnerabilidade à poluição agrícolaPublication . Parelho, Carolina Paula Furtado de Medeiros[…]. A aplicação de agroquímicos (pesticidas, fertilizantes orgânicos e inorgânicos) nas culturas e solos é uma prática comum na agricultura. Estes químicos agrícolas possuem concentrações variáveis de metais como o cádmio, níquel, lítio, chumbo, arsénio, zinco, cobre, entre outros, que são introduzidos artificialmente nas formulações químicas ou presentes como contaminantes das mesmas. A necessidade de maximização da produtividade é preocupação constante quando se transforma a agricultura numa actividade empresarial. No entanto, dada a natureza imutável dos metais e as propriedades adsorventes dos solos vulcânicos, existe uma tendência para a acumulação destas substâncias potencialmente tóxicas. É a natureza vulcânica dos solos açorianos que os coloca em situação de vulnerabilidade à poluição e, neste caso, a agricultura é apontada como a principal fonte de input de metais pesados nestes solos. […].
- Arquimedes : o matemático dos volumes!Publication . Martins, Maria do Carmo[...], na matemática, quando se fala de volumes, é inevitável falar de Arquimedes. Nasceu em Siracusa, uma colónia grega situada na Sicília, em 287 a.C., e foi educado em Alexandria, no Egito. É considerado o maior matemático, físico e inventor do mundo antigo. Distinguiu-se também na Astronomia, por influência de seu pai que era astrónomo, e na Mecânica. Chegou a descrever um método para determinar o centro de gravidade dos corpos geométricos, tendo esboçado os princípios da alavanca. [...].
- Alfreda ou la Chimière de Vasco Graça Moura : uma tradução comentadaPublication . Pires, Cristina Dias; Faria, Dominique Almeida RosaA presente dissertação de mestrado apresenta um projeto de tradução comentada dos dez primeiros capítulos da obra Alfreda ou a Quimera de Vasco Graça Moura. A reflexão sobre as especificidades da tradução literária e as dificuldades inerentes à mesma é tida como ponto de partida do comentário. Os principais obstáculos encontrados ao longo deste trabalho são também aqui apresentados. Relativamente a este último aspeto, são abordadas algumas questões que mereceram particular atenção aquando da tradução: as características estilísticas do texto e as referências culturais presentes nesta obra. Tentou-se que, sempre que possível, o comentário da tradução apresentasse casos específicos, devidamente exemplificados e fundamentados em pressupostos teóricos.
- O papel da curadoria como difusora da arte contemporâneaPublication . Alegria, Tânia Sofia Rodrigues; Albergaria, Isabel Soares; Silvério, JoãoA escolha do tema, que se centra na discussão sobre O Papel da Curadoria como Difusora de Arte Contemporânea, foi sustentada pelo meu interesse em desenvolver competências metodológicas e de envolvimento prático em situações reais, acerca de uma prática que se tem vindo a desenvolver na esfera da arte contemporânea, a Curadoria. Justifica-se além disso no contexto atual, em que se verifica um crescente movimento a favor da arte contemporânea na Região Autónoma dos Açores, com o surgimento e reconhecimento de diversos artistas plásticos e com o projeto de um Museu de Arte Contemporânea, o Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, criado como polo dinamizador de manifestações artísticas e culturais, o qual pretende colocar o arquipélago dos Açores na senda transatlântica de intercâmbios entre pessoas, acontecimentos e culturas de grande relevância para o panorama artístico contemporâneo. A frequência do estágio possibilitou a colaboração com a Appleton Square, sita na Rua Acácio Paiva nº27 R/C em Lisboa – espaço privilegiado de recepção e circulação de arte contemporânea – e consequente participação nos projetos curatoriais desenvolvidos por curadores independentes, no âmbito da programação da galeria. A interação com profissionais especializados em curadoria tornou-se, para mim, uma das principais vantagens/benefícios tendo em vista a obtenção de informação teórica e conhecimentos específicos na referida área. Assim sendo, este estágio teve como principal objetivo a contribuição para o estudo das práticas curatoriais no processo de concepção e de montagem de uma exposição, partindo de reflexões metodológicas e do envolvimento prático em situações reais, circunstâncias estas que só se tornaram exequíveis com a possibilidade de integração neste estágio académico. […].
- As simetrias na tecelagem (parte II)Publication . Teixeira, Ricardo Emanuel CunhaVoltamos à conversa com Joana Dias sobre o trabalho que tem desenvolvido no âmbito da tecelagem tradicional. A artesã explica as diferentes fases de execução de uma peça: "Primeiro há que fazer a teia. Aqui reside o grande segredo da tecelagem: na preparação da teia e na consequente preparação do tear está mais de metade do trabalho feito. Em seguida, escolho os fios de trama para cobrir a teia. Se forem retalhos, por exemplo, tenho de os cortar, o que demora muito tempo. Confesso que, por vezes, esta é uma tarefa cansativa que me retira algum ânimo e energia. Já o tecer propriamente dito é relativamente rápido, mas é o mais interessante. Só por isso tudo o resto vale a pena!" De facto, é nesta fase que se define o padrão da peça e as simetrias que o caracterizam. É sobretudo esta componente criativa que entusiasma a nossa artesã. (...) A artesã acrescenta: "Penso que os trabalhos de artesanato se fazem, por vezes, ao contrário do que deveria ser. Numa busca pela modernização do artesanato, perde-se o que realmente é tradicional e 'de mestre' para entrarmos numa banalização de que tudo o que é feito à mão é artesanato. Por vezes, não sinto que haja uma vontade de preservar o que é verdadeiramente nosso, cedendo-se às pressões do souvenir para o turista, das miniaturas e afins, em vez de se ir à essência das coisas e partir daí para uma utilização real do objeto e/ou da técnica. Está a banalizar-se um saber fazer que antes se chamava de ofício e não de artesanato, usando-o como aspeto meramente decorativo, de utilização aleatória, que podia ser aquela ou outra qualquer." (...)
- Contribuição para o desenvolvimento e a implementação do sistema de planeamento de emergência na Região Autónoma dos AçoresPublication . Araújo, Irina Pacheco; Gaspar, João Luís Roque Baptista; Queiroz, Maria Gabriela Pereira da SilvaO contexto Atlântico dos Açores, o seu enquadramento geodinâmico e a sua condição arquipelágica, colocam esta região sob a ameaça de perigos e riscos meteorológicos, hidrológicos e geológicos com alguma diversidade e frequentemente relacionados no tempo e no espaço. Nos últimos anos o arquipélago dos Açores tem sido palco de alguns eventos que deixaram marcas significativas no terreno, tecido socioeconómico, mas acima de tudo na memória de todos os açorianos, sendo alguns exemplos, a erupção do vulcão dos Capelinhos em 1957 na ilha do Faial, o sismo de 1998 também na mesma ilha, o movimento de vertente na Ribeira Quente (S. Miguel) em 1997, as cheias na freguesia da Agualva em 2009, entre outros. Posto isto, é necessário priorizar a mitigação dos riscos no arquipélago, através da alteração e elaboração de novas políticas públicas, tendo sempre presente o desenvolvimento económico e social sustentável da região, que exige a implementação de medidas que concorram para a minimização do impacte de futuros eventos e que garantam respostas adequadas as mais diversas situações de emergência. Primeiramente estudaram-se a estrutura do actual quadro legal vigente nos Açores, em matéria de planeamento de emergência, tendo em vista a avaliação da eficiência e eficácia dos instrumentos produzidos em particular a nível regional e municipal. Analisaram-se ainda as diversas estruturas dos quadros legais no que respeita igualmente ao planeamento de emergência, do sistema de protecção civil do continente português, arquipélago da Madeira e dos países Itália e Estados Unidos da América, para que se identificassem semelhanças e diferenças, pontos fortes e pontos fracos, entre os vários sistemas em análise, a fim de contribuir para a elaboração de uma proposta de implementação de planeamento de emergência nos Açores. Para além da análise anterior e para contribuir para a elaboração da mesma proposta, estudaram-se ainda os processos e mecanismos relativos à elaboração, aprovação, homologação, teste e revisão dos planos de emergência nos Açores, comparando o legalmente previsto com o efectivamente observado. Por fim enumerou-se alguns pontos para a melhoria da eficácia/eficiência do sistema de planeamento de emergência nos Açores.
- «
- 1 (current)
- 2
- 3
- »
