Luz, José Luís Brandão da2012-06-082012-06-082004«Filosofia e religiosidade na obra de Manuel de Arriaga», em Sérgio Campos Matos (coord.), "O Tempo de Manuel de Arriaga", Actas do colóquio organizado pelo Centro de História da Universidade de Lisboa e pela Associação dos Antigos Alunos do Liceu da Horta, Lisboa, 2004, pp. 269-284.972-99298-3-1http://hdl.handle.net/10400.3/1390Participou no colóquio «O Tempo de Manuel de Arriaga», organizado pelo Centro de História da Universidade de Lisboa, de 24 a 26 de Setembro de 2003, na Faculdade de Letras, com uma comunicação sobre o tema «Filosofia e religiosidade na obra de Manuel de Arriaga».Para Manuel de Arriaga, o homem e a sociedade obedecem a uma ordem racional, puramente humana, que organiza o espaço interior das consciências individuais e as relações interpessoais à margem da tutela reguladora que a autoridade eclesiástica consagra. A fé não poderá ser entendida como a aceitação passiva e maciça do que a ortodoxia da religião instituída impõe, mas constitui antes um compromisso, em que cada um é chamado a tomar posição, de acordo com os ditames da sua consciência e os princípios do conhecimento e da ciência. Começaremos por procurar compreender a acção reformadora de Manuel de Arriaga a partir dos ideais de verdade e de justiça, firmados no saber das ciências positivas e no direito moderno, para, de seguida, tentar enquadrar a sua crítica à acção da Igreja e a sua visão da religião na atmosfera do deísmo que certamente as impregnava.porCiênciaClericalismoConhecimentoConsciênciaDeísmoDireitoHomemIgrejaJustiçaPanteísmoSociedadeFilosofia e religiosidade na obra de Manuel de Arriagabook part