Patarra, Rita F.2020-05-172020-05-172014-01-19Patarra, R. F. (2014, 19 de janeiro). Cultivo de macroalgas… Que futuro?. “Açoriano Oriental, Açores Magazine, UAciência”, pp. 28-29.http://hdl.handle.net/10400.3/5541A secção Biologia é coordenada pelo Professor Universitário Armindo Rodrigues.[…]. Nos Açores as macroalgas marinhas são tradicionalmente usadas na alimentação humana. No livro “Flora Marinha do Litoral dos Açores” publicado em 2005, os autores referem que a alga castanha Fucus spiralis, de nome comum “tremoço do mar”, é consumida como um petisco; a alga vermelha Porphyra, de nome comum “erva patinha”, é consumida frita e usada na confeção de sopas, omeletes ou tortas; as algas vermelhas Laurencia e Osmundea, de nome comum “erva malagueta”, são conservadas em vinagre e consumidas ao longo de todo o ano em algumas ilhas. Por outro lado, algumas espécies de macroalgas foram comercializadas até ao início da década de 1990. As algas vermelhas Pterocladiella capillacea e Gelidium microdon eram recolhidas manualmente ou por mergulho, posteriormente secas ao ar (era comum observar-se longos tapetes de algas a secar ao longo dos passeios em Vila Franca do Campo e em outras localidades) e preparadas para exportação, sendo depois utilizadas na produção industrial de agar. Num trabalho realizado nos anos 1980, solicitado pelo Governo Regional dos Açores, foram estudados vários aspetos sobre a apanha e a biologia desta alga agarófita Pterocladiella capillacea. Os dados da época, mostravam que nos Açores estavam a ser recolhidas 1800 toneladas (peso seco), o que representava 325 toneladas de agar de grande qualidade. […].porMacroalgas MarinhasCultivo de macroalgas… Que futuro?periodical