Rodrigues, José Damião2010-01-072010-01-072005"ARQUIPÉLAGO. História". ISSN 0871-7664. 2ª série, vols. 9-10 (2005-2006): 359-3830871-7664http://hdl.handle.net/10400.3/426[...]. O caso de São Miguel, que temos vindo a estudar no que respeita às elites locais, ilustra, em nosso entender, o problema enunciado. Muitas vezes se falou da “oligarquia micaelense”, quando, na verdade, se pensava na elite política e social de Ponta Delgada, muito distante, em termos de estatuto e de fortuna, das governanças de Água de Pau ou do Nordeste. Todavia, é preciso não esquecer que, mesmo quando as famílias e os indivíduos que integram os grupos das governanças locais não apresentam atributos que lhes permitem ombrear com as elites mais nobres e ilustradas do reino ou dos próprios universos insulares, não deixam de constituir a face visível do poder e de serem olhados como os “donos do poder” local, o que origina, por vezes, interessantes situações em que são os grupos populares que se mobilizam em defesa dos poderosos, ameaçados pelos representantes do distante centro político. [...]porElitesHistória dos Açores (séc. XVIII)As elites locais nos Açores em finais do Antigo Regimejournal article