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Título: The moss Homalothecium mandonii as a model for assessing bryophyte response to climate change in Macaronesia
Outros títulos: O musgo Homalothecium mandonii como modelo para avaliação da resposta dos briófitos às aJterações climáticas na Macaronésia
Autor: Vanderpoorten, Alain
Mateo, Rúben G.
Sim-Sim, Manuela
Ruas, Sara
Dirkse, Gerard
Gabriel, Rosalina
Borges, Paulo A. V.
González-Mancebo, Juana M.
Calvo, Silvia
Patiño, Jairo
Palavras-chave: Bryophytes
Homalothecium mandonii
Moss
Macaronesia
Data: 2014
Editora: Instituto Nacional de Recursos Biológicos, Instituto Nacional de Investigação Agrária
Citação: Vanderpoorten, A., Mateo, R.G., Sim-Sim, M., Ruas, S., Dirkse, G., Gabriel, R., Borges, P.A.V., Gonzalez-Mancebo, R.M., Aranda, S.C. & Patiño, J. (2014). The moss Homlalothecium mandonii as a model for assessing bryophyte response to climate change in Macaronesia. "Silva Lusitana", No. Especial 1: 1-15.
Resumo: Os briófitos possuem características ecofisiológicas e biológicas únicas que os tornam excelentes indicadores das alterações climáticas. Com o auxílio de modelos de nicho ecológico, analisou-se em que medida as alterações climáticas podem afectar a brioflora endémica da Macaronésia, em particular o musgo Homalothecium mandonii. A projecção do nicho actual desta espécie sobre as camadas macroclimáticas da última glaciação máxima, indicam que a área de distribuição da espécie seria superior em cerca de 200% relativamente à área actual. As projecções paleoclimáticas identificam ainda que a região noroeste de África e a Península Ibérica possuem condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento desta espécie, sugerindo que se poderá tratar de um paleoendemismo. Em conformidade com observações prévias, os resultados obtidos sugerem que a Macaronésia representa um refúgio para as espécies actualmente extintas de zonas continentais. No entanto, as projecções do nicho climático da espécie para o futuro, predizem um declínio da área favorável de 29-53% em 2080. Tais predicções sugerem então que o papel de refúgio climático que a Macaronésia tem desempenhado se encontra fortemente ameaçado como resultado das alterações climáticas em curso.
ABSTRACT: Bryophytes exhibit specific ecophysiological and biological features that make them ideal indicators of climate change. Using species distributions models, we address the question of the impact of climate change on the endemic bryophyte flora of Macaronesia, taking the Macaronesian endemic moss Homalothecium mandonii as a model. Projections of the extant macroclimatic niche of the species onto climatic scenarios for the Last Glacial Maximum (LGM) suggested that the potential range of the species was about 200% larger than what it is currently. Paleoclimatic projections further identified Northwest African and Iberian areas as potentially suitable at the LGM, raising the possibility that H. mandonii is of paleo-endemic origin. Coupled with previous observations, this points to the role of Macaronesia as a refugium for palaeoendemics that went extinct in their primary continental regions. Projections of the macroclimatic niche of the species into the future predicted, however, a striking decrease in suitable range area of 29-53% by 2080. Our predictions thus suggest that, while Macaronesia appears to have been a refugium for species that went extinct on continents in the past, its role as a historical sanctuary might be severely threatened in the ongoing context of climate change.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.3/4771
ISSN: 0870-6352
Aparece nas colecções:DCEA - Artigos em Revistas Internacionais / Articles in International Journals

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