Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.3/3833
Título: Na forja da "Arquitetura Regional" : Entre o determinismo geográfico e as desinências nacionalistas: o caso açoriano
Autor: Albergaria, Isabel Soares de
Palavras-chave: Arquitectura Popular Açoriana
Determinismo Geográfico
Geografia da Arte
Data: 2013
Citação: Albergaria, Isabel Soares (2013). Na forja da “Arquitetura Regional”: Entre o determinismo geográfico e as desinências nacionalistas: o caso açoriano. In "Colóquio Internacional Arquitectura Popular", Arcos de Valdevez: Casa das Artes.
Resumo: O conceito de "geografia da arte" (ou Kunstgeographie na consagrada expressão alemã) radica na longa tradição do determinismo ambiental, pensamento que postula o peso das condições físicas e mesológicas sobre a conduta humana, os seus traços psico-sociais e as suas manifestações artístico-culturais. Este raciocínio justifica a ideia de que a arte, como síntese do meio, tem em cada região um carácter definido1. Tal asserção, estendida do plano regional ao nacional, justifica por igual a intenção de criar uma produção artística de expressão regionalista ou nacionalista, conduzindo à formação de núcleos espacialmente definidos de identidades nacionais/regionais. Ao longo da segunda metade do século XIX e, sobretudo, na viragem para o século XX, as abordagens acerca da geografia da arte assentaram nas premissas estabelecidas por um evolucionismo etnogenético de carácter antropológico, de raiz darwinista, que se converteu no fermento ideológico dos movimentos regionalistas e nacionalistas na arte, disseminados um pouco por toda a Europa, e também presentes em Portugal. Tendo este quadro por pano de fundo, o inquérito que se intenta levar a cabo centra-se em torno das representações da arquitetura popular açoriana, tal como estas surgiram, de forma “voluntária” mas, numa primeira fase, em contexto ainda desfavorável à eclosão de um discurso positivo e unificador da realidade arquipelágica, sendo convertidas, durante a I República, numa narrativa assente nos valores da singularidade e da diferença que abraçam o universo insular como um todo coletivo possuidor de “alma própria”. […]. (da Introdução)
Descrição: Trabalho apresentado no Colóquio Internacional "Arquitectura Popular", Arcos de Valdevez (Casa das Artes), 3 a 6 de Abril de 2013.
URI: http://hdl.handle.net/10400.3/3833
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